• Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 13:07

Crivella é o novo ministro da Pesca

      O agora ex-ministro Luiz Sergio não serve mesmo para nada.
No início do governo, quando o chefe da Casa Civil era o poderoso Antonio Palocci, escolheram ele para ser o ministro da articulação política.
Era fraquíssimo, e por isso mesmo foi o escolhido.
Na pasta ficou conhecido como o ministro-garçom: “Só anoto os pedidos”, dizia ele.
Com a queda de Palocci, Luiz Sergio caiu junto, mas ficou com o ministério da Pesca.
Hoje, finalmente, foi defenestrado.
Não fará nenhuma falta.

  • Segunda-feira, 02 Janeiro 2012 / 11:34

O que faz o ministro Luiz Sergio?

      Passado um ano do governo Dilma, o que faz o ministro Luiz Sergio?
No início ele era apenas uma alegoria.
Cuidava do Ministério das Relações Institucionais, num governo onde o chefe da Casa Civil chamava-se Antonio Palocci.
Luiz Sergio era nada. Absolutamente nada.
Ele mesmo dizia que “só anotava os pedidos”.
Era uma espécie de ministro-garçom.
                          * * *
Com a queda de Palocci, Luiz Sergio foi deslocada para o Ministério da Pesca.
O que faz agora?
O mesmo dos que frenquetam seu ministério. Ou sua praia.
No caso os peixes… Nada.
                          * * *
Mas bem que poderia ser investigado, o que mudou na vida dos pescadores de Angra.
Seu reduto eleitoral.

  • Segunda-feira, 02 Agosto 2010 / 9:22

PMDB x Lindberg, PT x Picciani

      Dos repórteres Cássio Bruno e Duilo Victor, de ‘O Globo’:
“O governador Sérgio Cabral, candidato do PMDB à reeleição, e os candidatos ao Senado de sua chapa, Jorge Picciani (PMDB) e Lindberg Farias (PT), percorreram a Zona Oeste do Rio em uma carreata ontem à tarde. Os três, que dividiram espaço em uma caminhonete, passaram a tarde pedindo votos em Bangu e Realengo. Mas, apesar do discurso de união usado por Cabral, seus aliados não estão cumprindo o acordo. Mais uma vez, os peemedebistas omitiram o nome do petista no material de campanha de rua.
Apesar de alguns petistas também terem omitido o nome de Picciani, o partido deverá se reunir esta semana para decidir se mantém ou não oficialmente a publicidade conjunta com o nome do peemedebista.
O deputado estadual Domingos Brazão, por exemplo, está distribuindo cédulas apenas com os nomes de Picciani, de Cabral e da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT). O parlamentar admitiu ainda que está apoiando o ex-prefeito Cesar Maia, candidato do DEM ao senado. Cesar concorre pela chapa de Fernando Gabeira (PV), adversário de Cabral.
O deputado federal Eduardo Cunha, da executiva estadual do PMDB, também excluiu Lindberg de cartazes e panfletos. Segundo ele, vários candidatos do partido estão fazendo o mesmo
Já do lado do PT, o deputado federal Antônio Carlos Biscaia (PT) omitiu Picciani de sua propaganda. Além dele, o deputado estadual Alessandro Molon também deixou Cabral de fora.
- Ao longo do mandato, denunciei uma série de irregularidades do governo Cabral. Como vou, agora, pedir votos para esse governo? – disse Molon.
Na última pesquisa do Ibope, Picciani aparece em quarto lugar com 11% das intenções de voto. Atrás de Lindberg, com 21%, e de Cesar Maia (DEM) e Marcelo Crivella (PRB), que aparecem empatados com 37%.
O presidente regional do PT, deputado federal Luiz Sérgio, lamentou o impasse:
- Eu acho um erro. Se os dois partidos fizessem campanha juntos os candidatos teriam mais chances. Mas, em ambos os lados, tem candidato que não obedece essa resolução.
Picciani não comentou o assunto e Lindberg minimizou:
- É natural que cada candidato tenha afinidades ideológicas. Tenho o apoio do governador, que tem tentado mostrar que também sou o candidato dele ao Senado.
Ontem, depois da carreata – que percorreu nove quilômetros e reuniu militantes uniformizados do PMDB – o ex-prefeito falou da campanha:
- A (minha) estrutura de campanha não é grande. Espero arrancar depois do início do programa eleitoral na TV. A nossa campanha, entre as que estão na frente, é a que tem o menor grau de conhecimento. Tenho um terreno grande para crescer”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:47

