• Segunda-feira, 16 Janeiro 2012 / 16:25

Rocinha sofre com crise econômica

     O ex-prefeito Cesar Maia publica hoje trechos de uma reportagem do ‘Extra’ sobre a crise econômica na Rocinha, após a criação da UPP naquela comunidade.
Antes faz algumas considerações.
Eis o texto:
“1. Em várias notas, este Ex-Blog chamou a atenção para que a ocupação definitiva, tipo UPP, sempre que ocorresse em comunidades com alta circulação de dinheiro proveniente do tráfico de drogas, simultaneamente, essa circulação de dinheiro sujo deveria ser substituída por dinheiro limpo (frentes de trabalho, geração de renda, ampliação de ajuda assistência/bolsas, indução a contratação de moradores em empresas da região, etc.). Citou o exemplo da Colômbia, onde a erradicação de campos de folha de coca só começou a vingar quando pontos desse tipo foram implementados.  
2. Uma dessas notas lembrou o que disse o ex-prefeito Cesar Maia no caso do Jacarezinho, em 2000, em que foi pessoalmente analisar a situação. Nesse caso, a ocupação sem essas preocupações levou a uma oposição geral dos que perderam o emprego ou bico ou faturamento, como camelôs, donos de negócios
(mercado, drogarias, açougues, aluguel de vídeos…) e, finalmente, ao recuo da ocupação. Isso também já havia ocorrido na Rocinha, anos atrás, e a ocupação foi desfeita. No Complexo do Alemão (em 2003 eram 17% da população adulta que trabalhavam no próprio Complexo impulsionados pela circulação de dinheiro) há, hoje, uma certa acomodação com a venda de drogas, de forma espontânea, o que reestabelece parcialmente a autoridade do traficante. No morro de São Carlos a acomodação é geral. Não é solução, como não será fazer o mesmo na Rocinha.     
3. (Matéria de Capa do EXTRA, 12) Rocinha entra em crise econômica. 3.1. Na ocupação, Ana Cláudia, tinha o coração cheio de esperança, como qualquer morador da Rocinha. Dois meses após a ocupação policial, ela tenta se equilibrar: — O faturamento caiu pela metade, e ainda pago mil reais de aluguel. Não pensei que a ocupação afetaria o movimento. Duas manicures deixaram o salão e dispensei uma pessoa que trabalhava na minha casa.  Os dias também são de incerteza para Rosângela Jesus Silva. Dona do Isabella’s Coiffeur, na Via Ápia, principal rua de comércio local, ela acreditava que a freguesia aumentaria após a ocupação. Hoje, chora ao lembrar que há dias em que atende apenas uma pessoa. A média diária era de 30 clientes.  — Aos sábados, fechava à meia-noite. Essa semana, fui embora às 21h. Aos poucos, vejo meu sonho acabar — diz, com lágrimas nos olhos.  Dona do salão há oito anos, ela procura alternativas.— Já pensei em levar a loja para Rio das Pedras. Mas vou procurar um ponto na rua.
3.2. A crise na Rocinha não se restringe a salões de beleza, nem aos exageros do choque de ordem. Parte dos milhões que o tráfico lucrava mensalmente circulava no comércio local. Esse dinheiro evaporou da noite para o dia. Além disso, os moradores passaram a arcar com os custos da legalização, como o da TV a cabo. Vida de Oliveira Neves, ouviu por cinco anos o primo dizer que ela deveria ter um negócio na Rocinha. Há oito meses, ela abriu uma lanchonete na Estrada da Gávea, alugou uma casa na comunidade e se mudou com o marido e os cinco filhos. Na semana passada, voltou para o interior e retomou a atividade como cabeleireira — trabalhando em casa, que é própria. A nova vida que ela esperava ter na Rocinha ficou no passado:  —Meu ponto ficava aberto 24 horas e vendia dois mil salgados no fim de semana. Depois, caiu para 500. Parei para não me endividar.  No domingo, ela entregará as chaves da loja alugada por mil reais.  Outro prestes a entregar as chaves e abandonar o negócio é o cearense Adalberto. À frente de um bar na Travessa Oliveira há dois anos, ele viu os clientes sumirem, as caixas de cerveja se acumularem e o faturamento mensal despencar.  — Eu vendia 30 caixas de cerveja num fim de semana. Agora, elas ficam aí por 15 dias. Além da queda nas vendas, pago R$ 1.500 de aluguel. Pedi ao dono do imóvel para baixar o preço, mas não teve negociação. A saída é entregar as chaves e procurar um emprego — diz ele, que deve voltar a ser garçom.
3.3. Os recentes episódios de assaltos e roubos na comunidade — houve dois assassinatos na semana passada — contribuíram para Adalberto, que mora na Rocinha há 31 anos, desistir do sonho de ser seu próprio patrão: — Fecho mais cedo para evitar prejuízo. Não dá para ficar me arriscando”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:24

