• Terça-feira, 24 Janeiro 2012 / 9:31

Youtube tem 4 bilhões de acessos

    Deu na ‘Folha’:
    “O YouTube, serviço de vídeos do Google, está transmitindo 4 bilhões de vídeos ao dia, alta de 25% nos últimos oito meses, segundo a companhia. O salto no número de vídeos assistidos surge no momento em que o Google começa a oferecer o YouTube fora do computador, com versões do site que funcionam em televisores e celulares inteligentes.
Na semana passada, o Google informou que suas vendas de publicidade on-line convencional -boa parte da qual exibida ao lado de vídeos do YouTube- geravam US$ 5 bilhões em base anualizada”.

  • Quarta-feira, 29 Setembro 2010 / 19:39

Weslian e a defesa da corrupção

O vídeo foi postado no YouTube pelo jornalista Tales Faria, chefe da sucursal do iG em Brasília.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:52

Serra candidato elogia Lula

Da Folha:
“O governador de São Paulo, José Serra, assumiu ontem, publicamente, a candidatura à Presidência da República.
O tucano chamou a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), para o embate ao afirmar que o eleitor fará “um juízo mais pessoal a respeito dos candidatos”. Em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, da TV Bandeirantes, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, dizendo que aposta no confronto de biografias, tentou minimizar sua influência no processo eleitoral.
“Tem que ver quem é que vai ser presidente [...] O presidente é insubstituível”, justificou.
Minutos depois, insistiu: “Não há ninguém que governe com alguém paralelamente mandando. Nem acho que o Lula pretenda fazer isso. Mas isso não funcionaria no Brasil e em nenhum lugar no mundo”.
Dois dias depois de afirmar que não comentaria pesquisas até as eleições, Serra atribuiu o bom desempenho de Dilma à exposição da petista. E rechaçou a comparação dos governos Lula e FHC na campanha:
“Há uma introdução a ela favorável neste momento. Mas a partir de um certo momento a população vai julgar não quem já foi presidente ou quem é, mas quem é candidato”.
Na entrevista, concedida no heliponto do Palácio dos Bandeirantes, Serra adiantou o discurso da campanha: “O Lula fez dois mandatos, está terminando bem o governo. O que nós queremos para o Brasil? Que continue bem e até melhore”.
Embora não tenha anunciado formalmente, Serra confirmou para abril o lançamento oficial da candidatura e, questionado, disse que não a negava. Só não faria campanha enquanto estivesse no governo.
O governador, que faz tratamento de combate ao estresse, disse que, na campanha, o eleitor poderá conhecer sua história e a de Dilma. Tratado como candidato a presidente, agradeceu quando Datena -que elogiou o “bom aspecto” do governador- desejou-lhe “boa sorte na corrida presidencial”.
Assustado com a repercussão da entrevista -que incomodou concorrentes da Bandeirantes- Serra tentou reduzir sua importância. “Não falei nada de especial. Não vejo razão para essa histeria coletiva”, disse. “Tudo já foi dito antes.”
Há 15 dias, a Folha informou que Serra anunciara a aliados a disposição de concorrer. Mas ontem foi a primeira vez que o governador admitiu abertamente que será candidato.
Em conversas, Serra fez questão de explicar que não estava previamente programada a aparição de crianças no programa. Na abertura da entrevista, alunos da creche do Palácio cantaram “Parabéns a Você” em comemoração ao 68º aniversário de Serra, ontem.
Nas conversas, o tucano disse temer que a entrevista reforce a pressão para que se manifeste publicamente sobre candidatura nos últimos 12 dias de governo, quando pretende fazer uma série de inaugurações.
Serra insistiu que não planejara lançar candidatura ontem. Segundo disse a aliados, pretendia, originalmente, levar Datena à AME (Ambulatório Médico de Especialidades) em Heliópolis. Mas, como atrasara devido a uma consulta, ficou constrangido e não se recusou a responder às perguntas”.

