• Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:54

Patrícia vai a forra por Ciro

De Renata Lo Prete, na ‘Folha’:
“No Ceará, uma possível reviravolta: Patrícia Saboya (PDT), que havia desistido de tentar novo mandato no Senado, ensaia uma dobradinha com Tasso Jereissati (PSDB). Ela também avisou que não fará campanha para Dilma Rousseff. É o primeiro movimento no Estado desde que Ciro Gomes (PSB), ex-marido de Patrícia, foi expelido da disputa presidencial”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:45

Volta as origens

Atenção deputado Ciro Gomes.
Termina dia 5 de maio o prazo para requerer a transferência de domicílio eleitoral.
É hora de voltar para o Ceará.
Até mesmo para ajudar o irmão Cid, fazendo dele, proporcionalmente, o governador campeão de votos.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:39

Ceará: Cid suspende as negociações

De Ilimar Franco, no Panorama Político, de ‘O Globo’:
“Por causa da indefinição do quadro nacional, o governador Cid Gomes (PSB) paralisou todas as negociações para as eleições no Ceará. Ele informou à direção petista que só volta à mesa depois que o irmão, Ciro Gomes, definir se será ou não candidato a presidente da República. Cid parou as conversas tendo fechado que o deputado federal Eunício Oliveira (PMDB) será um de seus candidatos ao Senado. A segunda vaga é pleiteada pelo ex-ministro José Pimentel (PT), mas pode acabar sobrando para o tucano Tasso Jereissati. O presidente do PT, José Eduardo Dutra, está pedindo calma aos petistas: ?É preciso ter sangue frio?.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:39

Ciro há 20 dias evita o PSB

De Eugênia Lopes, do ‘Estadão’:
“Magoado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na iminência de o PSB negar-lhe a candidatura à Presidência, Ciro Gomes decidiu mergulhar no isolamento. Há 20 dias, não fala com seus correligionários. O deputado se diz “injustiçado” pelo PSB, pelo PT e por Lula, que agiram para impedir alianças em torno de sua candidatura.
A gota d”água para a insatisfação de Ciro foi a visita da pré-candidata petista Dilma Rousseff ao Ceará, no início da semana passada. O Estado é o principal reduto eleitoral do socialista. Coube à ex-mulher de Ciro Gomes, a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), verbalizar a mágoa do deputado com o governo. “Não havia necessidade de a Dilma ir lá nesse momento. Foi um desrespeito ao Ciro por tudo que ele sacrificou pelo governo Lula.”
Ciro sempre manifestou lealdade ao presidente Lula, lembra Patrícia. Transferiu seu domicílio eleitoral do Ceará para São Paulo, a pedido do presidente, com a finalidade de deixar uma porta aberta à possibilidade de disputar o governo paulista com o apoio do PT.
Cerco. Lideranças do PSB também acusam o governo de intervir junto aos partidos para minar as alianças em torno do nome de Ciro. O partido chegou a oferecer a vice-presidência ao PP do senador Francisco Dornelles (RJ). Também conversaram com o PTB do ex-deputado Roberto Jefferson, aliado de Ciro nas eleições de 2002. O PTB optou, no entanto, pelo apoio à candidatura do tucano José Serra.
“Não digo que teve uma interferência direta do presidente Lula. Mas o PT tem feito essa interferência não só no plano nacional como nos Estados. O PT está usando sua força para nos isolar”, reclamou o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral. “De fato, a força do governo impediu que o PSB pudesse conseguir alianças”, emendou o secretário-geral do partido, senador Renato Casagrande (ES).
Além da interferência nas possíveis alianças, Ciro Gomes também está decepcionado com a falta de qualquer gesto, pelo presidente Lula, de apreço político ou prestígio. Afinal, como o próprio Ciro gosta de lembrar, ele foi um dos mais fiéis aliados de Lula na época do escândalo do mensalão. Mas, até agora, não há sinal do Palácio do Planalto de entendimento com o deputado em troca de sua desistência da candidatura presidencial.
De concreto, hoje, no Planalto, a situação é esta: o presidente não sabe o que fazer com o caso Ciro. Lula ainda não chamou Ciro para conversar porque não sabe como agir. Além disso, o presidente, dizem seus assessores, achava que Ciro admitia sair do páreo quando combinou com ele a transferência do título para São Paulo – uma ideia que, no Planalto, é atribuída a lideranças do próprio PSB.
Tasso. Com a provável retirada de sua candidatura do páreo da corrida presidencial, o deputado Ciro Gomes deverá “hibernar” nas eleições deste ano, dedicando-se às disputas regionais do Ceará. Ele deverá trabalhar pela reeleição de seu irmão, Cid Gomes, ao governo do Estado. Vai apoiar seu amigo Tasso Jereissati (PSDB-CE), que quer mais oito anos de mandato no Senado. Também ajudará na campanha da ex-mulher para a Câmara dos Deputados.
Casado com a atriz Patrícia Pillar, Ciro pretende passar parte do tempo no Rio, onde mora a mulher. A expectativa é que ele fique afastado das eleições presidenciais.
Segundo correligionários, ele não deverá se empenhar na campanha de Dilma Rousseff. Seus amigos mais próximos também não veem chances de ele vir a apoiar a candidatura de Marina Silva (PV) à Presidência da República. E os próprios tucanos reconhecem que é impossível Ciro apoiar Serra, tamanha é a divergência entre ambos.
A última vez que Ciro deu as caras em Brasília foi no dia 29 de março, quando houve uma reunião da cúpula do partido. Desde então, seus correligionários não tiveram mais contato com ele.
Nos últimos 20 dias, Ciro só se manifestou pelo seu site, com um artigo que foi considerado “agressivo” e “injusto” pelos colegas. “Ele não me procurou. Eu bem que tentei falar com ele pelo celular, mas só deu fora de área”, reclamou Roberto Amaral. “Ninguém sabe dele”, resumiu Casagrande. No artigo, Ciro pressionou o partido a definir sua situação na corrida presidencial”.