Polícia do Rio admite falência

 

Quando o ‘Extra’ exibiu ontem a bandidagem armada no Jacarezinho, o secretário José Mariano Beltrame se confessou entristecido:
- A imagem fala por si. Aquilo nos entristece. A nossa proposta é ir de encontro àquela situação. Exatamente daquele ponto, não tinha conhecimento, mas o fuzil existe no Rio desde a década de 80. Naquela área e naquele horário, no embrião do cruzamento de duas favelas perigosas, de duas áreas historicamente deflagradas, acredito que aquelo tipo de cena aconteça há anos. E em outros lugares também seja assim.
Então vamos lá:
1 – “A imagem fala por si”, diz ele. É o mesmo que ver o deputado colocando dinheiro na meia, outro rezando pela bolada recebida ou o governador de Brasília recebendo um pacote. Tem razão o secretário: “A imagem fala por si”.
2 – “Aquilo nos estristece”. Se estristesse o secretário, que é pago para combater o crime, imagina qual o sentimento das pessoas que pagam impostos e, consequentemente, o seu salário?
3 – “A nossa proposta é ir de encontro àquela situação”. E por que ainda não foi?
4 – “Exatamente daquele ponto, não tinha conhecimento”. Como não? Não existe investigação, inteligencia  policial?
5 – “O fuzil existe no Rio desde a década de 80″. O secretário quer fazer história. Ele quer dizer que o culpado pela bandidagem no Jacarezinho são os Srs. Leonel Brizola, Moreira Franco, Brizola de novo, Marcelo Alencar e  Anthony Garotinho. E a Sra. Rosinha Matheus, agora Garotinho. Sergio Cabral não tem nada a ver com isso, embora já tenha concluido mais de 75% de seu mandato.
6 – “Naquela área e naquele horário, no embrião do cruzamento de duas favelas perigosas, de duas áreas historicamente deflagradas, acredito que aquele tipo de cena aconteça há anos”. O secretário disse antes que não tinha conhecimento daquele ponto, e agora se contradiz ao afirmar ali são “suas áreas historicamente deflagradas”, além de acreditar que “aquele tipo de cena aconteça há anos”. E por que a polícia não toma providência? Seria porque ali é uma área de pobreza? E os pobres que se danem?
7 – E finalmente: ele acredita que “em outros lugares também seja assim”.
Essa é a falencia confessada.
Hoje pela manhã, o pobre Mariano deve ter acordado mais estristecido ainda com o jornal ‘Extra’, que exibiu na primeira página:
Polícia admite não ter controle no Jacarezinho, secretário fala em UPP

                        TRAFICANTES VIRAM ÍDOLOS PARA
                        CRIANÇAS NA ESQUINA DO  MEDO 

                   Há seis meses PM sabia do desfile de armas
Por email, cidadão denunciou farra do tráfico na Dom Hélder Câmara. Polícia disse que agiria, mas nada fez.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:22