                     * * *

Como se sabe, nunca é possível agradar a todos.
No ‘Painel’, de Renata Lo Prete, ela diz que um tucano, de fora de São Paulo, se mostrou decepcionado com a entrevista:
“Mas esse programa só passa em São Paulo, né?”.
O fato certamente deve ter irritado a Rede Globo. Já que era para ser anunciado em uma entrevista à televisão, por que não escolher a emissora de maior audiência no país.
Mas Serra fez o certo. Sabe que, mesmo tendo menor audiência, a repercussão seria a mesma.
E Luiz Datena é um velho amigo, Basta ir no YouTube e ver a quantidade de entrevistas que o apresentador da Bandeirantes já fez com o governador de São Paulo.
O programa de Datena tem em média 2 pontos de audiência.  Ontem teve 1,6 e, no pico chegou a 3,4, segundo o Ibope.
No YouTube, a entrevista completa, de 25 minutos e 6 segundos, está dividida em quatro blocos. Assista a seguir.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:30

Cabral tem canal no YouTube

 O Governo do Rio de Janeiro contratou um canal exclusivo no YouTube para fazer a sua propaganda.
Super normal. Isso ocorre em todo o mundo, e o melhor: é de graça.
O Vaticano, por exemplo, tem um canal em quatro línguas, com cerca de 500 vídeos. 
Empresas particulares pagam um mínimo de US$ 40 mil anuais ao Google, para ter um privilégio como esse.
Sergio Cabral, que se acha moderno, resolveu fazer o mesmo. Só não se sabe se gratuitamente ou não. O certo seria não pagar, já que ele é governo, mas como ele atropelou a hierarquia que havia sido traçada pelo próprio Google, talvez esteja sendo tratado como empresa.
Mas isso é de menor importancia, esteja ele pagando ou não. Para quem tem uma verba anual de R$ 180 milhões para gastar com propaganda, R$ 75 mil não fará a menor diferença.
O problema do canal é a falta de conteúdo.
Plasticamente, ele não é nenhuma brastemp, até que é bonito, se comparado, por exemplo, com o Portal do Governo do Rio.
Mas pode se tornar um tiro que saia pela culatra.
Tudo o que for postado ali, não será visto pelo visitante normal do YouTube.
Por exemplo. O governo colocou um vídeo de Cabral, Dilma Rousseff e Madonna no Carnaval. Certamente, o governador quis contrapor essa imagem àquela em que ele aparece ao lado da ministra, falando um inglês macarrônico, e visivelmente embriagado.
Só que o seu vídeo foi visto por 245 gatos pingados.
Já o outro, a essa altura antológico, adaptado também para uma versão funk, foi visitado por quase 170 mil pessoas.
Em seu perfil, o novo canal do governo é definido como “um ambiente de troca de idéias” e,  por isso, “pede a opinião para o Rio sair ganhando”.
E dá as regras:
“O que vale? Perguntar, criticar, elogiar e sugerir.
O que não vale? Ofender, caluniar, difamar e ridicularizar qualquer um dos participantes”.
O canal entrou no ar no dia 6 de outubro do ano passado. Ou seja: no próximo sábado, ele completará cinco meses. Ou 150 dias.
Sabem quanto comentários foram postados até hoje?
Um.
Ou ‘hum’, por extenso, para quem estiver duvidando.
E olha que o comentário está lá já há dois meses.
Será que não existe ninguém disposto a elogiar o governo, ou o carioca, com seu jeito moleque, decidiu mandar apenas ofensas, calunias e difamações, e está ridicularizando os seus participantes?

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:29

Se beber, não dirija… o Estado!

Cesar Maia é mais um a divulgar o vídeo de Sergio Cabral, no Carnaval, falando em inglês.
A declaração do governador já ganhou também uma versão funk.
A chamada feita pelo ex-prefeito é extremamente criativa:
“SE BEBER, NÃO DIRIJA… O ESTADO!
Lei Seca distribui video de esclarecimento“.
Ele já foi assistido, até agora, por mais de 150 mil pessoas.
É um dos campeões do YouTube.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 0:28

