• Domingo, 06 Fevereiro 2011 / 10:29

PCdoB reclama de que?

     Do colunista Ilimar Franco, de ‘O Globo’:
“Convidado para assumir a Autoridade Pública Olímpica, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, quer acumular com a organização da Copa de 2014. O PCdoB está cada vez mais irritado com esse encaminhamento”.
                   * * *
Esse irritação só pode ser por questões de poder (ou caixa).
Conflito ideológico é que não é.
Afinal, não foi o comunista Orlando Silva, o ministro da Tapioca, que foi a Londres buscar instruções para o Rio2016 com o facínora Tony Blair?

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:43

Tapioca não tem tradução

Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é espero o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é esperto o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Da colunista Monica Bergamo, da ‘Folha’:
“O ministro Orlando Silva, do Esporte, está fazendo curso de inglês para se preparar para a Copa 2014.
Ele se matriculou há alguns dias na escola Wizard.
                    * * *
Assim está explicada a presença do ministro da Tapioca no encontro promovido, em Londres, por Sergio Cabral, com o ex-Premier Tony Blair, que foi convidado a assessorar as Olimpíadas de 2016.
Ou seja: Orlando Silva não entendeu patavinas do que foi discutido, portanto está absolvido.
Cabral, que mal fala português, também não fala inglês.
Tanta um quanto o outro são incapazes de fazer um relato plausível sobre o que conversaram.
Esse é um segredo que ficará com Carlos Alberto Nuzman, presidente do COB, que acompanhou os dois patetas na reunião com Blair, e serviu de intérprete.
Ele é o único que conhece, com exatidão, a proposta feita ao inglês e a sua resposta.
                    * * *
O resto é como diz Monica Bergamo:
“My name is Orlando”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:38

Rio: o Cristo que se dane

A recompensa de R$ 5 mil para quem der uma pista que leve aos vândalos pichadores do Cristo Redentor, é mais uma prova do descaso das autoridades do Rio pelo monumento.
O prefeito Eduardo Paes não mencionou os nomes dos doadores, não por modéstia. Foi pura vergonha.
Quando a estátua do Cristo Redentor, e o seu entorno, disputavam o privilégio de se tornar uma das 7 Maravilhas do Mundo,  o governo do Rio não moveu uma palha. Agora faz o mesmo.
Na época, nem ao menos um link do concurso – para que as pessoas votassem – o Governo do Rio exibia em seu portal.
Aécio Neves e José Serra, infinitamente mais antenados que Sergio Cabral, perceberam logo a importância da campanha e subiram o Corcovado. O governador os acompanhou, posando como um verdadeiro papagaio de pirata.
Todos entendiam que o Cristo era do Brasil, assim como as pirâmides são do Egito, a Torre Eiffel da França e o Taj Mahal da Índia. Menos o governador.
Na época, o autor desse blog disse que as autoridades preferiam, ao invés da campanha do Cristo, os jogos do PAN, pois eles movimentavam verbas e empreiteiros, proporcionavam superfaturamentos e bocas-livres, além de caixinhas e mordomias.
Eleito, o monumento não mereceu, por parte das autoridades, nem ao menos um policiamento. Por isso a ação dos pichadores.
A indignação de Cabral com o fato é zero. Até agora, ele não deu uma declaração sobre a vergonha que hoje corre o mundo. Ou a pichação não tem importância, ou ele não tem opinião.
O fanfarrão que prometeu reunir empresários para pagar uma palestra de Tony Blair ? político  desprezado pelos ingleses e sem condições de dar consultoria as Olimpíadas de Londres, mas que foi convidado para dar palpites nas Olimpíadas do Rio – não disparou um único telefonema para ajudar na busca dos pichadores.
A notícia da recompensa de R$ 5 mil, foi divulgada no mesmo dia em que a Polícia Federal prendeu um traficante, cuja recompensa era de US$ 5 milhões.
É claro que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa.
Mas soa estranho que um colombiano preso esteja valendo 1 mil e 800 vezes mais do que o Cristo Redentor limpo.
$ergio Cabral entende de números.
Por isso, seu comportamento é o mesmo de quando o monumento estava em campanha.
O Cristo que se dane.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:20