Cabral pode estar depressivo

 Logo após o Carnaval, o governador do Rio viajou com a família para o sul da Bahia, onde foi descansar dos festejos de Momo.
Ele voltou na segunda-feira, mas passou todos esses dias sem agenda.
Hoje, finalmente, sua agenda informava que às 10 horas, ele participaria da cerimônia de  entrega de máquinas e equipamentos à Emater-Rio, para a implementação do Programa Estradas da Produção.
A festa foi na  Escola de Bombeiros Coronel Sarmento, em Guadalupe, mas o  governador não apareceu.
Ele foi representado pelo incansável Pezão e pelo secretário de Agricultura, Christino Áureo.
Gente próxima ao governador diz que está com depressão, e hoje acordou ainda pior, depois que leu o noticiário sobre a SuperVia e o Metrô, e mais o jornal ?Extra? ? que exibiu a bandidagem agindo no Jacarezinho.
Caso seu estado depressivo seja verdadeiro, a tendência será piorar, já que nenhum desses problemas terá qualquer solução a curto ou mesmo médio prazo.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:56

‘O Dia’ é campeão em queda

Trecho de Alexandre Zaghi Lemos no ‘Meio & Mensagem’:
“Onze títulos (de jornais) viram seus números encolherem durante 2009. Os dois que mais caíram foram os do Grupo O Dia, do Rio de Janeiro: O Dia (-31,7%) e Meia Hora (-19,8%). Também tiveram quedas Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho (-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%)”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:39

O fiasco do grupo O Dia

Os números do IVC (Instituto Verificador de Circulação) de novembro explicam, com clareza,  a queda de Gigi Carvalho do comando do grupo O Dia.
Enquanto ?O Dia? perdeu 35% de vendas em novembro, em relação a novembro do ano passado, seu concorrente ?Extra? só perdeu 4%.
E pior: enquanto o ?Meia Hora? perdia 36% de circulação, o ?Expresso? – editado pelas Organizações Globo – cresceu 50%.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 0:58

