• Terça-feira, 24 Abril 2012 / 13:41

Aldo exonera protegido do Tapioca

    Da colunista Vera Magalhães, no Painel da ‘Folha’:
    “O ministro Aldo Rebelo (Esporte) exonerou discretamente na semana passada o ex-secretário-executivo na gestão Orlando Silva, Waldemar de Souza, que tinha sido encostado em outra função na pasta”.
                            * * *
É óbvio que o ministro Aldo Rebelo teve motivos suficientes para exonerar o protegido de Orlando Silva, o ministro da Tapioca.
Quem for investigar, certamente encontrará.
E Tapioca saiu, mas continua devendo.

  • Quarta-feira, 04 Janeiro 2012 / 10:00

Processo contra Orlando Silva avança

     A ‘Folha” informa que de todos os ministros demitidos por Dilma Rousseff, o  processo “mais avançado é o de Orlando Silva (PC do B), que deixou o Ministério do Esporte em outubro. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal de Orlando e do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que o antecedeu no cargo”.
                               * * *
Antes que eu esqueça.
Orlando Silva, o ministro da Pamonha, já foi tarde…

  • Domingo, 06 Fevereiro 2011 / 10:29

PCdoB reclama de que?

     Do colunista Ilimar Franco, de ‘O Globo’:
“Convidado para assumir a Autoridade Pública Olímpica, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, quer acumular com a organização da Copa de 2014. O PCdoB está cada vez mais irritado com esse encaminhamento”.
                   * * *
Esse irritação só pode ser por questões de poder (ou caixa).
Conflito ideológico é que não é.
Afinal, não foi o comunista Orlando Silva, o ministro da Tapioca, que foi a Londres buscar instruções para o Rio2016 com o facínora Tony Blair?

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:56

Tapioca diz que não tem culpa

O que faz o ministro do Esporte, Orlando Silva?
Nada.
Ao site do IG, o ministro – aquele que pagou uma tapioca com dinheiro público – disse que o governo nada tem a ver com o atraso na construção e/ou remodelação dos estádios para a Copa de 2014.
- A União não tem responsabilidade na construção das arenas, pois entrou apenas com o financiamento, por meio do BNDES. Isso é responsabilidade das cidades.
Ocorre que das 12 capitais, apenas três pediram empréstimo ao banco.
Será que o ministro da Tapioca não está interessado em saber por que as outras nove cidades não apresentaram seus projetos no BNDES?
Não cabe a ele, pressionar – ou animar – os estados para que o cronograma seja cumprido?

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:44

Senado unânime derrota Nuzman

 Do repórter Afonso Morais, para o site ‘Congresso em Foco’:
“A decisão foi unânime. Nove senadores rejeitaram a proposta do presidente dos Comitês Olímpico Brasileiro (COB) e do Rio 2016 (CORio 2016), Carlos Arthur Nuzman, para alterar duas leis federais que regulamentam a proteção aos símbolos olímpicos. Como o Congresso em Foco publicou (dia 19), a intenção de Nuzman era aumentar de forma exagerada a lista de restrições, proibindo a utilização, mesmo que claramente não comercial, de termos como Olimpíadas e Jogos Olímpicos, a não ser com autorização expressa do COB e pagamento de royalties. Levada ao pé da letra, a restrição proposta do Nuzman poderia proibir mesmo a realização de Jogos Olímpicos escolares ou a já tradicional Olimpíada de Matemática. Além disso, o presidente do COB estendia a lista de palavras restritas, incluindo termos como “Rio”, “Rio de Janeiro”, “2016″ e até “medalhas” e “patrocinador”.
Durante audiência pública realizada na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, alguns parlamentares ironizaram a sugestão polêmica do COB para restringir o uso de palavras usadas no cotidiano. Ao final, a presidente da sessão, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), comunicou que a Comissão de Educação enviará ofício ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), informando que a reunião foi realizada e que as alterações propostas nas Leis 12.035 (Ato Olímpico) e 9.615 (Lei Pelé) não foram aprovadas.(…)
O problema foi a forma utilizada por Nuzman – uma carta a Sarney – e a extensão exagerada das restrições que ele propunha. Durante a reunião, alguns senadores criticaram a maneira escolhida por Carlos Nuzman de encaminhar o documento. ?Foi atípica e inusitada a forma que o COB conduziu sua proposta para criar um projeto de lei?, reclamou Álvaro Dias (PSDB-PR).
E questionou a ausência do dirigente esportivo, que mandou um representante, o diretor de Marketing do COB, Leonardo Gryner, à audiência. ?É uma demonstração de desinteresse. Nuzman nem veio defender pessoalmente sua proposta. A carta que enviou ao presidente Sarney reiterava pedido de urgência, mas ele preferiu comparecer a outra comissão e hoje não apareceu na CE. A proposta deveria ser ignorada como ele ignorou a audiência?, atacou Álvaro Dias.  O ministro do Esporte, Orlando Silva, como Nuzman convidado para a audiência, também declinou do convite e nem mandou representante”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:43