Na festa do PT só se falou de Lula

De José Meirelles Passos, de ‘O Globo’:
“Um desavisado que chegasse ao Encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), na quadra da escola de samba Portela, em Madureira, acreditaria estar presenciando o lançamento da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. O evento fora programado para lançar a précandidatura ao Senado do ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, confirmar o apoio do PT à reeleição do governador Sérgio Cabral e servir de palanque para Dilma. Mas tanto o discurso dela quanto o dos políticos que a antecederam, apenas ressaltavam a política desenvolvida por Lula.
?O palanque de Cabral é o único do PT aqui no Rio? Não houve menção alguma a uma plataforma de Dilma. Falou-se apenas na manutenção do modelo atual. Cartazes espalhados pelo ambiente, com uma foto de Lula e Dilma sorridentes, continham um slogan: ?Com Dilma pelo caminho que Lula nos ensinou?.
? Descobrimos o modelo correto de desenvolvimento para nosso país: crescimento econômico com as pessoas subindo na vida. Isso não acontecia antes. Subir na vida era proibido ao brasileiro ? afirmou Dilma.
Líderes da base do governo (PDT, PSB, PCdoB e PMDB) definiram Dilma como ?guerreira?, ?corajosa?, e ?altamente capaz?. O ministro das Cidades, Márcio Fortes, acrescentou uma virtude: disse que, além de tudo, ?Dilma é carinhosa?. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, sugeriu que votar nela seria como saldar uma dívida de gratidão:
? Todos nós devemos a vida à uma mulher. Para compensar isso, temos que eleger Dilma como a primeira mulher presidente do Brasil.
Perguntada se além de apoiar a reeleição de Cabral ela também subiria ao palanque de Anthony Garotinho, candidato a governador pelo PR, em troca de apoio à sua candidatura, Dilma ficou em cima do muro:
? O palanque de Sérgio Cabral é o único do PT aqui no Rio. No que se refere a outros palanques, a coordenação de minha campanha e todos os partidos da base aliada vão decidir as condições, se vai haver ou não outros palanques. Assim que se caracterizarem as coligações que faremos, vai haver uma reunião entre todos e haverá uma decisão.
A plateia não foi muito gentil com o governador do Rio. Toda vez que seu nome era mencionado, ouvia-se uma vaia ? parcialmente encoberta por aplausos depois que, constrangido, o mestre de cerimônias, deputado federal Luiz Sérgio (PT), por fim, decidiu intervir:
? Quem convida, recebe com carinho ? ponderou.
Ao chegar a sua vez de discursar, Cabral usou um artifício para evitar vaias: apanhou o microfone e começou a cantar um conhecido samba de Zeca Pagodinho, alterando a letra de forma a exaltar Dilma:
? Deixa a Dilma me levar, Dilma leva eu… ? entoou, imitado imediatamente pela plateia, com a participação espontânea da bateria da Portela”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:36

Cabral: troca Picciani por Lindberg?