CIRO TEM 14 DIRETÓRIOS AO SEU LADO, MAS A CÚPULA  É  CONTRA

“Expectativa de crescimento do partido. Este é o argumento-chave apresentado pelos defensores no PSB da candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República. Além disso, pelo menos 14 Diretórios Estaduais do partido são favoráveis à candidatura própria, de olho nas eleições locais.
É o caso do Amazonas e da Paraíba. Nesses dois Estados, as alianças regionais dificultam as condições para que os candidatos do PSB subam no palanque da pré-candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff. Daí, a pressão para que Ciro se lance na corrida presidencial.
A cúpula do partido é, no entanto, majoritariamente contra a candidatura do deputado. A começar pelo presidente do PSB, Eduardo Campos, candidato à reeleição ao governo de Pernambuco e interessado em garantir o apoio do PT.
A avaliação é de que o PSB conquistará, pelo menos, 10% dos votos do eleitorado brasileiro se disputar a Presidência da República. “Para nós, 10% dos votos do eleitorado significa elegermos mais de 50 deputados federais”, argumenta o presidente do PSB de São Paulo, deputado Marcio França, um dos principais entusiastas da candidatura presidencial de Ciro dentro do partido.
Em 2002, Marcio França foi o coordenador da campanha de Anthony Garotinho à Presidência da República. “Antes da candidatura de Garotinho, o PSB tinha 3,5% dos votos do eleitorado brasileiro. Saímos da eleição com 6% dos votos”, conta França. É bem verdade que o ex-governador do Rio conseguiu encorpar seus votos com o apoio decisivo da igreja evangélica.
Manobra. Com uma candidatura praticamente solo, restrita a alianças com partidos nanicos, Garotinho também se valeu de uma brecha da legislação eleitoral na época e usou a seu bel prazer o tempo de televisão destinado aos candidatos do PSB nos Estados. “Fizemos uma jogada que hoje é proibida: lançamos candidatos ao governo em todos os Estados e o Garotinho aparecia ao lado deles nos programas”, lembra França. Sem poder contar com esse recurso na eleição deste ano, o tempo de exposição de um candidato presidencial isolado na TV seria sensivelmente menor.
Já os críticos da candidatura Ciro alegam que deputado não conta com apoio financeiro nem estrutura de grupos organizados à sua volta. “Tivemos essa experiência de crescimento da bancada do PSB em 2002. Foi uma experiência muito boa, uma oportunidade para firmar a identidade do partido”, observa o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral. “Mas temos de ter uma candidatura para disputar e para isso não basta a decisão burocrática de lançar um candidato.”
Amaral foi um dos mais ferrenhos defensores da candidatura de Ciro à Presidência, mas mudou de lado diante da falta de estrutura e hoje é contra a entrada do PSB na corrida presidencial. Ele resume assim sua posição: “Time que não joga não tem torcida. Mas time que perde de goleada também fica sem torcida.”