Cesar e as vaias contra Cabral

Do ex-prefeito Cesar Maia em seu blog:
“1. Sempre que um político é vaiado, procura colocar a culpa em um adversário seu. Mas se, simultaneamente, ocupa os espaços que pode na mídia e aciona esquemas publicitários, é porque, na verdade, sabe que a vaia não foi orquestrada. Este Ex-Blog viu e reviu o vídeo integral do discurso do ministro Lupi (que está no YouTube). Durante todo o discurso, a câmera passeia, focalizando os jovens. Não há sinais de claque. No final do discurso, quando vai citando os presentes e a câmera continua passeando pelos jovens, a citação do nome do governador do Estado do Rio é espontaneamente respondida com vaias, fortes e dispersas, não localizadas como claques.
2. Sobre o desgaste de imagem do governador, ele, melhor do que ninguém sabe. Afinal, abriu uma ofensiva de destaques na imprensa, que teve seu ápice com o Pré-Sal. Seu rosto, fingindo-se de zangado, pode ser analisado por um vestibulando de psicologia. Seu ânimo foi bem anotado pelo governador de SP, comentando as bolsas em baixo dos olhos, um sinal ruim para sua idade. Buscava a qualquer preço ser percebido como defensor do Rio, quando o que conseguiu foi o contrário, na medida em que, uma vez apresentados os projetos de lei, esses serão emendados. Vazou-se que Lula estava zangado com ele. Nada tão inverídico. Ao contrário, ficou preocupado. Preocupação que já havia manifestado antes ao governador de Minas.
3. Simultaneamente, deu uma entrevista em 3 blocos à TV sobre temas que o levantassem: salários de servidores (onde mentiu), pré-sal e olimpíadas 2016. Paralelamente, vazou pesquisas completamente desfocadas, o que não quer dizer manipuladas. Basta definir uma ordem de perguntas e no meio colocar avaliação de governo ou intenção de voto. Essa tentativa de reverter o desgaste de imagem por um estresse de mídia, só agrava a imagem, pois, sem fatos concretos, irrita o eleitor. A pesquisa que deveria fazer é sobre as razões desse desgaste.
4. Outro dia, em reunião com prefeitos, procurou oferecer um pacote de bondades, o que passou como eleitoreiro e sem credibilidade. Artificiais também são as visitas ao interior, agora faltando um ano para as eleições, com helicóptero e comitiva, exagerando o destaque de medidas inócuas. O fato é que é um governo sem marca, onde o resgate de seu repetitivo discurso, por anos, do posto de saúde 24 horas, se transformou em UPAS sem pessoal, sem atendimento, invertendo a memória. Melhor é avaliar bem e impessoalmente as razões e atuar sobre elas. Ainda há tempo. Pouco tempo, mas há. Insistir em responder ao desgaste com ficção, é agravá-lo”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 0:14