Tapioca não tem tradução

Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é espero o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é esperto o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Da colunista Monica Bergamo, da ‘Folha’:
“O ministro Orlando Silva, do Esporte, está fazendo curso de inglês para se preparar para a Copa 2014.
Ele se matriculou há alguns dias na escola Wizard.
                    * * *
Assim está explicada a presença do ministro da Tapioca no encontro promovido, em Londres, por Sergio Cabral, com o ex-Premier Tony Blair, que foi convidado a assessorar as Olimpíadas de 2016.
Ou seja: Orlando Silva não entendeu patavinas do que foi discutido, portanto está absolvido.
Cabral, que mal fala português, também não fala inglês.
Tanta um quanto o outro são incapazes de fazer um relato plausível sobre o que conversaram.
Esse é um segredo que ficará com Carlos Alberto Nuzman, presidente do COB, que acompanhou os dois patetas na reunião com Blair, e serviu de intérprete.
Ele é o único que conhece, com exatidão, a proposta feita ao inglês e a sua resposta.
                    * * *
O resto é como diz Monica Bergamo:
“My name is Orlando”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:40

Ministro da Tapioca contrata fantasma

Do jornalista Claudio Humberto em seu site:
Com o título “Fantasminha Camarada”, o seguinte texto:
“O Ministério do Esporte contratou por R$ 3,4 milhões uma empresa para prestar serviços a ?Autoridade Pública Olímpica?, que não existe”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:40