Rosane com a boca no trombone

A excelente entrevista que Ana Paula Araripe, do ?Extra?,  fez em Maceió com a ex-primeira-dama Rosane Malta, antes Collor, onde ela diz ser um arquivo?vivo, foi transcrito pelo ?Globo?, que dedicou uma página as suas declarações. Veja o seu texto:
?Em setembro de 2006, quando Fernando Collor de Mello ainda ensaiava em Alagoas o seu retorno à cena política, o telefone tocou na mansão do bairro Murilópolis, em Maceió. Do outro lado da linha, uma voz masculina ameaçava de morte a ex-primeira-dama do país e ex-senhora Collor.
- Eu ia para o lançamento do CD evangélico de Cecília de Arapiraca. A pessoa dizia que, se fosse ao evento, eu não voltaria – relembra hoje, aos 45 anos, Rosane Brandão Malta.
Separada há quatro anos e meio do senador pelo PTB de Alagoas, ela não se intimidou. Na época, Rosane tinha confirmado aos jornais declarações da ex-mãe de santo Cecília de Arapiraca, de que o ex-presidente participava de rituais macabros.
- Se disser que não tenho medo de morrer, estaria mentindo. Acredito que Deus me ama e não vai permitir que nada de mal me aconteça, mas que sou um arquivo vivo, eu sou. Eu já disse na Justiça que qualquer coisa que acontecer com a minha vida, a responsabilidade é dele – acrescenta, referindo-se ao ex-presidente, com quem foi casada por quase 22 anos.
Às voltas com ação na 27ª Vara de Família de Alagoas para receber – segundo o seu advogado, Joathas Lins de Albuquerque – R$334.950 referentes a pensões atrasadas, Rosane briga na Justiça para ter direito à metade do patrimônio do ex-marido. Atualmente, recebe de Collor pensão de R$13 mil. O senador ainda paga o salário de quatro funcionários da mansão de Murilópolis, comprada logo após o casal deixar o Palácio dos Martírios, então sede do governo de Alagoas. Rosane dirige o próprio carro, um Fiesta 2007, vai a supermercado e paga as contas.
Em entrevista, quase 20 anos após a primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar, Rosane relembra a vitória de Collor em 1989, fala sobre o impeachment e PC Farias. Diz que não votou e não vota no ex-marido. Hoje, filiada ao PV, admite a possibilidade de se candidatar a cargo político. Procurado ao tomar posse na Academia Alagoana de Letras, no último dia 23, o senador Fernando Collor de Mello não quis se manifestar sobre as declarações de Rosane.
Os principais trechos:
MEDO DE MORRER: “Se disser que não tenho medo de morrer, estaria mentindo. Acredito que Deus me ama e não vai permitir que nada de mal me aconteça, mas que sou um arquivo vivo, eu sou. Presenciei fatos que o Fernando não gostaria que viessem à tona. Eu já disse na Justiça que qualquer coisa que acontecer com a minha vida, a responsabilidade é dele”.
O FIM DO CASAMENTO:”Quando acontece uma separação, é porque o relacionamento não estava bem. Agora, foi ele (Collor) quem se separou, saiu de casa. Descobri que ele estava com outra pessoa (Caroline Medeiros), que reconstruiu sua vida. Acredito que o amor acabou”.
FOI ALI E NÃO VOLTOU: “Fui para São Paulo, passar dois ou três dias. Ele até ia se encontrar comigo, mas a gente acabou discutindo por telefone. Eu disse: “A gente tá discutindo muito, é melhor você ficar aí”. Mas a Beth Szafir (amiga de Rosane) me disse para eu fazer uma surpresa ao Fernando. Eu fiz. Cheguei aqui e ele já não estava mais, tinha deixado um recado que tinha ido para Recife passar o fim de semana, mas que voltaria. Não voltou”.
A TRAIÇÃO: “Você vê aquilo tudo que você tinha construído, minha casa de São Paulo, tudo sendo invadido por outra pessoa. Isso sem você saber quando e por que, porque fiquei sabendo através dos jornais. Eu ainda estava casada com ele, nem sabia que já estava separada”.
VIDA DIGNA: “Ele construiu uma nova vida, que Jesus abençoe, que seja muito feliz. Agora, quero também que ele me dê o direito de ter vida digna, vida decente. Que possa ter o meu carro para andar, minha casa, que possa também usufruir daquilo que nós construímos ao longo de 22 anos. Não tenho hoje absolutamente nada. Tem um carro (Hyundai) que está em Brasília. Descobri, agora, que estava em meu nome”
PC FARIAS: “Tínhamos relacionamento sim (com PC). Nunca viajamos juntos, mas fomos ao Sambódromo. Ele dançou tango lá. Ia à Casa da Dinda, tomava café da manhã. Mas nunca soube que era ele quem pagava as contas. Tanto que tomei susto quando ele disse: “A madame está gastando muito”. Achava até que o Fernando é quem depositava (o dinheiro), que a secretária dele, Ana Acioli, era quem colocava na minha conta. Agora, de onde vinha, não ia perguntar, nunca perguntei.”
BRIGA DE IRMÃOS: “Existia disputa, econômica também, entre os dois (Fernando e Pedro Collor). Achava que a briga deles era só sobre o jornal, porque PC queria lançar “A Tribuna”, e o Pedro não queria. Eu dizia que o Pedro estava doido de dizer que o jornal era do Fernando, mas, depois, descobri que era dele. Eles nunca se deram bem.”