José Serra e a internet

O governador de São Paulo, José Serra, fala hoje ao ‘Estadão’ da sua intimidade com a internet e como ela será indispensável na campanha eleitoral do próximo ano:
Qual será o papel da internet nas eleições presidenciais de 2010?
Nas eleições de 2010, no Brasil, nenhum candidato poderá prescindir da internet na campanha, é evidente, mas a influência será muito menor do que nos Estados Unidos, porque somos muito menos conectados, nossa legislação eleitoral é mais restritiva, nossa campanha é muito mais curta do que a deles, que dura quase dois anos, contando com as primárias para a indicação do candidato do partido. Aqui, legalmente a campanha só começa na segunda metade de julho, e a eleição é em outubro.
Qual será o grande desafio das campanhas na web?
O grande desafio de campanhas na internet, que a de Barack Obama venceu com louvor, é transportar o ativismo e a militância do mundo virtual para o mundo real, para ações de visibilidade, para as ruas. Tenho dúvidas de que conseguiremos fazer já em 2010 essa passagem.
Como foi seu primeiro contato com a internet?
Aprendi na marra a usar a internet em 2003, quando passei uma temporada nos Estados Unidos, no Instituto de Estudos Avançados de Princeton, depois de perder as eleições presidenciais em 2002. Fui obrigado a me conectar para conversar com a família, com os amigos, para me manter em dia com as notícias do Brasil e do mundo, para não ficar isolado. Primeiro, aprendi a receber e a mandar e-mail; em seguida, a navegar pelo noticiário. Agora, sou o governador twitteiro e já ganhei até diploma de “especialização em relações twitteiras”, do programa CQC, da TV Bandeirantes.
Para quais atividades o senhor utiliza a internet?
Até 2002, no Ministério da Saúde, costumava mandar bilhetinhos escritos à mão para a equipe, perguntando sobre esse ou aquele programa de governo, tirando dúvidas, cobrando essa ou aquela providência. Escrevia à noite e, de manhã, minhas secretárias recebiam uma caixa de papéis para distribuir. Hoje, envio e-mail para os secretários e assessores. Muito mais rápido e eficiente. Também leio notícias nos principais portais e em alguns blogs, escrevo artigos, discursos. Nunca consegui datilografar artigos. Fazia sempre à mão. Troco e-mails com meus filhos, com os amigos e uso para lazer, navego no YouTube para ver clipes de músicas, procurar trechos de filmes. Resisti muito a entrar, porque sabia que iria me viciar. Fraquejei, entrei e me viciei.
O sr. é o político mais popular do Twitter, com mais de 71 mil seguidores. O que tem achado dessa experiência?
Fui para o Twitter meio por acaso e por curiosidade. Uso muito a internet. Comecei a ver reportagens sobre o fenômeno do Twitter e as pessoas mais próximas me diziam que eu devia entrar lá. Nem sabia direito o que era, como funcionava, para que servia, quando abri a minha conta. Esta, aliás, foi a primeira dificuldade: descobri que meu nome e quase todas as variações possíveis já estavam registrados no Twitter, com a minha foto e tudo. Eram muitos perfis falsos. Entrei sem fazer alarde, sem contar para ninguém a não ser para o pessoal mais próximo do gabinete. Habituado a escrever artigos e textos mais longos, no início achei que não conseguiria dizer nada em 140 caracteres, que é o limite do Twitter. Aos poucos, estou aprendendo a ser sintético.
Como o Twitter tem ajudado o seu trabalho como governador?
Eles (internautas) me dão dicas, fazem sugestões, apoiam medidas do governo, elogiam, mas também criticam, cobram, reclamam de coisas que não estão funcionando direito. Repasso para todas as áreas do governo, cobro dos secretários, tiro dúvidas com eles, vejo se as reclamações procedem. Os mais acionados pelos meus seguidores e por mim são o Barradas (secretário da Saúde), o Paulo Renato (secretário da Educação), as áreas de segurança e de transportes. É aí que a internet é fantástica. Poupa tempo, aumenta a eficácia, abre um canal direto entre o governo e o cidadão, para o governante ouvi-lo, prestar contas em tempo real e até para corrigir medidas. Isso para um governante não tem preço.
O sr. também faz comentários pessoais…
Há o lado lúdico também. Quando disse lá no Twitter que gosto de cinema e de trabalhar ouvindo música, muitos seguidores passaram a me mandar dicas e links de canções, cantores, bandas, trechos de filmes. Também fazem muitas perguntas sobre a minha vida, o governo, o que eu acho disso e daquilo. Claro que não consigo responder tudo e fico até aflito, às vezes, mas sempre dá para conversar um pouco. De que outro jeito isso seria possível? Só no Twitter mesmo.

 

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:49

Vai explicar…

O artigo do senador José Sarney hoje, na página 2 da ?Folha?,  trata da “Guerra Virtual”. E ele cita o Chrome, o Windows 7, o Google, a Microsoft, o Office, o Word, o Excel, o YouTube, o Gmail, o Orkut, o Google Earth, o iPhone, o Kindle e a Amazon.
Como é que é um político tão moderno pode ser tão atrasado?

  • Sexta-feira, 16 Abril 2010 / 3:31

Chuva sem más consequências

AUMENTEM O SOM. MAIS!!!

  • Sábado, 27 Fevereiro 2010 / 2:27

O Robulation

O figuraça desse clip é um apresentador da televisão paraibana, Cláudio Elias. É possível que muitos dos leitores conheçam a nova versão para o ‘Rebolation’ já que o YouTube registra uma assistencia de quase 270 mil pessoas em apenas seis dias.
Vai ter audiência assim lá na… Papuda.

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