Roubalheira na pasta do PCdoB

Na semana passada, cinco pessoas foram presas, em Brasília, acusadas de desviarem R$ 1,99 milhão do total de R$ 2,9 milhões respassadas pelo ministério do Esporte, a duas ONGs ligadas ao PCdoB.
O dinheiro era do programa ‘Segundo Tempo’ e, segundo a polícia, foram usadas notas frias para simular compra de merenda, uniforme e material esportivo em nome da Federação Brasiliense de Kung Fu e da Associação João Dias.
O presidente dessa ONG foi candidato a deputado distrital, em 2006, pelo PCdoB de Brasília, na chapa encabeçada por Agnelo Queiroz, que deixou o ministério do Esporte para se candidatar ao Senado. Ambos foram derrotados. O atual ministro, Orlando Silva, também foi indicado pelo PCdoB.

                                                       * * *
Pode ser que uma coisa nada tenha a ver a outra, mas só para recordar.
No dia 13 de de fevereiro, esse blog deu uma nota, com o título “Ministro da Tapioca cala para manter boquinha”, onde criticava Orlando Silva, que participou de um encontro, em Londres, com Tony Blair, convidado para ser consultor das Olimpíadas de 2016.
O curioso é que desde a semana passada, quando prenderam os cinco acusados de desviarem dois terços do dinheiro do ministério, esse blog, especificamente, essa nota, passou a receber dezenas de ‘spam’, com os mais variados remetentes, mas todos vindos de apenas quatro computadores.
Todos os nomes tem oito letras, e estão inscritos no gmail.

                                                         * * *
A título de cooperação com a Polícia Civil, de Brasília, e com a Polícia Federal, indicarei aqui os nomes registrados no gmail, e mais os IPs dos computadores. Pode ser que seja apenas uma coincidência, mas quem sabe algum desses computadores seja de propriedade de alguém ligado a bandidagem, que promoveu a roubalheira no Ministério do Esporte.
Os IPs são os seguintes: 82.248.172.10; 89.248.172.10; 93.174.93.37 (esse o mais utilizado); e 91.201.66.44.
Os endereços dos rementes são todos seguidos de @gmail.com.
E os nomes são os seguintes:xekojocu, filiiege, gimaapac, xamikumm, stojociz, pericuao, yopobace, tucicobe, mequnita, sziyakin, katibufu, todugouv, swuoyafi.
Não custa dar uma investigada.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:09

PCdoB não tem opinião sobre Blair

Quem acompanha esse blog sabe que, no dia 1º de fevereiro, enviei oito perguntas ao ministro do Esporte, Orlando Silva, referentes ao encontro que ele teve com Tony Blair, em Londres, quando assistiu ao convite feito pelo governador Sergio Cabral para que o ex-primeiro-ministro britânico fosse consultor das Olimpíadas do Rio.
O blog nunca obteve resposta.

