• Terça-feira, 13 Julho 2010 / 4:01

Sergio Cabral e seu helicóptero

De Luiz Carlos Azêdo, do ‘Correio Brasiliense’:
“O ex-prefeito de Nova Iguaçu (RJ) Lindberg Farias (PT) está mesmo no inferno astral. Ontem, teve que encarar a Avenida Brasil para chegar a São João de Meriti, enquanto seu companheiro de chapa, Jorge Picciani (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa, voava no helicóptero de Cabral em companhia de Dilma Rousseff.  Os dois não se bicam”.
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E quem pagou a gasolina do helicóptero que levou os três candidatos a um comício com lideranças do interior?

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:55

Partidos querem 3º candidato

De Renata Lo Prete, no Painel, da ‘Folha’:
“Políticos do governo e da oposição aguardam ansiosos a resposta do TSE a três consultas sobre a possibilidade de incluir candidatos a senador numa chapa sem necessidade de coligação nacional entre os partidos que a integram. Na prática, trata-se de decidir se um candidato a governador pode “carregar” mais de dois candidatos ao Senado. Em busca de argumentação jurídica que sustente o voto dos ministros, técnicos do tribunal apelidaram sua obra de “emenda Rio”. Nesse Estado, se a resposta do TSE for favorável, Sérgio Cabral (PMDB) -e por tabela Dilma Rousseff (PT)- poderá contar com a trinca Lindberg Farias (PT), Jorge Picciani (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB) -este último hoje sem lugar na chapa.
No campo adversário, a brecha permitiria a Fernando Gabeira (PV), que terá um tucano como vice, compor a chapa para o Senado com Cesar Maia (DEM), um nome do PPS e mais a “verde” Aspásia Camargo.
Os efeitos da eventual licença do TSE vão além do Rio. Em São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que já tem como candidatos ao Senado Orestes Quércia (PMDB) e um tucano a ser definido, finalmente encontraria um lugarzinho para acomodar Romeu Tuma (PTB)”.
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E serve também para a Oposição paulista,
Na chapa de Mercadante, a candidata ao Senado será Marta Suplicy, do PT.
A segunda vaga está sendo disputada pelo vereador-pagodeiro Netinho de Paula, do PCdoB, e pelo ex-secretário Gabriel Chalita, do PSB.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:49

Cabral invade área de rival

Do colunista Luiz Carlos Azedo, do ‘Correio Brasiliense’:
“O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), candidato à reeleição, desembarca hoje em Campos, levando a tiracolo o presidente da Assembleia Legislativa fluminense, deputado Jorge Picciani (PMDB), seu candidato preferencial ao Senado. O pretexto é anunciar o início das obras de recuperação do sistema de drenagem da Baixada Campista, mas no plano eleitoral a agenda representa um ataque frontal ao seu principal adversário nas eleições, o ex-governador Anthony Garotinho (PR), cuja mulher, Rosinha Matheus (PR), é prefeita da cidade.
A invasão da principal base eleitoral do casal que já governou o Rio de Janeiro é motivada por pesquisas de opinião que revelam a transferência de votos do interior fluminense para Cabral, que hoje contaria com o dobro das intenções de voto de Garotinho. A calamidade causada pelas chuvas que atingiram o estado, depois das medidas adotadas por Cabral, catapultaram o seu prestígio na Baixada Fluminense e nas regiões de Niterói e São Gonçalo.
Cabral mudou o foco de sua estratégia de reeleição. Pretende isolar e enfraquecer Garotinho no norte fluminense para enfrentar seu maior problema no momento: a oposição na capital. Na cidade do Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (PMDB), seu aliado, não vai tão bem como esperava. Seu maior desgaste é na Zona Oeste, onde venceu a eleição. Com isso, a candidatura de Fernando Gabeira (PV) ganha chances de chegar ao segundo turno e passa a ser ameaçadora”.
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O passarinho colocou Azêdo numa fria.
Se é verdade que Cabral está forte no interior, onde teria o dobro de Garotinho, não tem porque ele perder tempo investindo contra o seu antigo parceiro.
Para ele, o mais producente, seria atacar a zona oeste do Rio, onde segundo ele, Eduardo Paes vai mal das pernas e Gabeira tem muitas chances.
E se as chuvas o atingiram na Baixada, além de Niterói e São Gonçalo, porque não investir nessas cidades?
E quem está forte nessa região?
Como se sabe, o eleitorado do Estado é dividido mais ou menos da seguinte forma: um terço é capital, outro terço é Baixada e Niterói e mais um terço para o interior.
Segundo Azedo, no terço da capital Gabeira vence; no interior Cabral tem o dobro de Garotinho, e na Baixada, quem está na frente?
É preciso tomar cuidado com esse pessoal de Cabral que, como Alice, vende a história do ‘Mundo das Maravilhas’.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:47

