• Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:51

Cabeça de Ciro atende a cacique

A cabeça de Ciro Gomes está valendo, até agora, muito pouco para o PSB.
Até agora, o único que ganhou foi o senador Renato Casagrande, que se candidatará ao governo do Espírito Santo, com o apoio do PMDB, do governador Hartung, e do PT.
Na verdade, o PT – beneficiário da cabeça de Ciro – não entrou com nada. No Espírito Santo quem perdeu foi o PMDB, cujo vice Ricardo Ferraço dividia, com Casagrande, a preferencia do eleitorado.
O que o PT fez foi apenas acompanhar o PMDB.
Casagrande, como secretário-geral do PSB, é o segundo nome na hierarquia do partido e não tem absolutamente nada a perder, já que seu mandato, no Senado, vai até 2015.
Mesmo se for derrotado nas urnas, ele terá mais quatro anos de mandato.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:52

Capixabas se livram de Hartung

De Renata Lo Prete:
“Aliados do governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), apontam dois fatores para sua anunciada desistência em disputar o Senado: 1) desconfiança em passar o governo ao vice, Ricardo Ferraço, que disputará o cargo; 2) desgaste com as denúncias sobre o sistema prisional (superlotado e violento) expostas na Comissão de Direitos Humanos da ONU.
Hartung explica: “Nunca renunciei a um mandato no Executivo. A atividade pública não significa ter um mandato colado no outro”. Ele também descarta uma engenharia para lançar o prefeito de Vitória, João Coser (PT), para a sua sucessão. “Ele [Coser] disse ontem mesmo , que não vai disputar.”

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:50

Lula não vai vetar emenda Ibsen

No dia 2 de setembro do ano passado, esse blog publicou a seguinte nota:
“Para que não reste dúvida: o governador Sergio Cabral não ganhou absolutamente nada no projeto dos royaltes do pré-sal.
Mesmo que a imprensa que o apóia noticie o contrário.
O relator poderá ser do PMDB, do PT, do PP, do PCdoB, do PRB, do P que ele desejar, que isso não terá nenhuma influência.
O plenário, tanto da Câmara quanto do Senado, irá defender os seus Estados. Esse é o normal, é o óbvio.  Afinal é lá que eles são votados, e não no Rio de Janeiro.
E Cabral será o grande derrotado.
Ele quis ganhar no grito, e agora terá de engolir em seco.
E, dessa vez, o ditado ?quem viver verá?, nem sem aplica.
Bastará viver mais 90 dias para ver.
É só esperar”.
    * * *
No dia 3 de novembro, o blog comentou uma reunião do governador Sergio Cabral com poucos parlamentares, e mais o governador Paulo Hartung. E disse que:
“Ao final do encontro, ele (Cabral) informou que pedirá ao Presidente Lula que mude o projeto.
Ou seja: não existe estratégia parlamentar. Existe uma tentativa de ganhar no tapetão.
E é óbvio que Lula não vai brigar com o PMDB, com a maioria do Congresso e mais com os 24 estados, para atender o Rio de Janeiro e o Espírito Santo.
José Serra, governador de São Paulo, um dos estados produtores, sentiu o ridículo que seria a reunião e pulou fora”.
     * * *
No dia 25 de novembro foi dito:
“Como esse blog diz desde o primeiro dia que começaram a discutir a partilha dos royaltes do pré-sal, o Rio de Janeiro não tinha, e não tem, a menor chance de conservar as parcelas do regime anterior.
Não existe a possibilidade de um parlamentar de outro estado  votar contra os interesses de seus eleitores. E isso vale para o todo e sempre, e não apenas porque estamos próximos as eleições de 2010.
O governador Sergio Cabral sabe disso e o que fez ontem, em Brasília, não passa de jogo de cena.
Aliás, cena típica de um teatro mambembe.
Como é destemperado e desastrado, disse Cabral:
- E ainda vem um grupo de parlamentares, por motivos diferentes, roubar o Rio de Janeiro. É perder absolutamente o respeito federativo, é abrir um precedente perigoso no Congresso Nacional.
A declaração em nada ajuda o Rio de Janeiro.  Quanto mais chamando de ladrão o líder de seu partido na Câmara.
Diz ainda Cabral:
- Peço a solidariedade dos governadores nordestinos em nome do povo nordestino que mora no Rio.
Os governadores nordestinos estão solidários com as suas regiões e não com os que migraram para o Rio de Janeiro.
Como Cabral prefere sempre um tapetão, diz ele:
- Vou procurar Lula.
E mais:
- Hoje são deputados da base do governo que estão assinando emendas. É um governador da base do governo que está fazendo proselitismo e demagogia com o estado alheio, querendo se notabilizar nacionalmente com prejuízo do povo do Rio.
Cabral se refere ao governador Eduardo Campos, de Pernambuco, líder dos governadores nordestinos.
Como recordar é viver, vamos aos fatos.  Eduardo Campos foi o convidado de honra de Cabral para assistir ao desfile das escolas de samba no domingo de Carnaval de 2007. E Campos recepcionou Cabral, no Recife, na Terça-Feira Gorda do mesmo ano.
E foi de Recife, com menos de 60 dias no governo, que o governador do Rio  decolou para São Bartolomeu – o paraíso dos milionários no Caribe.
A coisa mais fácil do planeta é Eduardo Campos saber o prefixo do jatinho e o nome dos ocupantes que acompanharam Cabral na farra de 2007″.
      * * *
Agora, às 12h12m, o Globo Online publicou a seguinte notícia, assinada pela repórter Eliane Oliveira, enviada especial de ‘O Globo’ a Amã, na Jordânia:
“Momentos antes de voltar para o Brasil, depois de uma viagem de cinco dias ao Oriente Médio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira que não vai se envolver na polêmica sobre os royalties, que provocou protestos e resultou em uma passeata com mais de 150 mil pessoas no dia anterior no Centro do Rio de Janeiro. Lula disse que já havia alertado a todos os líderes sobre o risco de haver problemas este ano, devido às eleições, e avisou que a questão terá de ser resolvida no Congresso Nacional.
“Já cumpri minha parte. Minha vontade era não votar os royalties este ano, pois sabia que era um ano político e que em ano de eleição todo mundo quer fazer gracinha. Disse que era para deixar para o ano que vem, pois tudo isso é para 2016. Não precisaria dessa pressa agora. Portanto, meus companheiros, a bola está nas mãos do Congresso Nacional e o Congresso que resolva o problema” – declarou.
Lula não quis dizer se faria o veto pedido pelo Rio e evitou fazer qualquer comentário a respeito. Ele disse que, se o que sair do Congresso for muito diferente da proposta do Executivo, vai se “debruçar em cima do que for aprovado”.
       * * *
O destempero, a incompetência, a falta de visão política, a arrogância e o bajulismo do governador Sergio Cabral estão afundando o Rio de Janeiro.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:49