                                   * * *
No dia 7 de fevereiro, um email foi enviado ao presidente do PCdoB, Renato Rabelo.
Nele, foi dito que ?na segunda-feira passada, dia 1º, publiquei uma relação de oito perguntas para serem respondidas pelo ministro do Esporte, Orlando Silva, filiado ao PCdoB.
O tema central da entrevista era o convite feito pelo governador do Rio, Sergio Cabral, a Tony Blair, para que ele desse uma consultoria as Olimpíadas de 2016.
Orlando Silva esteve presente a esse encontro, mas até hoje não houve resposta.
Gostaria de saber, por gentileza:
1 – O ministro Orlando Silva comunicou, com antecedência, a direção do PCdoB, de que participaria de uma reunião com Tony Blair?
2 – O partido está de acordo com comportamento do ministro, que apoiou, com a sua presença, o convite feito pelo governador do Rio para que Blair desse uma consultoria aos organizadores das Olimpíadas de 2016?
3 – Qual a opinião do PCdoB sobre o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair??.
                                     * * *
O PCdoB teve toda a semana, anterior ao Carnaval, para responder a esse blog. Mas preferiu não fazê-lo.
No dia 18, finalmente  – 11 dias após a primeira mensagem ? esse blog recebeu, do presidente do PCdoB, às 14h18m,  o seguinte email:
?O Ministro Orlando Silva Júnior dispõe de assessoria de imprensa que poderá resolver esta sua solicitação. Ao mesmo tempo, desejo lhe informar que o Ministro tem plena autonomia ao exercício de suas funções de Estado.
Do ponto de vista da Presidência do Partido, coloco-me à disposição para eventuais solicitações.
Grato.
Renato Rabelo?
Ás 14h37m, respondi:
 ?Sr. Presidente,
 Certamente devido ao enorme volume de trabalho que ocorre em anos eleitorais, a resposta ao meu email demorou 11 dias.
Entendo que “o Ministro tem plena autonomia ao exercício de suas funções de Estado”, e isso invalida duas das três perguntas que enviei a essa presidência.
Mas a terceira indagação nada tem a ver com o Ministro, e sim com a direção do PCdoB. Por isso insisto nela.
“Qual a opinião do PCdoB sobre o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair?”
Fico grato por sua resposta.
Cordialmente?
Ás 17h45m, nova mensagem do presidente nacional do PCdoB:
?Caro Dacio Malta,
 Como jornalista experiente que é – torna-se necessário contextualizar a pergunta ou pelo menos colocá-la no plano histórico concreto.
 A questão que me colocas a respeito de Tony Blair só tem sentido prático se está relacionada a algum fato objetivo. Já me pronunciei a respeito de encontros realizados pelo Ministro do Esporte no exercício de suas funções de Estado.
Agora se a pergunta se coloca em um contexto mais amplo sobre a situação política na Inglaterra de hoje — com a proximidade de eleições gerais marcadas para o dia 3 de junho próximo ? aí então a pergunta ganha sentido.
Coloco-me sempre à sua disposição.
Renato Rabelo?.
Às 18h13m, encaminhei ao PCdoB:
?Presidente,
 A pergunta que enviei foi muito simples:
“Qual a opinião do PCdoB sobre o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair?”
Apenas isso.
Já entendi a posição do partido com relação ao ministro Orlando Silva.
Acredito que não seja necessário contextualizar absolutamente nada.
Nem sobre o passado de Blair, nem sobre a situação atual da Inglaterra e, muito menos, sobre a posição de Blair diante das eleições marcadas para o dia 3 de junho, quando, a seu juízo, “a pergunta ganha sentido”.
Insisto que a pergunta é simples. Ou, talvez, simplória ao extremo para os senhores.
Mas fique essa presidência à vontade para não respondê-la, se acreditar que é necessário, de fato, contextualizá-la para que eu possa obter uma resposta.
Muito obrigado por sua atenção?.
                                   * * *
Hoje é dia 1º de março.
O email inicial ao ministro completa um mês sem resposta, embora o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, acredite que o ministro de seu partido “dispõe de assessoria de imprensa que poderá resolver essa sua solicitação”.
É verdade que ele dispõe, mas é pena que ela não resolva.
A troca de emails entre esse blog e o presidente do PCdoB foi no dia 18 de fevereiro. Passados onze dias, pode-se afirmar, com absoluta segurança, que o Partido Comunista do Brasil não sabe, ou melhor, não tem opinião sobre o ex-primeiro-ministro Tony Blair.
Já não se fazem comunistas como antigamente.
  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:05

Ministro da tapioca cala para manter boquinha

A foto oficial do ministro. De boca fechada.

A foto oficial do ministro. De boca fechada.

