• Quarta-feira, 15 Fevereiro 2012 / 9:52

Brasil mata mais jornalistas

     Deu no ‘Globo’:
     “A ONG Repórteres Sem Fronteiras lamentou em seu site o assassinato do jornalista Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, no último domingo, em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul. “Essa violência infelizmente confirma a tendência do último ranking (de liberdade de expressão feito pela ONG), em que o Brasil despenca 41 lugares, até 99a posição”.
O site do diário espanhol “El País” também noticiou o assassinato de Paulo Roberto e destacou que o homicídio é o segundo praticado contra jornalistas no Brasil em apenas uma semana. “Devido às suas denúncias, (Paulo Roberto) já havia sido vítima de um atentado em julho de 2011, quando quase perdeu a vida”. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), cobrou das autoridades brasileiras o esclarecimento do assassinato do jornalista Mário Randolfo Marques Lopes e de sua mulher, Maria Aparecida Guimarães, na última quinta-feira, em Barra do Piraí.
Em nota, a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que o delegado José Mario Omena, responsável pelas investigações, já solicitou imagens das câmeras da rodovia onde o crime ocorreu e também das ruas que teriam sido o provável trajeto feito pelos criminosos.
O delegado acrescentou que ouviria ontem colegas de trabalho de Maria Aparecida. Segundo ele, os dois estão com marcas de algemas na mão direita.
Laudos de necropsia e da perícia no local do crime e na casa das vítimas estão sendo concluídos.
Mário Randolfo Marques Lopes era editor-chefe do jornal eletrônico “Vassouras na Net”, da cidade de Vassouras (RJ). O jornalista fizera denúncias sobre irregularidades do poder público local e já fora alvo de tiros em julho de 2011.
A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) e o Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) também pediram uma investigação para esclarecer os crimes contra jornalistas no Brasil”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:56

ONG não conhece Sergio Cabral

   De ‘O Globo’:
“A organização não governamental Repórteres Sem Fronteiras divulgou ontem lista de 40 políticos, representantes de governo, líderes religiosos, milícias e organizações criminosas considerados “predadores da liberdade de imprensa”. São pessoas ou grupos que, segundo a entidade, não suportam a imprensa, tratada por eles como inimiga, e que atacam jornalistas. “Eles são perigosos, violentos e acima da lei”, diz a nota divulgada pelo Repórteres sem Fronteiras.
Entre os nomes estão o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-i, a máfia italiana, o grupo separatista espanhol ETA. Muitos já integravam a lista ano passado. Para a organização, na América Latina os maiores inimigos da liberdade de imprensa se mantêm os mesmos: os traficantes de drogas, a ditadura cubana (na lista consta o nome de Raúl Castro), as Farc”.
                   * * *
Pena que a ONG não tenha incluído Sergio Cabral entre os predadores da imprensa. 
A ação do governador do Rio diante da Imprensa carioca, desmoraliza os jornais da capital cultural do país.
No final da campanha eleitoral, e depois do horário gratuito de TV, o nível de credibilidade dos jornais deverá estar próximo de zero.

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