 De Paola de Moura, do ‘Valor Econômico’:
“Como amigo de infância. É assim que o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), tem tratado o candidato ao Senado pelo PT fluminense, o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias. Os dois têm viajado para cima e para baixo no interior fazendo inaugurações ou prometendo obras, em plena campanha eleitoral. Só esta semana, Lindberg foi a Cabo Frio, Barra Mansa e Resende com o governador.
No evento de lançamento da nova linha de caminhões da MAN, ontem em Resende, diante de uma plateia de cerca de 500 funcionários e políticos da região, Cabral chamou Lindberg de “grande amigo e grande companheiro”, ao citar sua presença no evento. Depois, novamente chamou a atenção de Lindberg para os investimentos que a MAN ia gerar na região.
Cabral, chegou à fábrica com um grande séquito de políticos, entre eles o deputado federal e presidente do PT regional Luiz Sérgio e o deputado estadual Paulo Melo (PMDB-RJ). No entanto, os maiores elogios foram para o candidato a senador. Lindberg Farias que já foi adversário político do governado quando insistia, até as eleições regionais do PT do Rio, em ser o candidato próprio do PT. Seu grupo foi derrotado e o ex-prefeito mudou o discurso.
O preferido de Cabral e um de seus braços direitos na Assembleia Legislativa do Rio, o presidente da casa, Jorge Picciani (PMDB), fica de fora dos passeios. Lindberg que no início do mês enfrentou um bate-boca pelos jornais e rádios com o deputado estadual, agora diz que não quer mais entrar em polêmicas e os ânimos já se acalmaram.
Questionado sobre a ausência de Picciani, Lindberg ri e diz que não sabe o motivo da ausência. Mas conta que não o tem visto nas viagens. “O governador Cabral vai no lançamento da minha campanha e declarará apoio à candidatura ao Senado no fim de abril com a presença da ex-ministra e atual candidata à presidência da República, Dilma Rousseff. Falta só marcar a data, que vai depender da agenda dela”, acrescenta, com um largo sorriso.
No fim de março, quando tinha acabado de ganhar as prévias, Lindberg disse que Lula preferia apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB) a Picciani e, quando deixou a prefeitura, há duas semanas, ainda acusou o deputado de incentivar por jornais uma campanha contra ele. Picciani reagiu em um programa de televisão, dizendo que o ex-prefeito seria bandido e teria que prestar contas à Justiça, se referindo a uma investigação do Ministério Público Federal sobre desvio de verbas durante sua gestão na prefeitura de Nova Iguaçu”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:09

O futuro do PT

O PT do Rio tem uma bancada federal de apenas 5 deputados.
Luiz Sergio, Carlos Santana, Cida Diogo, Chico D’Angelo e Antonio Carlos Biscaia, sendo que esses dois últimos são suplentes e , na  próxima semana, devolverão suas cadeiras aos titulares Edson Santos e Jorge Bittar.
Nada leva a crer a bancada aumente, nas próximas eleições.
Wladimir Palmeira e Alessandro Molon serão candidatos a deputado federal, com eleição praticamente garantida.
Sobrarão então três cadeiras, para sete candidatos.
Se Carlos Minc fosse concorrer à Câmara, sobrariam duas e, se o chanceler Celso Amorim viesse para o Rio, restaria somente uma para ser disputada pelos demais.
Mas se todos fossem candidatos, seria possível até sonhar com um aumento da bancada federal e, quem sabe, ela chegasse a seis, sete ou mesmo oito deputados.
Mas o partido, no Rio, é a unica seção do país que não vingou, por motivos os mais diversos, sendo o que principal deles é a intervenção constante dos dirigentes nacionais nas coisas internas do Rio.
Assim foi com Vladimir, assim foi com Bené, assim foi com Molon, assim foi com Lindberg, e assim será na próxima eleição.
Seja quem fôr o candidato.

CORREÇÃO:

Fui alertado e corrigo: o deputado Biscaia  é o suplente do ministro Edson Santos, mas o suplente do secretário Bittar é Glauber Braga, do PSB, e não o deputado Chico D’Angelo.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:09