No dia 1º de fevereiro, esse blog postou o seguinte texto com o título ?Qual será a posição do ministro??
?Esse blog enviou, essa manhã, as assessoras de imprensa do ministro Orlando Silva -  Maria José Mundin e Marcia Oliveira Gomes  – as seguintes perguntas para serem respondidas pelo ministro do Esporte:
1. O que o senhor achou da contratação do ex-premier Tony Blair para ser consultor das Olimpíadas de 2016?
2. Qual a sua opinião sobre o ex-primeiro-ministro da Grã-Bretanha?
3. Quando o senhor embarcou para Londres, já sabia dessa agenda com Tony Blair, ou foi surpreendido?
4. O senhor comunicou ao seu chefe, o Presidente Lula, de que participaria desse encontro?
5. Os dirigentes de seu partido, o PCdoB , foram informados previamente?
6. O sucesso das Olimpíadas depende da consultoria de Blair?
7. Pelo o que diz o governador Cabral, um grupo de empresários pagará as despesas dessa assessoria. Não existe nenhum outro item mais relevante, no orçamento, que poderia se pago por esse grupo de empresários?
8. O senhor não seria mais útil às Olimpíadas de 2016 se fosse detentor de um mandato popular, como o de deputado federal, já que seria na Câmara o porta-voz natural dos interesses olímpicos do país?”
Passados 13 dias, o ministro Orlando Silva nada respondeu, embora tenha, com certeza, recebido as perguntas.
O ex-presidente da UNE se comporta mais como um secretário de Sergio Cabral, do que como um ministro do Presidente Lula. E por isso ele não responde. Na verdade, ele não tem o que dizer.
Político sem voto, Orlando Silva de Jesus Junior, que adotou, políticamente, o nome do ?Cantor das Multidões?, decidiu pegar a boquinha das Olimpíadas e está feliz da vida.
Conseguiu um emprego que vai até 2016 – isso é mais do que o mandato de um governador ou de um presidente. E o melhor, sem ter a chateação de prestar contas a quem quer que seja.
Aliás, prestar contas nunca foi o forte do ministro.
Até o episódio dos cartões corporativos, pouco se ouvia falar nele. Até o dia em que foi descoberta a farra dos cartões, quando chegou a pagar uma tapioca de R$ 8,30, com dinheiro dos cofres públicos.
A tapioca foi a ponta do iceberg.
Depois, viu-se que, dentre todos os ministros, ele tinha sido o terceiro que mais utilizara o cartão.
Só em um jantar em São Paulo, na região dos Jardins, o  ministro pagou uma conta de R$ 485,05, em um restaurante, onde o valor médio de uma refeição é de R$ 150,00. O pior é que, nesse dia, não constava de sua agenda nenhuma atividade em São Paulo.
Certo dia, a agenda dizia que o ministro ficaria em Brasília em despachos internos. Mas ele gastou nessa data R$ 196,23 em uma churrascaria do Rio. Descobriu-se que ele pagara hotel para a esposa, a filha e a babá, durante um final de semana na cidade sede das Olímpiadas de 2016.
Menos de 24 horas depois que a colega Matilde Ribeiro foi exonerada, por uso abusivo do cartão, Orlando Silva, em pleno sábado de Carnaval, convocou a imprensa para fazer um anuncio em tom solene: estava devolvendo aos cofres publicos, de uma só vez, não apenas a tapioca, mas tudo o que havia gasto com o cartão de crédito corporativo: R$ 30.870,38.
E assim salvou o pescoço.
Pode-se dizer que isso nada tem a ver com a visita que ele fez a Tony Blair.
Tem sim, pois assim como ele falseava o cartão ? tanto que devolveu tudo o que gastou ? ele falseia o governo a quem serve, e falseia o seu próprio partido, o PcdoB.
Quando Orlando Silva foi chamado a depor na CPI dos cartões, o ministro reclamou das distorções da imprensa:
“Tomei a decisão de recolher aos cofres públicos todas as despesas utilizadas por mim com os cartões corporativos. Foi uma atitude política, um gesto político, que refletiu a minha indignação. Eu percebi que havia uma escalada na distorção de informações que envolvia a minha própria reputação e a minha família. O meu patrimônio é minha família e minha história política. Não poderia tolerar ataques à minha honra, minha ética”.
Para que não houvesse novas “distorções” sobre o pensamento do ministro, esse blog enviou as perguntas.
E por que ele não responde?
Porque teria que discordar de Sergio Cabral. E isso ele não faz, pois quer a boquinha de autoridade olímpica durante os próximos seis anos?
Quem se dispõe, por livre e expontânea vontade, a tomar chá com Blair, além de sorrir para fotos e apertar a mão de um facínora, está disposto a tudo.
Ter Tony Blair como consultor das Olimpíadas será muito ruim.
Mas ter Orlando Silva como gestor das Olimpíadas do Rio será péssimo.
O Rio não merecia isso.
Apesar de jovem, o ex-presidente da UNE representa o que existe de mais atrasado na política brasileira.
O ministro também é o responsável pela requisição do Palácio Gustavo Capanema, onde quer instalar o seu gabinete de trabalho, quando estiver morando no Rio.
Até Carlos Nuzman já tirou o corpo fora. Disse que não conhecia as instalações e nada tinha a ver com essa idéia.
Já o ministro continua calado.
Se perder o emprego terá de disputar votos para que possa continuar na vida pública.
E eleição, pelo jeito, é o tipo de esporte que Orlando Silva prefere distância.
                 * * *  
Ainda sobre a trapalhada de se requisitar o palácio Gustavo Capanema, recebi hoje o endereço do blog da psicopedagoga mineira Cristina Farage, que fala sobre o absurdo da idéia.
Leia o seu texto, e ouça a interpretação extraordinária de Ella Fitzgerald cantando “Samba de Uma Nota Só”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:59