PT com Picciani, contra Crivella

De Janes Rocha, do ‘Valor Econômico’:
“O deputado Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deverá ser o candidato do PT para a segunda vaga do partido ao Senado pelo Estado. A primeira é do prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias.
A informação é do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra. Em uma rápida entrevista ao Valor ontem, Dutra explicou que o apoio a Picciani é coerente com a posição definida pelo partido em seu encontro estadual deste domingo, na quadra da escola de samba Portela, na Zona Norte do Rio. Com a presença da pré-candidata do PT à Presidência Dilma Rousseff, o partido sacramentou a aliança com o PMDB no Estado e o apoio à reeleição do governador Sérgio Cabral, além da candidatura de Lindberg.
“No Rio, o partido vai apoiar o candidato do (governador) Sérgio Cabral”, reiterou Dutra. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem defendido o apoio do partido ao senador e cantor gospel Marcelo Crivella, candidato do PRB.
Questionado sobre esta contradição, Dutra respondeu que o presidente Lula tem “liberdade” para fazer suas declarações e manifestar suas preferências. “Não podemos enquadrar o presidente da República”, respondeu Dutra, frisando, entretanto, o compromisso assumido pelo partido no Estado com o PMDB. “O presidente [Lula] tem demonstrado simpatia pelo Crivella, mas da mesma forma que o PT espera o apoio do PMDB [para a candidatura de Dilma à Presidência] temos o compromisso de apoiar o candidato do PMDB aqui”, disse Dutra”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:46

Crivella é líder, mas busca espaço

Da repórter Luciana Nunes Leal, do ‘Estadão’:
“Candidato à reeleição, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) não tem lugar em nenhuma chapa dos concorrentes ao governo do Rio de Janeiro, apesar de ser o primeiro colocado na corrida ao Senado, segundo as pesquisas de intenção de voto. Para resolver o problema, chegou a apelar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Crivella contou que Lula fez um pedido ao governador Sérgio Cabral (PMDB), candidato à reeleição, que encontre uma vaga para ele disputar o Senado na chapa governista. Mas Cabral já definiu seus candidatos: o petista Lindberg Farias, ex-prefeito de Nova Iguaçu, e o deputado estadual Jorge Picciani, do PMDB.
“Não quero atrapalhar, não serei nenhum empecilho à aliança do presidente Lula com o PMDB”, disse Crivella. “Não sou de atropelar ninguém. Haveremos de encontrar um caminho.”
No domingo passado, quando o PR lançou a candidatura de Anthony Garotinho ao governo, ele participou do evento. Na quarta-feira, foi à festa da Igreja Universal, da qual é bispo licenciado. No ato, que reuniu 2 milhões de pessoas, na praia de Botafogo, cantou e pregou mudanças.
“Não adianta nada a gente fazer o Minha Casa, Minha Vida se dentro vamos colocar família desestruturada, um homem caído no vício, uma mulher desalentada e os filho entregues ao tráfico”, disse, citando um dos programas do governo Lula e bandeira da campanha da petista Dilma Rousseff”.
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De Luiz Carlos Azedo, no ‘Correio Brasiliense’:
“O ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Farias (foto), pré-candidato do PT ao Senado, está cada vez mais espremido na aliança com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. A Universal pressiona o presidente Lula para garantir palanque ao senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), candidato à reeleição. Do outro lado, Sérgio Cabral (PMDB-RJ) não abre mão da outra vaga para o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Picciani, do PMDB .