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:32

Preocupação de Ciro é com o irmão

Da repórter Raquel Ulhôa, do ‘Valor Econômico’:
“A direção do PSB deve marcar para a próxima semana reunião com o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) com o objetivo de tomar uma decisão sobre sua pré-candidatura à Presidência. Embora setores do partido estejam irritados com o PT e com a ex-ministra Dilma Rousseff, a tendência dos socialistas é fazer uma aliança com a petista.
Dirigentes do PSB tiveram ontem uma conversa informal sobre o assunto. O senador Renato Casagrande (ES), secretário-geral do partido, defende pressa na decisão sobre o lançamento ou não da candidatura própria. Casagrande é defensor da tese da candidatura própria, acreditando que fortaleceria o PSB.
A maior parte da direção da legenda, no entanto, avalia que a candidatura de Ciro não se viabilizou politicamente e que o partido não tem outro caminho senão a coligação nacional com o PT. Um pré-candidato do PSB a governador admite estar “angustiado”, porque a incerteza com relação à eleição nacional dificulta a costura da aliança local.
Ciro não tem ido a Brasília nem tem mantido contato com a direção do PSB. Tem ficado principalmente em Fortaleza, São Paulo ou no Rio de Janeiro, sem agenda política. A interlocutores, tem dito que vai acatar a decisão do seu partido. Não vai forçar sua aceitação como candidato.
Embora considere uma afronta a visita feita por Dilma ao Ceará, na segunda e terça-feiras, Ciro não mostra disposição de partir para o ataque contra o PT e o governo. Sua maior preocupação é com a candidatura do irmão, governador Cid Gomes (PSB), à reeleição. Não quer prejudicá-lo. Cid, no entanto, também tem problemas com o PT, partido que integra sua base aliada. Cid tem compromisso de apoiar o deputado Eunício Oliveira (PMDB) para senador. O PT lançou o ex-ministro José Pimentel para a outra vaga, mas Cid gostaria de lançar apenas um candidato em sua chapa. Seria uma forma de fazer uma aliança branca com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), candidato à reeleição.
O PT da prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, não aceita essa solução. Ameaça, inclusive, romper a aliança com Cid e lançar um candidato a governador. Um nome cotado é o do ex-governador Lúcio Alcântara (PR), que teve encontro com Dilma recentemente. Cid não gostou da visita da ex-ministra ao Ceará. Chegou a telefonar para o chefe de gabinete de Lula, na véspera – de quem ouviu que Dilma não iria mais. Para sua surpresa, ela foi. O governador faltou a dois eventos com Dilma, nos quais era esperado. Ele a recebeu, mas mostrou seu desagrado com o comportamento do PT local e com o constrangimento pelo qual Ciro passa.
Quem mais protestou contra a ida de Dilma ao Ceará, enquanto Ciro ainda é pré-candidato, foi a senadora Patrícia Saboya (PDT), sua ex-mulher. “Essa hostilidade só afasta os eleitores do Ciro da candidatura da Dilma. Isso já ocorre espontaneamente, porque as pesquisas mostram que, sem Ciro, José Serra (PSDB) cresce. Essa afronta só piora a situação”, disse. Para Patrícia, o comportamento de Dilma e do PT foi “uma falta de respeito e o prenúncio de um desastre. É uma campanha que não sabe respeitar os aliados”.
Ciro sempre manifestou lealdade ao presidente. Transferiu seu domicílio eleitoral para São Paulo, a pedido de Lula, com a finalidade de deixar uma porta aberta à possibilidade de disputar o governo paulista com apoio do PT – sem nomes fortes para a eleição. O deputado foi, também, um dos mais fiéis a Lula na época do escândalo do mensalão, segundo já declarou o petista.
Mesmo assim, Lula não tem feito qualquer gesto de apreço ou prestígio ao deputado. Não há sinalização de entendimento em troca de sua desistência da candidatura presidencial. Segundo aliados, Ciro está decepcionado. O próprio deputado declarou várias vezes que, se não disputar a Presidência da República, não concorrerá a outro mandato eletivo. Pessoas próximas a Ciro acreditam que ele deve, realmente, se afastar da política.
O PSDB não alimenta qualquer expectativa de Ciro vir a apoiar Serra, tamanha é a divergência entre ambos. Os tucanos acham, no entanto, que um afastamento de Ciro da eleição nacional melhoraria a situação eleitoral de Serra no Ceará e facilitaria as alianças entre PSDB e PSB negociadas nos Estados. O PSDB deve apoiar candidatos socialistas a governador no Amazonas e na Paraíba. Há entendimentos em andamento em outros Estados”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:27