Rio2016 é palhaçada pré-carnavalesca

 Enciumado com a contratação de Tony Blair, Eduardo Paes agora vai contratar o ex-prefeito de Barcelona, Pasqual Maragall, como consultor das Olimpíadas de 2016:
- Quero ser o Maragall no futuro, e quero que o futuro do Rio seja Barcelona.
Quanta palhaçada. Própria do período pré-carnavalesco.
As últimas Olimpíadas foram em Pequim.
Quem será que vai atrás do prefeito da capital da China? O que existe de mais moderno, até agora, foi testado lá?
E as de Moscou?
Quem não se lembra de Misha, o ursinho símbolo das Olimpíadas? É preciso contratar o gênio que inventou esse mascote.
E as de Atenas? Onde tudo começou?
Paris já realizou dois Jogos Olímpicos. E Cabral ainda não foi atrás dos seus idealizadores? Quem sabe os encontre no cemitério de Montmarte?
Para quem não sabe, Londres vai realizar a sua terceira Olimpíada: a primeira foi em 1908 e a segunda em 1948.
Que fique bem claro: Londres já realizou duas outras Olimpíadas, quando Tony Blair ainda não tinha sequer nascido.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:59

As digitais de Tony Blair

O site de Fernando Gabeira está ilustrando as matérias de Cabral com Tony Blair, com uma foto que mostra as mãos do mentiroso número 1 da Europa sujas de sangue:

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:57

Lembranças da ditadura

A última vez que governantes recolheram dinheiro junto ao empresariado, principalmente em São Paulo, foi durante a ditadura militar, principalmente na década de 70, quando muitos deles financiaram a Operação Oban, que torturava, matava e sumia com os cadáveres.
É difícil acreditar que o empresariado hoje se disponha a pagar Tony Blair.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:57

Quem vai pagar a Tony Blair?

O governador Sergio Cabral disse a Radio CBN que Tony Blair, o mentiroso número 1 da Europa, fará um precinho camarada para dar assessoria as Olimpíadas do Rio.
É claro que não existirá Tony Blair nenhum.
Isso é apenas mais uma palhaçada de Cabral.
Mas caso ele insista na aventura é preciso deixar claro o seguinte:
1 – Mesmo que a despesa seja paga por empresários, a população tem o direito de saber quanto estará custando a assessoria de Tony Blair.
2 – É preciso que o governo divulgue o nome dos empresários que pagarão ao mentiroso inglês. E isso com o CPF, caso seja pessoa física, ou CNPJ, no caso de pessoa jurídica.
Aliás, não só o carioca quer saber quem paga o mentiroso.
O mundo inteiro está interessado nisso.

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