Vitória de Lindberg humilha Benedita

 ”Do repórter Cássio Bruno, de ‘O Globo’
Apesar de a apuração não ter sido encerrada oficialmente, o indicado do PT do Rio de Janeiro para disputar o Senado nas eleições de outubro será o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias. O resultado das prévias foi anunciado ontem à noite pelo presidente do diretório regional fluminense, Luiz Sérgio, na sede do partido, no Centro. Até às 21h30m, dos 27.636 votos (99,9% do total), 18.546 (67,1%) foram para Lindberg. A secretária estadual de Assistência Social e de Direitos Humanos, Benedita da Silva, naquele horário, tinha 9.090 (32,9%). As parciais indicavam ainda 78 votos em branco e 73 nulos.
Todos as projeções indicam que vão votar quase 30 mil filiados. É uma demonstração de que a militância do PT está mobilizada para reconquistar uma cadeira no Senado.
Benedita da Silva só venceu na região Norte/Noroeste, que tem menor peso e pouco pode alterar. Extra-oficialmente, tudo indica que Lindberg é o vencedor dessas prévias disse Luiz Sérgio ao lado de Lindberg e de outros dirigentes petistas.
O resultado oficial será divulgado hoje. O prefeito de Nova Iguaçu comemorou a vitória, mas disse que ficou surpreso com o placar obtido sobre Benedita. A secretária não apareceu na entrevista coletiva na sede do PT. A assessoria de imprensa da secretária não retornou as ligações.
Eu não esperava uma diferença tão grande. O resultado me surpreendeu. Vamos trabalhar firme para unificar o PT. Tínhamos receio de deixar fraturas no partido (com as prévias).
Mas acho que tanto o meu comportamento quanto o de Benedita ajudaram muito. Encaro esse resultado com grande responsabilidade afirmou Lindberg, que deixará o cargo de prefeito na próxima quarta-feira.
Pela manhã, antes de votar, Lindberg revelou que as prévias desgastaram o PT após seis meses de disputa interna com Benedita. Com isso, segundo ele, o partido deixou de fortalecer a pré-candidatura à Presidência da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff: O processo foi longo e desgastante.
O pré-candidato ao Senado, porém, elogiou a adversária: Queria ressaltar meu respeito por ela (Benedita). Vou fazer de tudo para não ficar nenhum arranhão na nossa relação.
Mas tenho certeza que o PT do Rio está mais forte.
Petistas querem discutir chapa com Sergio Cabral Além de Lindberg, a chapa para o Senado do governador Sérgio Cabral (PMDB), que concorrerá à reeleição, será formada ainda pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, insiste junto a Cabral para que ele apoie o senador Marcelo Crivella (PRB), postulante novamente ao cargo.
Pepino eu deixo para o Luiz Sérgio responder desconversou Lindberg.
O presidente regional do PT, por sua vez, disse que o partido vai propor aos coordenadores da pré-campanha de Cabral um debate sobre a composição da aliança com todos os partidos coligados.
Há o indicativo de apoio à candidatura de Sérgio Cabral.
Evidentemente condicionado ao apoio do PMDB nacional e estadual à candidatura da companheira Dilma Rousseff.
O nosso palanque é o de Cabral. Só que a composição da chapa majoritária é um processo de construção. Hoje, o PT e outros partidos não gostam de aderir. Todos querem construir um processo ressaltou Luiz Sérgio.
Lindberg viajou ontem mesmo para Brasília. Ele acompanhará o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) com o presidente Lula. O prefeito acredita que esse é o melhor momento para disputar o Senado.
É um bom momento do PT pela grande aprovação do governo Lula, pela a minha força na Baixada Fluminense e pela ideia de renovação política explicou o petista, que começa a viajar pelo interior do estado em 5 de abril”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:26