Hartung, ‘laranja’ de Sergio Cabral

O site do Governo do Espírito Santo informa que,”por sugestão do governador Paulo Hartung, não houve pronunciamentos de políticos durante o evento” de protesto, no Rio, contra a Emenda Ibsen Pinheiro.
Então o covarde seria o governador do Espírito Santo?
É claro que não.
Não faz sentido o governador capixaba vir tirar uma casquinha na passeata, e ainda determinar que não haveria discursos políticos. Ou será que ele manda nas lideranças do Rio de Janeiro?
Hartung se comporta, na verdade, nesse episódio, apenas como o ‘laranja’ de Sergio Cabral.
O governador do Espírito Santo, condenado que foi pela ONU, por empregar facínoras nos presídios de seu Estado, humilhando presos e fazendo vista grossa para assassinatos e esquartejamentos dentro de suas masmorras, se presta a mais esse papel deplorável.
Cabral e Hartung se merecem.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:48

A covardia de Sergio Cabral

Às 18h10m, esse blog postou uma nota com o título ‘Covardia ou bom senso?’, em que comentava o fato de não ter havido um único discurso, depois de uma passeata que protestou contra a emenda que retira R$ 7 bilhões do Rio de Janeiro, referentes aos royaltes do petróleo.
Da passeata participaram dois governadores, senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e dirigentes políticos de todos os partidos.
Às 20h30m, o blog do ex-governador Garotinho optou pela covardia.
Veja o seu texto:
“O ato organizado para protestar contra a emenda Ibsen Pinheiro que tira do Estado do Rio os royalties do petróleo frustraram as pessoas presentes na Cinelândia.
Milhares viajaram mais de 400 Km para lutar contra a ilegalidade e a injustiça cometidas contra o nosso Estado.
Esperavam pelo menos a palavra dos dois governadores dos Estados mais prejudicados, Rio de Janeiro e Espírito Santo, respectivamente, Sérgio Cabral e Paulo Hartung.
Alertado por assessores que o risco de uma estrondosa vaia esperava por ele, Cabral decidiu a revelia da maioria da comissão organizadora, que ninguém iria falar.
Foi um desencanto geral, um ato de esclarecimento político virou um show, nem mesmo o apelo desesperado do prefeito Eduardo Paes, seu aliado político, e de seus assessores diretos fez Cabral perder o pavor pela vaia.
As caravanas que vieram de todo o estado, deixaram a Cinelândia revoltados, afinal não saíram de suas cidades para assistir a um show e sim participar de um ato político de repúdio à covardia contra a Rio.
Que vergonha !
O prefeito do Rio limitou-se a subir no palco e dizer: ?esse será um ato com a cara do Rio, muita música e generosidade?.
O ato contra a covardia que está sendo cometida contra o Rio acabou por revelar que o Rio não tem um líder, mas um covarde, que não teve coragem de subir no palanque e dizer uma palavra sequer às milhares de pessoas presentes”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:48

Covardia ou bom senso?