Nuzman e ministro da Tapioca fogem do Senado

Do repórter Afonso Moraes para o site ‘Congresso em Foco’:
“Há quase três mil anos, quando os gregos inventaram os Jogos Olímpicos, expressões como Olimpíadas e espírito olímpico foram incorporadas à cultura ocidental. Mais ainda depois que o Barão de Coubertin criou as Olimpíadas da Era Moderna em 1896. Desde então, disputar medalhas em olimpíadas ? de matemática, de xadrez, nas escolas ? tornou-se algo comum. No Brasil, que sediará os jogos de 2016, porém, as pessoas correm agora sério risco de ser impedidas de usar tais expressões. A utilização desses termos está ameaçada de ficar sujeita à autorização expressa do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 (CORio 2016) que, caso queira, só a liberará mediante o pagamento de royalties.
Isso é o que acontecerá se for aprovada a proposta do presidente das duas entidades, Carlos Arthur Nuzman. No final do ano passado, de forma discreta, ele enviou ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sugestões para alterar duas leis que regularão os jogos para assegurar direitos de exclusividade para todas as expressões diretamente relacionadas com as Olimpíadas de 2016.
Se as autorizações sugeridas por Nuzman forem acatadas, será necessária autorização dele para utilizar, até o encerramento dos Jogos de 2016, expressões que estão incorporadas à cultura ocidental há milênios, como ?Olimpíadas?, ?Jogos?, ?Olímpicos?, ?medalhas?. A restrição vai além. Atinge até o numeral ?2016?. Mais do que isso: poderá ser necessária a aprovação de Nuzman para usar o nome da cidade do Rio de Janeiro ? sob pena de responder a processo judicial por perdas e danos e concorrência desleal ?, já que a palavra ?Rio? também consta na lista de restrições do COB. Até mesmo o termo ?patrocinador?, usado por um sem número de diferentes atividades comerciais, está na lista.
Na surdina, em carta enviada ao presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), a oito dias do fim do ano legislativo de 2009, o cartola propõe a inclusão de novos termos no Ato Olímpico (Lei 12.035/09), lei que regula a realização dos jogos. Em sua versão original, que se encontra em tramitação no Senado, já é proibido o uso comercial das expressões ?Olimpíada?, ?Olimpíadas? e ?Olímpico?. Mas está aí a primeira diferença entre o que já está proposto e o que Nuzman sugere. A Lei Pelé (9.615/8) ressalva uma exceção: as palavras e os símbolos olímpicos estão liberados por ela para utilizações não comerciais, culturais e educativas. Nuzman quer suprimir essa ressalva.
A supressão na Lei Pelé é a primeira sugestão de Nuzman. A segunda é a ampliação da lista de termos que seriam protegidos. O Ato Olímpico é uma lei decretada pelo governo federal para estabelecer normas e regras para a realização dos ?Jogos de Verão? (aliás, outro termo relacionado às Olimpíadas incluído na lista negra do COB). E tem validade até o encerramento dos eventos. Ou seja, as restrições sugeridas valeriam pelos próximos seis anos.
Entre outros pontos, o Ato Olímpico garante a utilização comercial exclusiva pelos patrocinadores oficiais dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos e protege a marca e os símbolos olímpicos de empresas oportunistas que usam o marketing de emboscada ? assim denominada a ação de empresas não licenciadas para tirar proveito da exposição e potencial faturamento dos jogos ? para burlar a lei e faturar sem pagar pelos direitos de exclusividade. Especialistas concordam com alguns dos dispositivos legais de proteção que o Ato Olímpico propõe. Mas as sugestões de Nuzman podem extrapolar essa necessidade de proteção e gerar mecanismos que vão ferir a liberdade de expressão e a propriedade intelectual.
No ofício (2890/09) expedido em caráter de urgência pelo CORio 2016, no último dia 14 de dezembro, Nuzman justifica o seu pedido para ampliar as exigências do Ato Olímpico para ?melhor proteger as marcas, símbolos e as designações relativas aos Jogos Rio 2016?. Em março deste ano, em outra carta-ofício (550/2010), o dirigente esportivo reitera que o pedido é urgente. As alterações sugeridas pelo cartola demonstram o aparente intuito de controlar a produção acadêmica e cultural de pesquisadores, escritores e especialistas dedicados ao movimento olímpico. E aí se encontra outro ponto controverso.
Nas cartas, Nuzman solicita a Sarney a supressão da parte final do parágrafo segundo do artigo 15 da Lei Pelé, ?de modo que nenhuma entidade em território nacional possa fazer uso das expressões ?Olímpica? e ?Olimpíada? e suas variações, ainda quando se tratar de eventos vinculados ao desporto educacional e de participação?. E a recente derrota sofrida por Carlos Nuzman na Justiça pode ajudar a entender sua atitude.
O risco de que Nuzman possa se valer das restrições que deseja mesmo para evitar que aconteçam as Olimpíadas de Matemática ou as Olimpíadas do SESI não parece ser exagerado por conta de um episódio. Em janeiro, ele já tentou tirar das prateleiras das livrarias, por meio de notificação extrajudicial, o livro ?Esporte, Educação e Valores Olímpicos?, da escritora e professora Katia Rubio, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, alegando o uso indevido dos símbolos olímpicos, apenas porque o título da publicação trazia a palavra ?Olímpicos?. Autora de 15 obras dedicadas ao esporte e ao olimpismo, a pesquisadora não cedeu e contratou o advogado Alberto Murray Neto, ex-membro do COB e desafeto de Nuzman.
E o argumento invocado pela defesa da docente foi justamente o trecho da Lei Pelé que Nuzman agora pede para extrair e que faculta o uso dos símbolos e das palavras relacionadas ao movimento olímpico para fins educacionais, pedagógicos e acadêmicos. Para Murray Neto, há uma relação direta entre a derrota sofrida por Nuzman no caso do livro e sua sugestão de alterar a Lei Pelé. ?É condenável a atitude do COB em não divulgar à sociedade o conteúdo da carta enviada ao senador José Sarney, uma vez que se trata de alterações de leis federais. O comitê insiste em agir às escondidas?, critica o advogado.
Para Murray Neto, a intenção é alterar o Código da Propriedade Intelectual de maneira autoritária. ?Juridicamente, os argumentos contidos na carta do COB são infundados. A atual legislação não ameaça o contrato assinado entre as cidades sede e o Comitê Olímpico Internacional. O que está por trás disso é a intenção do COB de controlar as publicações científicas, o livre pensamento e a literatura olímpica como fez com a professora Katia Rubio?, ataca.
Há quem desconfie de que Nuzman utilizou-se do expediente de enviar uma carta diretamente a Sarney próximo ao fim do ano legislativo com a intenção de, talvez, conseguir aprovar as restrições sem alarde. Mas a polêmica não passou despercebida e, para debater os efeitos da sugestão controversa do dirigente, a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado (CE) organizou audiência pública, amanhã (20), às 10h, para ouvir o presidente do COB, o ministro do Esporte, Orlando Silva, e um especialista em marcas e propriedade intelectual. Vale ressaltar que Nuzman mantém ótima relação com alguns parlamentares e pode, assim, aprovar as sugestões que fez.
Mas, para a senadora Marisa Serrano (PSDB), autora, com o senador Flávio Arns (PSDB-PR), do requerimento de audiência pública, as propostas de Nuzman precisam ser avaliadas com cuidado. ?A atitude de Nuzman de enviar a proposta num documento endereçado ao próprio Sarney é incomum?, analisa ela. Para a senadora, o mais adequado teria sido Nuzman encaminhar a sugestão à comissão referente ao tema, no caso, a Comissão de Educação e Desporto. ?A maneira usada pelo presidente do COB foi draconiana e pode engessar o processo democrático. Não é possível cercear o direito de usar determinadas expressões. Vamos debater com cautela cada ponto da proposta e clarear todas as questões?, promete Marisa Serrano.
Se a intenção de Nuzman era evitar os holofotes, não deu certo. Mas ele conseguiu evitar a exposição direta. Antes, ele e o ministro Orlando Silva tentaram remarcar a reunião na semana passada alegando compromissos inadiáveis. Como não conseguiram, enviarão ao Senado representantes. Para substituir Nuzman, participará o diretor de marketing do COB, Leonardo Gryner. E o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Leyser, será o representante do Ministério do Esporte.
Procurado pelo Congresso em Foco, o COB não retornou os pedidos de entrevista, nem respondeu a um questionário sobre o tema que foi enviado por e-mail”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:20