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:39

Três momentos de Gabeira

De Renata Lo Prete, no Painel, da ‘Folha’:
“- Não saio.
De Fernando Gabeira (PV), negando a hipótese de abdicar da candidatura no Rio em virtude das dificuldades de acomodação em sua aliança:
- Quem gostaria que eu desistisse é o governador, que aí poderia sair em viagem e nem fazer campanha”.
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De Ilimar Franco, no Panorama Político, de ‘O Globo’:
“O cerco está se fechando em torno do candidato do PV ao governo do Rio. A cúpula nacional do PSDB recebeu um ultimato do DEM: para apoiar Gabeira para governador, ele tem que aceitar a candidatura de Cesar Maia ao Senado. Os tucanos estão convencidos de que não podem abrir mão de um candidato majoritário que pedirá votos para José Serra em favor de um candidato que fará campanha para Marina Silva”.
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De Luiz Carlos Azedo, no ‘Correio Braziliense’:
“Desde a eleição de 1989, quando o ex-governador Leonel Brizola apoiou a candidatura de Lula contra Collor de Mello, o Rio de Janeiro tem simpatia pelo ?sapo barbudo?. Não foi à toa que o governador Sérgio Cabral (PMDB) engoliu cobras e lagartos para manter sua aliança com o PT. A ponto de andar de braços dados com o ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Faria, seu ex-desafeto, e se agastar com o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (PMDB), velho aliado de Cabral que vive às turras com o petista e também é candidato ao Senado.
Já a oposição precisa desenterrar uma caveira de burro. Não consegue erguer o seu palanque no Rio de Janeiro. O candidato do PV, Fernando Gabeira, que fez bonito na disputa pela Prefeitura carioca, dá sinais evidentes de que está com um pé fora da disputa. Criou caso com César Maia (DEM), por causa do índice de rejeição do ex-prefeito, mas isso pode ser apenas um pretexto para não correr o risco de ficar sem mandato. Gabeira sabe que é complicado para o PSDB e o PPS excluírem Maia da coalizão.
Refém de Gabeira, os caciques da oposição estudam alternativas caso fiquem sem o candidato a governador. Mas não conseguem encontrar alguém para enfrentar o governador Sérgio Cabral (PMDB) e o ex-governador Anthony Garotinho(PR). A ex-juíza Denise Frossard (PPS), amiga dos Maia, não quer nem ouvir falar do assunto”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:36

Cabral: troca Picciani por Lindberg?

 De Paola de Moura, do ‘Valor Econômico’:
“Como amigo de infância. É assim que o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), tem tratado o candidato ao Senado pelo PT fluminense, o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias. Os dois têm viajado para cima e para baixo no interior fazendo inaugurações ou prometendo obras, em plena campanha eleitoral. Só esta semana, Lindberg foi a Cabo Frio, Barra Mansa e Resende com o governador.
No evento de lançamento da nova linha de caminhões da MAN, ontem em Resende, diante de uma plateia de cerca de 500 funcionários e políticos da região, Cabral chamou Lindberg de “grande amigo e grande companheiro”, ao citar sua presença no evento. Depois, novamente chamou a atenção de Lindberg para os investimentos que a MAN ia gerar na região.
Cabral, chegou à fábrica com um grande séquito de políticos, entre eles o deputado federal e presidente do PT regional Luiz Sérgio e o deputado estadual Paulo Melo (PMDB-RJ). No entanto, os maiores elogios foram para o candidato a senador. Lindberg Farias que já foi adversário político do governado quando insistia, até as eleições regionais do PT do Rio, em ser o candidato próprio do PT. Seu grupo foi derrotado e o ex-prefeito mudou o discurso.
O preferido de Cabral e um de seus braços direitos na Assembleia Legislativa do Rio, o presidente da casa, Jorge Picciani (PMDB), fica de fora dos passeios. Lindberg que no início do mês enfrentou um bate-boca pelos jornais e rádios com o deputado estadual, agora diz que não quer mais entrar em polêmicas e os ânimos já se acalmaram.
Questionado sobre a ausência de Picciani, Lindberg ri e diz que não sabe o motivo da ausência. Mas conta que não o tem visto nas viagens. “O governador Cabral vai no lançamento da minha campanha e declarará apoio à candidatura ao Senado no fim de abril com a presença da ex-ministra e atual candidata à presidência da República, Dilma Rousseff. Falta só marcar a data, que vai depender da agenda dela”, acrescenta, com um largo sorriso.
No fim de março, quando tinha acabado de ganhar as prévias, Lindberg disse que Lula preferia apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB) a Picciani e, quando deixou a prefeitura, há duas semanas, ainda acusou o deputado de incentivar por jornais uma campanha contra ele. Picciani reagiu em um programa de televisão, dizendo que o ex-prefeito seria bandido e teria que prestar contas à Justiça, se referindo a uma investigação do Ministério Público Federal sobre desvio de verbas durante sua gestão na prefeitura de Nova Iguaçu”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:36