PIOR DO QUE IMPEACHMENT: “No impeachment, nós perdemos um cargo. Mas, agora, foi a minha vida. Estava debilitada, frágil, tinha perdido a minha mãe (em maio de 2004). Imagina você chegar em casa e não encontrar mais o seu marido.”
“CONFISCO” DE JOIAS: “Quero aquilo que é meu de direito. Não é só a questão das joias. Elas são um detalhe, porque são minhas, são presentes que ganhei e estavam na casa de São Paulo. Quando ele mandou minhas roupas, eu disse que minha vida com ele se resumiu a 101 caixas, porque ele pegou as minhas roupas de Brasília, de São Paulo e de Miami e colocou em 101 caixas e mandou entregar aqui na minha casa de Maceió. E não mandou as joias, confiscou. Tenho fotografias de tudo. Tá tudo isso na Justiça e espero que, realmente, ele me devolva.”
LOUIS VUITTON: “Quando a gente viajava, ele comprava malas Louis Vuitton e colocava as iniciais, as minhas letras RCM, Rosane Collor de Mello, e as dele também, FCM. Um belo dia, acordei, e a minha empregada disse: “Olha, o dr. Fernando mandou o motorista dele vir aqui e levou todas as malas”. Eu falei: “Que malas?”. “Levou as malas Louis Vuitton que tinham as iniciais”. As malas comuns, deixou todas, mas as com as letras ele levou absolutamente todas. Achei tão miúdo, tão pequeno, uma pobreza de espírito tão grande.”
NÃO VOTOU EM COLLOR: “Jamais poderia votar. Até o momento em que estávamos casados, aí, claro, eu sigo a Bíblia. Jesus disse que, quando a gente casa, a gente é um só espírito, uma só carne. Mas, como houve a separação, houve traição, ele construiu sua vida com uma outra pessoa, não posso votar em uma pessoa que não admiro.”
CANDIDATURA: “Olha, as pessoas já me lançaram por diversas vezes, colocaram outdoor. Agora, me filiei ao Partido Verde. Meu ex-namorado Alder Flores (advogado) me convidou. Vamos ver. Estou deixando uma porta aberta, posso me candidatar ou não.”
BENS ACUMULADOS: “Muitas coisas ele (Collor) conseguiu porque era empresário. Muitas coisas conseguimos também com o trabalho dele. Ele foi deputado federal, governador, presidente da República. Não acredito que os bens que conseguiu foram fruto da corrupção. Até porque ele foi inocentado. O Supremo Tribunal Federal o inocentou. Não estou aqui para julgá-lo. A Justiça que julgue se ele é inocente ou culpado. Ele foi inocentado, como eu também.”
ELEIÇÃO DE 89: “No começo, nem mesmo nós acreditávamos. Mas, depois, quando a gente começou a percorrer o Brasil e a ver a campanha crescendo… No segundo turno, a gente começou a ter certeza que seria ele, porque a pesquisa mostrou que o Fernando realmente tinha se saído melhor do que o Lula no debate na TV.”
A SAÍDA DA PRESIDÊNCIA: “O Fernando era muito jovem, tinha 40 anos. Foi eleito pelo PRN, um partido pequeno, e não se preocupou em ter um partido forte, que desse sustentação. Ele não merecia o impeachment. Seria a última pessoa que poderia estar aqui defendendo o Fernando, mas sou justa. Não acho que ele foi um bom político, mas acho que teve medidas boas.”
RENAN E COLLOR: “O Renan (Calheiros) apoiou o Fernando para a Presidência. Depois romperam, e agora estão juntos. Aliás, estão todos juntos. Na política, não me surpreendo com mais nada, idealismo não existe.”
ESCÂNDALOS NA LBA: “Acho que cometi um erro quando assumi a LBA. Poderia ter colocado uma pessoa que fizesse tudo o que eu queria, só que eu não assinaria nada. Tive problemas, mas, graças a Deus, fui inocentada. Até meu salário como presidente eu doava para entidades carentes. E a prova é que não tenho nada em meu nome.”
TRABALHOS ESPIRITUAIS: “Havia rituais lá na Casa da Dinda. Era para abrir caminho, aquelas coisas. As pessoas mandavam coisas ruins, e ele mandava de volta. Ele acreditava nisso. Tinha animais (sacrifício de animais).”

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 0:57

Rosane, ex-Collor, o arquivo-vivo

 ?Se disser que não tenho medo de morrer, estaria mentindo. Acredito que Deus me ama e não vai permitir que nada de mal me aconteça. Mas que sou um arquivo vivo, eu sou. Eu já disse na Justiça que qualquer coisa que acontecer com a minha vida, a responsabilidade é dele (Fernando Collor)”. De Rosane Malta, ex-primeira-dama do país, em entrevista a repórter Ana Paula Araripe, do jornal ?Extra?.

  • Sexta-feira, 05 Junho 2009 / 3:24

Acredite se quiser…

De Berenice Seabra, em sua coluna no jornal ‘Extra’:
“O governador Sergio Cabral chegou ontem a São Gonçalo – para variar – com duas de atraso, às 12h. Mas chegou bem: sete (isso mesmo, sete!) helicópteros desceram no Clube Mauá.
A prefeita Aparecida Panisset pediu R$ 300 milhões ao governador.
Levou R$ 33 milhões”.
                   * * *
Essa é a verdadeira face do fanfarrão.

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