Roubalheira na pasta do PCdoB

Na semana passada, cinco pessoas foram presas, em Brasília, acusadas de desviarem R$ 1,99 milhão do total de R$ 2,9 milhões respassadas pelo ministério do Esporte, a duas ONGs ligadas ao PCdoB.
O dinheiro era do programa ‘Segundo Tempo’ e, segundo a polícia, foram usadas notas frias para simular compra de merenda, uniforme e material esportivo em nome da Federação Brasiliense de Kung Fu e da Associação João Dias.
O presidente dessa ONG foi candidato a deputado distrital, em 2006, pelo PCdoB de Brasília, na chapa encabeçada por Agnelo Queiroz, que deixou o ministério do Esporte para se candidatar ao Senado. Ambos foram derrotados. O atual ministro, Orlando Silva, também foi indicado pelo PCdoB.

                                                       * * *
Pode ser que uma coisa nada tenha a ver a outra, mas só para recordar.
No dia 13 de de fevereiro, esse blog deu uma nota, com o título “Ministro da Tapioca cala para manter boquinha”, onde criticava Orlando Silva, que participou de um encontro, em Londres, com Tony Blair, convidado para ser consultor das Olimpíadas de 2016.
O curioso é que desde a semana passada, quando prenderam os cinco acusados de desviarem dois terços do dinheiro do ministério, esse blog, especificamente, essa nota, passou a receber dezenas de ‘spam’, com os mais variados remetentes, mas todos vindos de apenas quatro computadores.
Todos os nomes tem oito letras, e estão inscritos no gmail.

                                                         * * *
A título de cooperação com a Polícia Civil, de Brasília, e com a Polícia Federal, indicarei aqui os nomes registrados no gmail, e mais os IPs dos computadores. Pode ser que seja apenas uma coincidência, mas quem sabe algum desses computadores seja de propriedade de alguém ligado a bandidagem, que promoveu a roubalheira no Ministério do Esporte.
Os IPs são os seguintes: 82.248.172.10; 89.248.172.10; 93.174.93.37 (esse o mais utilizado); e 91.201.66.44.
Os endereços dos rementes são todos seguidos de @gmail.com.
E os nomes são os seguintes:xekojocu, filiiege, gimaapac, xamikumm, stojociz, pericuao, yopobace, tucicobe, mequnita, sziyakin, katibufu, todugouv, swuoyafi.
Não custa dar uma investigada.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:19

O tapioca e o pagodeiro

De Renata Lo Prete, no Painel da ‘Folha”:
“O PC do B, que hoje formaliza apoio a Dilma Rousseff, está em pé de guerra com o PT em São Paulo. Os comunistas do Brasil ameaçam abandonar o candidato ao governo Aloizio Mercadante e aderir a Paulo Skaf (PSB) se os petistas insistirem em rejeitar o cantor e vereador Netinho de Paula como companheiro de chapa de Marta Suplicy ao Senado”.
O mais ilustre comunista de São Paulo, o ministro Orlando Silva – o ministro da tapioca – aquele que teme o voto popular e vive atrás de uma boquinha nas Olimpíadas, ao que tudo indica não move uma palha para resolver o impasse.

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