• Terça-feira, 13 Julho 2010 / 4:01

Adriana Ancelmo e o Rei Arthur

Do jornalista Claudio Humberto, no ‘Jornal do Commercio’:
“Coincidência. O escritório da mulher do governador do Rio, a advogada Adriana Ancelmo, defende “há tempos” a Service Clean, empresa do grupo do empresário Arhur Cesar de Menezes Soares Filho, o “rei da terceirização”, ganhador de licitações, e amigão de Sérgio Cabral”.
                     * * *
Isso não pode acabar bem.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:57

Chame o ladrão!

 O blog do ex-governador Garotinho diz que “no caso da terceirização da frota da PM, que várias vezes já denunciei aqui, Cabral paga por mês à empresa Julio Simões R$ 4 mil pelo aluguel de um Gol 1.6. Ao final dos 30 meses de contrato terá pago R$ 120 mil. Um Gol 1.6 zero custa hoje na faixa de R$ 30 mil. Isso significa que por 2 anos e meio de contrato, Cabral vai pagar o equivalente a 4 Gols zero, pela manutenção e aluguel de apenas um. É escandaloso. Mas apenas, para dar um subsídio ao Ministério Público reproduzo abaixo, a matéria de setembro do ano passado, do jornal O TEMPO, de Belo Horizonte.
A matéria fala do escândalo que envolve a terceirização da frota da PM da Bahia. Mas reparem, que o Ministério Público da Bahia apurou fortes indícios, inclusive com grampos autorizados, de que o mesmo esquema foi montado pela Julio Simões, no Rio e em Minas Gerais.
Basta aos ilustres promotores e procuradores do Ministério Público do Rio requisitarem aos seus colega baianos, as cópias do inquérito e as transcrições dos grampos.
De uma coisa podem estar certos, o escândalo da Julio Simões com a secretaria de Segurança Pública de Cabral  também virá à tona, como aconteceu com a TOESA e a secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil”.
                    * * *
Uma coisa é certa.
A empresa que terceiriza os veículos da Secretaria de Segurança – seja ela a Julio Simões ou não – tem como sócio o conhecido Rei Athur.
Essa teria sido a única exigência feita pelo Governo do Rio, para que a empresa pudesse prestar o “serviço”.
                    * * *
Se o país fosse sério, certamente faltariam algemas.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:41

A hora e a vez do Rei Arthur

Ao que tudo indica, o Rei Arthur vai precisar de um escritório de advocacia mais eficiente, que cuide de seus negócios futuros.
A não ser que ele tenha decidido colaborar.
O certo é que, a banca que o atende, no momento, não dará conta do recado.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:55

Raphael Bom-Bril, 1001 utilidades

Sobre Raphael de Almeida Brandão:
1. Receber repasses da Petrobras e da Prefeitura do Rio não tem problema.
2. Mesmo que a soma dos repasses chegue a R$ 8 milhões.
3. Que a firma funcione em um endereço que abriga um canil, muito menos.
O que não pode é ser dono de firma de fachada que existe apenas para vender nota fiscal e, muito menos ? e aí o grande escândalo ? ser especialista em teatro de marionetes e programa nuclear, missas, shows e planos de saúde, atuar no Terreirão e na delimitação de áreas marinhas.
Se é verdade que ele atua em todas essas áreas, Rei Arthur vai propor sociedade.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:48

Recordar é viver

Quem mora na Florida, segundo informou outro dia o jornal ‘O Globo”, é o empresário Arthur Soares, conhecido como Rei Arthur, proprietário do Grupo Facility.
Ele tem 64 contratos com o Estado no valor de R$ 1,2 bilhão.
Segundo o jornal, desses total “pelo menos R$ 640 milhões (quase 52%), foram adicionados dos valores contratados originalmente. Uma parte desses aditivos foi feita fora do limite de tempo e também acima dos valores de reajuste previstos nos contratos?.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:25

Bandalheira oficializada

A Assembléia do Rio aprovou uma proposta do governo que permite que Organizações Não Governamentais firmem parcerias com o Estado, para realizar diversos serviços públicos, inclusive nas áreas de Saúde e de Educação.
Assim uma ONG poderá administrar tanto uma escola, quanto um hospital.
A essa altura, o Rei Arthur já deve ter uma meia dúzia de ONGs – cada uma delas com foco específico.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:22