Lupi decidiu virar a casaca

O ministro Carlos Lupi sempre defendeu a tese da candidatura própria, em todos os níveis, pelo PDT. “Quando apresentamos candidatos próprios, invariavelmente nossa bancada aumenta. Tanto a federal quanto a estadual”.
Esse ano, Lupi decidiu que o partido não terá candidato à Presidência, o que é compreensível, mas também não concorrerá ao governo do Rio, preferindo ter dois suplentes na chapa liderada por Jorge Picciani.
Atualmente Lupi é ministro do Trabalho e comanda um orçamento fabuloso.
Se ele perder o ministério, no próximo governo, e a bancada diminuir, os pedetistas vão cobrar – e muito – o seu alinhamento ao governador Sergio Cabral.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:33

Conselheiro do TCE foi preso com drogas

Do repórter Alfredo Junqueira, do ‘Estadão’:
“A eleição de Aloysio Neves Guedes para ocupar a uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio provocou um festival de baixarias e troca de acusações na noite de anteontem na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Jornalista, advogado e funcionário público de carreira, Aloysio foi preso em junho de 1983 acusado de tráfico de drogas. Ele admite que tinha amigos que usavam entorpecentes, mas afirma jamais ter feito uso de tóxicos, alegando ter sido vítima de um flagrante forjado.
Segundo reportagens da época, uma equipe da Delegacia de Entorpecentes da Polícia Civil encontrou 200 gramas de cocaína, sementes de maconha, seringas usadas, entre outros materiais para consumo e preparo de drogas, no apartamento de Guedes, em Ipanema, zona sul do Rio. Ele e três amigos foram presos em flagrante.
Aloysio foi condenado em primeira instância, mas acabou absolvido quando o processo subiu para a 4.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio.
O caso foi apresentado durante os debates em plenário. O deputado José Nader Júnior (PTB), que teve sua candidatura a mesma vaga no TCE impugnada pela Mesa Diretora da Alerj, levou recortes de jornal e questionou na tribuna: “Como é que os deputados votarão em uma pessoa que saiu no jornal O Globo, no dia 26/06/83, que foi presa por tráfico de droga?  Por tráfico de drogas, e eu, com o meu direito cerceado”, questionou o parlamentar.
Nades Júnior é filho do conselheiro aposentado e ex-presidente da Alerj, José Nader. Ele chegou a entrar com pedido de liminar na Justiça, mas o recurso foi negado.
Pai e filho foram dois dos alvos da Operação Pasárgada da Polícia Federal. Concluída em junho de 2008, a investigação descobriu um esquema de tráfico de influência e venda de sentenças nos tribunais de contas do Rio e de Minas.
Nader Filho chegou a ser indiciado pela PF por corrupção passiva e formação de quadrilha, mas o processo está parado no STJ. O deputado ainda é alvo de processo de cassação que está parado há mais de um ano na Mesa da Alerj. Os dois negam as acusações.
Presidente da CPI do TCE, que investiga irregularidades supostamente cometidas pelos conselheiros do órgão, a deputada Cidinha Campos (PDT) também foi à tribuna. Defendeu o novo conselheiro e atacou Nader Júnior com veemência. Cidinha chamou Nader de “ladrão” diversas vezes e deputados tiveram que intervir para interromper o bate boca entre os dois.
Chefe de gabinete da Presidência da Casa nos últimos 16 anos, tendo trabalhado para o atual governador Sérgio Cabral (PMDB) e o deputado Jorge Picciani (PMDB), Aloysio foi escolhido por 54 dos 70 parlamentares e passará a ganhar um salário vitalício de R$ 26 mil.
Venceu deputados e técnicos experientes do TCE-RJ. Emocionado, disse que a Justiça reabilitou sua reputação. “Tive que recomeçar a viver aos 37 anos”, disse o novo conselheiro, que, hoje, tem 63.
Aloysio disse que foi vítima de uma tentativa de extorsão de policiais e que sua prisão precisa ser entendida com o que acontecia no Rio de Janeiro na época”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:27

Garotinho convida Cesar

De Ilimar Franco, no ‘Panorama Político’:
“Em conversa com Dilma Rousseff, candidata do PT a presidente, semana passada, Anthony Garotinho (PR) pediu apoio para puxar o PDT para sua chapa no Rio.
O PDT já fechou com a reeleição de Sérgio Cabral (PMDB) e terá o ex-deputado estadual Carlos Correia como suplente de Jorge Picciani para o Senado. Garotinho avisou que já convidou Cesar Maia (DEM) para integrar sua chapa. Antes da resposta, o DEM avalia o impacto que essa eventual aliança teria em seu eleitorado.
Há também um problema político, já que o DEM apoia José Serra (PSDB) na eleição presidencial, e o palanque de Garotinho será de Dilma”.

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