Deve ter sido duro para a prefeita Rosinha Garotinho ter de segurar a mão de Sergio Cabral. E vice-versa.

Deve ter sido duro para a prefeita Rosinha Garotinho ter de segurar a mão de Sergio Cabral. E vice-versa.

Na cidade mais politizada do país, os políticos decidiram  que,  na manifestação em favor do Rio de Janeiro, não haveriam discursos.
Eles participaram da passeata , da Candelária a Cinelândia, molharam a camisa com a chuva forte que caiu, principalmente quando a caminhada chegava ao final,  subiram no palanque armado em frente a Câmara dos Vereadores, deram-se  as mãos ? Cabral entre Rosinha Garotinho e  Paulo Hartung  ?  e ponto final.
Um grupo musical atacou com ?Do Leme ao Pontal?, e o único discurso foi do prefeito Eduardo Paes, que pediu a palavra para avisar que não haveria discursos.
- Nosso protesto já foi feito na  passeata.  Como estamos no Rio de Janeiro, agora é só festa.
O locutor anunciou uma série de atrações e os políticos se foram.
Sem discursos, ninguém foi vaiado. Nem aplaudido.
?Covardia? era a palavra de ordem contra a emenda que subtraiu os royaltes, que certamente voltarão.
Teriam  os políticos se acovardado, ou o bom senso falou mais alto?
Cada um adote a tese que bem entender.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:47

Hartung sem a bandidagem

Ainda no Ancelmo:
“Paulo Hartung, o governador do Espírito Santo, promete trazer para o ato uma grande delegação capixaba”.
Espera-se que ele não traga os facínoras que ele emprega nos presídios capixabas, e que ontem foram condenados pela ONU.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:42

Jornal do ES censura Gaspari

Tem gente que reclama dos coronéis do Nordeste, e não conhecem os do Sudeste. No Rio, em pleno século XXI, temos o governador Sergio ‘Blindado’ Cabral, mau como um pica-pau. Ele domina a imprensa da antiga capital cultural do país. Pois não é o que seu parceiro do Espírito Santo, Paulo Hartung, do PMDB, faz o mesmo?
No domingo, o jornal ‘A Tribuna’, de Vitória, deixou de publicar o texto do jornalista Elio Gaspari, intitulado ‘As masmorras de Hartung aparecerão na ONU’, segundo o editor do jornal, Francisco Henrique Borges, por um “problema técnico”.
Alguém acredita nisso? É muita coincidência…
Lá, como aqui, a verba publicitária com certeza fala mais alto. Então nada de noticiar que Hartung terá de prestar esclarecimentos à ONU sobre a situação das carceragens no Estado, nada de falar de crimes hediondos entre os presos e muito menos apontar números de superlotação nos presídios capixabas.
Para informar os leitores do Espírito Santo, que não puderam ler o artigo, censurado que foi pela ‘A Tribuna’ aí vai o seu texto:

                                * * *

“Na segunda-feira, dia 15, o governador Paulo Hartung (PMDB-ES) tem um encontro marcado com o infortúnio. Depois de anos de negaças, o caso das ?masmorras capixabas? será discutido em Genebra, num painel paralelo à reunião do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Hartung tem 52 anos, um diploma de economista e a biografia de um novo tipo de político. Esteve entre os reorganizadores do movimento estudantil no ocaso da ditadura. Filiou-se ao PSDB, ocupou uma diretoria do BNDES, elegeu-se deputado estadual, federal e senador.
Na reunião de Genebra estará disponível um ?Dossiê sobre a situação prisional do Espírito Santo?. Tem umas 30 páginas e oito fotografias que ficarão cravadas na história da administração de Hartung. Elas mostram os corpos esquartejados de três presos. Um, numa lata. Outro em caixas e uma cabeça dentro de um saco de plástico. Todos esses crimes ocorreram durante sua administração. Desde a denúncia da fervura de presos no Uzbequistão o mundo não vê coisa parecida.
As ?masmorras capixabas? são antigas, mas a denúncia teve que ser levada à ONU porque as organizações de defesa dos direitos humanos não conseguem providências do governo do Espírito Santo, nem do comissariado de eventos de Nosso Guia. Sérgio Salomão Checaira, presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, demitiuse em agosto do ano passado porque não teve apoio do Ministério da Justiça para reverter o quadro das prisões de Hartung. Há um mês, uma comitiva que visitava o presídio feminino de Tucum (630 presas numa instituição onde há 150 vagas) foi convidada a deixar o prédio.
Se quisessem, poderiam conversar com as prisioneiras pelas janelas.
O Espírito Santo tem sete mil presos espalhados em 26 cadeias, com uma superlotação de 1.800 pessoas. Há detentos guardados em contêineres sem banheiro (equipamento apelidado de ?micro-onda?). Celas projetadas para 36 presos são ocupadas por 235 desgraçados. Alguns deles ficam algemados pelos pés em salas e corredores.
Os governantes tendem a achar que os problemas vêm de seus antecessores, que as soluções demoram e que, em certos casos, não há a o que fazer. Esquecem-se que têm biografias.
O relatório com fotos dos esquartejados está no seguinte endereço: http://www.estadao.com.br/especiais/2009/11/crimesnobrasil_if_es.pdf Aviso: é barra muito, muito pesada”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:33

Reunião com Cabral é mistério

O site do ex-governador Garotinho informa que “a prefeita Rosinha Garotinho, presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), conquistou importantes adesões nesta terça-feira para a campanha ?Justiça para quem produz?, durante encontro com o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, em Vitória, e mais 17 prefeitos capixabas. De Vitória, ela seguiu para o Rio, onde nesta quarta-feira, às 10h, se reúne com representantes do Fecomércio e, às 15h, estará com o governador Sérgio Cabral, que receberá os prefeitos que fazem parte da Ompetro”.
Esse encontro não faz parte da agenda do governador do Rio. Portanto existem três opções:
1 – Ele receberá a comissão, mas não quer dar publicidade a reunião.
2 – Ele não receberá a comissão, por isso não agendou o encontro.
3 – Ele encarregará o Vice Pezão ou outro secretário de Estado para estar com os prefeitos, já que entre eles está Rosinha Garotinho, e Cabral não quer ser fotografa ao lado de sua antecessora.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:01

Cabral faz promessa para sucessor

 O fanfarrão Sergio Cabral está cada dia mais cara de pau. Ontem, ele afirmou, e o ‘Estadão’ publicou  - sempre os jornais de São Paulo - que no primeiro semestre de 2011 não haverá mais presos nas delegaciais.
Mas em 2011, o governador será outro. Talvez até ele mesmo, se tiver um pouco de sorte.
O que não dá é para fazer promessa que só será cumprida no próximo governo.
Ou não será ele que cumprirá a meta, ou ele faz propaganda eleitoral ao afirmar que esvaziará as delegacias no próximo ano,
Vejam a matéria assinada por Marcelo Auler:
“O ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), e o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Luiz Zveiter, lançaram ontem no Rio o Programa Preso Zero, que tem como meta retirar detentos das delegacias. Segundo Cabral, o Estado deverá atingir a meta no primeiro semestre de 2011.
“Posso garantir que, com todos os atrasos que possam ocorrer, vamos chegar ao fim de 2010 com o menor porcentual (de presos em delegacias)”, disse Cabral. “Até o primeiro semestre de 2011 não haverá mais presos em delegacias.”
Mendes, que ontem foi a Vitória discutir com o governador Paulo Hartung (PMDB) a implementação do mesmo projeto no Espírito Santo, explicou que o CNJ estima que estejam em delegacias cerca de 10% dos 470 mil presos do Brasil. Ele diz ser necessário “trabalhar bastante para a construção de carceragens”.
Os três assinaram convênio do projeto Começar de Novo, pelo qual o Estado se compromete a fornecer condições a presidiários para que eles consigam trabalho. Cabral anunciou que está sendo estudada a maneira como o Estado poderá estabelecer, em licitações, “um porcentual para a contratação, nas terceirizações em geral, da população carcerária”. Mendes defendeu o uso do trabalho de presos na construções de estádios da Copa.
O ministro insistiu na necessidade de reduzir o numero de presos provisórios no País, que beira os 206 mil, o que representa 44% da população carcerária. “Queremos reduzir, mas não na perspectiva de libertá-los, e sim nas perspectiva de eventualmente transformá-los em presos cumprindo sentença”, disse Mendes. “Queremos ter redução em 20% com sentença.”

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