Tasso intriga Dilma com Ciro

Do repórter Caio Junqueira, do ‘Valor Econômico’:
“A viagem de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, ao Ceará, iniciada ontem à noite, acabou por indispor ainda mais os petistas com o também pré-candidato à Presidência da República pelo PSB, deputado federal Ciro Gomes. O Estado é o reduto eleitoral de Ciro, que o governou entre 1991 e 1995, e desde 2006 está sob comando de seu irmão, Cid Gomes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT pressionam Ciro para desistir da candidatura a presidente.
Para evitar danos maiores na relação dos petistas com Ciro, a coordenação da campanha chegou a limitar a agenda de Dilma a eventos fechados: uma cerimônia para receber o título de cidadã de Fortaleza ontem à noite e um almoço com empresários cearenses hoje.
Inicialmente, estavam previstas agendas abertas ao público, como a ida a Juazeiro do Norte, terra do padre Cícero, caminhada na praça do Ferreira, marco histórico de Fortaleza, e ao Centro Urbano de Cultura, Ciência, Arte e Esporte (Cuca), projeto vitrine da prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT).
No entanto, prevaleceu a avaliação de que esses eventos de rua – que podem trazer problemas com a Justiça Eleitoral – deixariam Ciro ainda mais contrariado com a presença da candidata em seu reduto. Ele tem insistido em se lançar candidato a presidente, em oposição aos interesses do PT, do Palácio do Planalto e até mesmo do seu partido, razão por que a presença de Dilma no Estado gerou desconforto entre seus aliados e serviu de munição para a oposição.
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), declarou, ontem pela manhã, que a visita dela era uma “afronta” a Ciro. O PT tratou de rebater a acusação de Tasso: “Não tem nada de afronta. Ciro é nosso aliado e assim queremos que ele continue”, disse o vice-presidente do PT cearense, deputado federal José Guimarães. A campanha de Dilma fez o mesmo.
Tasso Jereissati é um dos maiores interessados em ver desestabilizada a relação do PSB com o PT regional, pois pretende se candidatar ao Senado com o apoio informal de Cid Gomes.
O PT, porém, trabalha para que o governador apoie o ex-ministro da Previdência José Pimentel. O deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE) já tem garantido o apoio de Cid, decorrente de um acordo feito entre ambos nas eleições de 2006.
Duas foram as justificativas para a viagem ao Ceará: o fato de Fortaleza ser a maior capital administrada pelo PT e a prefeita ser mulher. Dilma enfrenta uma forte resistência do eleitorado feminino e uma das estratégias iniciais da pré-campanha é neutralizar essa rejeição.
Além disso, avalia um dos coordenadores da campanha, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, não se pode estruturar a agenda de campanha a partir das realidades locais e de outros partidos. “As questões regionais e partidárias não podem ser obstáculos à agenda da candidata. Se for assim, ficaremos imobilizados em todo o país.”
As restrições à agenda de Dilma no Ceará estão sendo tratadas, oficialmente, como uma forma de possibilitar que a pré-candidata tenha tempo para comparecer a dois outros eventos de campanha em São Paulo: um jantar na casa da apresentadora Ana Maria Braga e a ida ao “Programa do Ratinho”, no SBT, ambos previsto para amanhã.
Quinta-feira, sexta-feira e sábado, Dilma estará no Rio Grande do Sul, onde acompanhará o primeiro exame pré-natal de sua filha, e cumprirá agenda de pré-candidata: encontro com empresários da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) e da Associação Comercial de Caxias do Sul.
O Estado é um nos quais ela deverá ter palanque duplo, com apoio dos candidatos a governador Tarso Genro (PT) e José Fogaça (PMDB), prefeito de Porto Alegre. Além do Rio Grande do Sul, a campanha precisa aparar arestas surgidas com a possibilidade de mais de uma candidatura da base aliada e, portanto, mais de um palanque em outros oito Estados: Amazonas, com Omar Aziz (PMN), Alfredo Nascimento (PR) e Serafim Corrêa (PSB); Bahia, com Jaques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB); Maranhão, com Roseana Sarney (PMDB) e Flávio Dino (PCdoB); Minas Gerais, com Hélio Costa (PMDB) e os petistas Fernando Pimentel e Patrus Ananias; Paraíba, com Ricardo Coutinho (PSB) e José Maranhão (PMDB); Piauí, com Wilson Martins (PSB) e João Vicente Claudino (PTB); Rio de Janeiro, com Sérgio Cabral (PMDB) e Anthony Garotinho (PR); Rondônia, com Eduardo Valverde (PT) e Confúcio Moura (PMDB); e São Paulo, com Aloizio Mercadante (PT) e Paulo Skaf (PSB)”.