PT do Rio garante dois palanques

Do repórter Cássio Bruno, de ‘O Globo’:
O novo presidente do Diretório Estadual do PT no Rio, deputado federal Luiz Sérgio, admitiu ontem, antes da cerimônia de sua posse, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que a pré-candidata do partido à Presidência, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, terá dois palanques no estado nas eleições de
outubro: o do governador Sérgio Cabral (PMDB), que disputará à reeleição, e o do ex-governador Anthony Garotinho, que disputará pelo PR.
? Nossa prioridade, claro, é Cabral por causa da aliança nacional. Mas seria arrogância recusar apoio de qualquer candidato ? disse ele.
O palanque duplo no Rio vem causando polêmica. No carnaval, Cabral chegou a cobrar fidelidade de Dilma, o que irritou dirigentes petistas. O próprio presidente Lula afirmou que não participará de campanha
estaduais onde houver palanque duplo.
Ontem, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, esteve com Cabral. O governador teria dito que Dilma perderia votos no estado para o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), pré-candidato à Presidência, se ela subir no palanque de  Garotinho.
? Não descartamos nenhum apoio, mas quem decide são os diretórios regionais ? disse Padilha.
A posse de Luiz Sérgio foi palco ainda para a disputa interna pela indicação do PT ao Senado entre o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, e a secretária estadual de Assistência Social, Benedita da Silva. No evento, os dois trocaram elogios nos discursos e se abraçaram.
? Neste fim de semana vamos decidir as regras do jogo.
O partido escolherá o nome por prévias, com a votação de 30 mil filiados, ou entre os 400 delegados ? revelou Luiz Sérgio.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:13

Garotinho tem o apoio do PT

Do repórter Cassio Bruno, de ‘O Globo’:
“O pré-candidato ao governo do Rio Anthony Garotinho (PR) reagiu ontem às declarações do presidente Lula. O ex-governador lembrou que lideranças do próprio PT já sinalizaram ser a favor da participação de Dilma Rousseff em seu palanque, apesar dos petistas apoiarem o governador Sérgio Cabral (PMDB), que tentará a reeleição.
? Três lideranças do PT declararam apoio: o (deputado Cândido) Vaccarezza, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o José Dirceu. A declaração do Lula pode estar relacionada a outros estados, como a Bahia, e não ao Rio ? afirmou ele.
Durante o carnaval, Cabral cobrou fidelidade de Dilma: ? Acho o seguinte: quando há dois palanques, pode ser um problema. Como é que ela (Dilma) vai no mesmo dia para um palanque de situação e para um de oposição? Vai acabar perdendo o voto até da minha mulher.
O presidente do diretório estadual do PT no Rio, Luiz Sérgio, defendeu Garotinho afirmando que o partido não pode ter ?postura arrogante?: ? Se a nossa aliança no Rio é com o PMDB, o palanque deve ser mesmo do Cabral. Mas nós não podemos ter uma postura arrogante e rejeitar outro apoio. Se o Garotinho for candidato, evidentemente que ele será muito bem-vindo.
É preciso ter coerência política, diz Picciani O vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), porém, lembrou que Lula já está dando o tom da campanha: ? Fechamos aliança com quase todos os partidos que foram oposição a Sergio Cabral em 2006. Agora, é partir para as eleições. O presidente está dando o tom. E nós temos que fazer o que ele pedir.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), pré-candidato ao Senado na chapa de Cabral, por sua vez, disse que Dilma seria incoerente ao subir em dois palanques: ? Ela não somaria votos.
Sendo Garotinho opositor de Cabral, como ela explicará para o eleitor? Vai ficar, ao mesmo tempo, num palanque da situação e da oposição? É preciso ter coerência política.
Segundo Picciani, o palanque duplo só fortaleceria as campanhas do deputado federal Fernando Gabeira (PV) e do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), pré-candidatos ao governo do Rio e à Presidência, respectivamente: ? Essa postura da Dilma só faria crescer a campanha do Gabeira e do Serra”.
O melhor da reportagem é o deputado Jorge Picciani cobrando coerência da ministra Dilma Rousseff.
Era só o que faltava.
Quanta ousadia!!!

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:34

Chicote cósmico pega Luiz Sérgio

O chicote cósmico que a taróloga Annie Bravo anunciou, no JB, contra Sergio Cabral, parece estar atingindo  todos os que cercam o governador.
Lindberg já levou sua chicotada.
Hoje é a vez do presidente do PT do Rio, o deputado Luiz Sergio. E quem o chicoteia é o jornalista Ilimar Franco ao fazer o  seguinte registro:
?Quando a Pousada Sankay, construída numa encosta da enseada do Bananal, na Ilha Grande, foi inaugurada, em 1994, o prefeito de Angra dos Reis era o presidente eleito do PT, o deputado Luiz Sérgio?.

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