A força do Rei Arthur

No dia 11 de março, ?O Globo? publicou reportagem, de uma página, sobre o Grupo Facility, conglomerado comandado por Arthur Soares, conhecido como o Rei Arthur, amigo íntimo do governador Sergio Cabral, e que tem R$ 1,2 bilhão em 64 contratos vigentes com o Estado.
Foi só um dia, e nunca mais se falou sobre o assunto.
No domingo passado, ?O Globo? voltou a carga ao descobrir que do total de R$ 1,2 bilhão, ?pelo menos R$ 640 milhões (quase 52%), foram adicionados dos valores contratados originalmente. Uma parte desses aditivos foi feita fora do limite de tempo e também acima dos valores de reajuste previstos nos contratos?.
Diz ainda a reportagem, assinada por Dimmi Amora e Ruben Berta, que ?a Lei de Licitações prevê que um contrato de prestação de serviço pode ser renovado por um período de 60 meses (cinco anos)?, mas foram identificados ?quatro contratos além desse limite. Eles somam R$ 206 milhões, sendo R$ 170 milhões em termos aditivos?.
O principal responsável pela ilegalidade, o governador do Estado, nunca foi ouvido pelo jornal.
Hoje, ?O Globo? publica a defesa do governo.
Uma matéria dos dois repórteres informa que os deputados que ajudaram o jornal a apurar a falcatrua do grupo Facility, pedirão uma inspeção do TCE nos contratos de terceirização. O pedido de CPI, anunciado domingo, sumiu do noticiário.
O curioso é que o jornal publica uma ?carta do Governo negando a ilegalidade dos atos? – a carta é maior que a reportagem -  mas o leitor fica sem saber que assina o documento. Seria ela apócrifa?
O tempo todo é dito que ?o governo do Estado?…blá, blá, blá.
Quem é o governo do Estado? Seria o próprio Cabral? Claro que não. Ele só assina convênios.
Na carta, é dito que ?o Governo ainda não conseguiu checar se o valor de 52% do total dos contratos foi conseguido através de aditivos.
Ou o governo é incompetente. Ou não tem controle sobre seus contratos. Ou não sabe fazer contas.
Ou talvez seja tudo isso.
Mas reconhece que três dos quatro contratos estão acima do limite de 60 meses.
Sobre o contrato do Detran, o Governo diz que ? foi prorrogado por apenas 90 dias, para permitir a realização de licitação, que já foi ultimada…?
Quem dizer então que o estado foi pego de surpresa? Há cinco anos sabia-se a data que ele iria acabar, mas o governo do Rio não estava preparado para o seu término.
Segundo o Estado (quem será o Estado?) ?houve troca de comando no Detran, o que ocasionou dificuldades de licitação em tempo hábil, antes do seu prazo de encerramento?. Sem comentários.
Sobre o contrato na área de educação, o governo informa que ?ele foi renovado pelo mesmo preço, em razão de essa secretaria ter entendido ser mais vantajoso?.
Vantajoso por que ? Só se saberia se ele é vantajoso, se fossem conhecidos os preços dos concorrentes. E se o primeiro contrato foi feito com preço superfaturado?
Já sobre a procuradoria- geral do Estado, é dito que a empresa Vigo perdeu a licitação.
Mas qual foi a empresa que venceu? Rei Arthur não é proprietário apenas da Vigo. Ele tem uma  infinidade de empresas. E, as vezes, ele concorre contra ele mesmo.
Finalmente,  Rei Arthur não tem apenas 23,2%, quase um quarto, de tudo o que o Estado terceiriza.
Uma curiosidade, por exemplo: com qual empresa o governo Sergio Cabral terceirizou a frota de carros da polícia? Quem são os seus proprietários?
Quem procura acha.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 18:04

Quem pergunta sabe – 2

O ex-prefeito Cesar Maia faz nova indagação:

“Será que o Arthur que é dono do Porcão de Miami é o mesmo Arthur da Facility?”

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 18:03

Quem pergunta sabe

Quem sabe perguntar, só pergunta quando tem certeza da resposta.

O ex-prefeito Cesar Maia em seu blog de hoje indaga:

“Será que o Arthur dono do Porcão de Nova York é o mesmo Arthur da Facility e do oligopólio de licitações de prestação de serviços do governo Cabral?”

Copyright © 2010. Todos os direitos reservados.