  • Segunda-feira, 28 Junho 2010 / 4:30

Ciro já lambeu suas feridas

 Do deputado Ciro Gomes durante a convenção que homologou o irmão Cid para a reeleição ao governo do Ceará:
- Passei três dias lambendo as feridas, pensando que a vida era ingrata. Mas aqueles que decidiram, pensaram no melhor para o País.

  • Terça-feira, 08 Junho 2010 / 4:24

Serra: perdendo com estratégia

A repórter Malu Delgado, do ‘Estadão’, informa que o candidato José Serra reviu sua estratégia e, terá agora a sua disposição, os palanques de Tasso Jereissati, Jarbas Vasconcelos, Paulo Souto, Teotônio Vilela, João Alves e Jackson Lago, que o “ajudarão a reduzir a vantagem de Dilma Rousseff na região”.
                  * * *
Já que é assim, podem tomar nota.
Serra perderá as eleições no Ceará de Tasso, em Pernambuco de Jarbas, na Bahia de Souto, em Alagoas de Teotônio, em Sergipe de João Alves, e no Maranhão de Jackson Lago.
Aguardem outubro…

  • Quarta-feira, 19 Maio 2010 / 4:11

Serra elogia Ciro, acredite se quiser

Da repórter Catia Seabra, da ‘Folha’:
“Interessado em herdar os eleitores órfãos de Ciro Gomes (PSB), o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, elogiou ontem, no Ceará, seu antigo desafeto.
Em entrevistas a rádios do Estado, Serra não só chamou Ciro de “homem honesto, batalhador” como acenou com a possibilidade de “parceria” com o governador do Estado e irmão do deputado, Cid Gomes.
Embora as divergências pessoais com Ciro sejam conhecidas, Serra disse que se restringiam ao campo político.
“Eu pessoalmente não tenho nada contra a pessoa do Ciro. Considero-o um homem honesto, batalhador. Tem muito espírito de luta. Nem sempre a gente está de acordo sobre o que fazer”, afirmou ele.
Em visita de dois dias pelo Estado – onde o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) costura um acordo tácito com Cid -, Serra disse que avaliza a negociação do partido.
“O pessoal toca e me diz o que é necessário fazer e eu faço. O que o PSDB e o DEM estabelecerem que é a trajetória eu vou topar”, disse ele, afirmando, depois, que se sentiria constrangido em pedir votos para Cid.
O tucano prometeu que, se eleito, dará continuidade às obras reivindicadas por Cid.
Num momento em que a rival Dilma Rousseff esboça reação nas pesquisas, Serra admitiu: “Essa será uma campanha difícil. Estou otimista, mas será uma parada. Quando me lanço, me jogo de corpo e alma”.

  • Terça-feira, 18 Maio 2010 / 4:10

PT tenta acalmar Hélio Costa

De Renata Lo Prete, no Painel da ‘Folha’:
“Apesar da decisão do PT-MG de jogar para 19 e 20 de junho o encontro que supostamente definiria a posição da sigla nas eleições no Estado, a direção nacional já disse ao PMDB que o calendário acertado, com o anúncio do apoio a Hélio Costa em 6 de junho, será cumprido.
O PT inclusive marcou reunião do Diretório Nacional para o dia 12, véspera da convenção que oficializará a candidatura de Dilma. Nesse encontro, a cúpula petista espera referendar situações pendentes nos Estados, como Minas e Maranhão.
Em três Estados, a definição das chapas poderá ficar para a undécima hora: Paraná, Pará e Ceará. No Pará, trata-se de verificar a situação da governadora Ana Júlia nas pesquisas. No Ceará, a questão é o desempenho do ex-ministro José Pimentel (PT), que tenta uma vaga ao Senado na chapa do governador Cid Gomes (PSB)”.

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