• Sexta-feira, 01 Outubro 2010 / 21:38

Hélio Costa por Tom Cavalcante

  • Quarta-feira, 15 Setembro 2010 / 10:33

Helio critica a Globo e o Ibope

    A Globo Minas, empresa que empregava o candidato Helio Costa, encomendou pesquisa ao Ibope – quase uma Bíblia para o ex-ministro das Comunicações.
Como se previa, Anastasia, do PSDB, tomou a dianteira e, Helio Costa tende a morrer na praia.
Agora, o candidato, desesperado, tenta desqualificar tanto o Ibope quanto a Rede Globo:
- Temos várias pesquisas sendo feitas. A média me coloca, ainda, numa posição confortável, no mínimo de empate técnico. Não dou muito crédito a pesquisa que é vendida, que certamente é oferecida para candidatos.

  • Terça-feira, 24 Agosto 2010 / 6:59

O que será de Hélio Costa?

   Hélio Costa, do PMDB, é mestre em morrer na praia.
Super favorito para o governo de Minas, ele continua na liderança.
Mas a diferença dele para o tucano Antonio Anastasia está hoje em 11 pontos, segundo o Ibope
Na semana passada essa diferença era de 18.

  • Terça-feira, 03 Agosto 2010 / 10:51

Sonhar… não custa nada

   Com as campanhas nas ruas, as promessas andam a mil.
Os repórteres Daniela Lima e Fernando Galloa, da ‘Folha’, publicaram um breve resumo das promessas dos candidatos em cinco importantes estados.

BAHIA
Jaques Wagner
, que disputa a reeleição pelo PT, apresenta como proposta um pacote de obras de infraestrutura, mas não detalha de onde virão os recursos. As promessas do governador vão desde a recuperação de rodovias e hidrovias até a ampliação de aeroportos.
Paulo Souto (DEM) diz que vai construir seis hospitais gerais e um instituto de oncologia sem detalhar onde ou com que dinheiro.

SÃO PAULO
O candidato que lidera a corrida, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que “São Paulo não terá um preso em cadeia. Todos [ficarão] em Centros de Detenção Provisória”.
Já o candidato do PT, Aloizio Mercadante, prega a implantação de três linhas de trens de alta velocidade (até 200 km/h): uma de Ribeirão Preto a Campinas, e outras duas ligando Bauru e Sorocaba a São Paulo.

RIO DE JANEIRO
No programa de governo, o governador Sérgio Cabral (PMDB), promete ampliar o alcance das UPPs (Unidades de Policiamento Pacificadoras) de 1,2 milhão para 2,1 milhões de habitantes, com base em cálculo questionado por especialistas.
Já o deputado Fernando Gabeira (PV) propõe universalizar o atendimento de saúde e parceria com a rede privada para tratamentos de alta e de média complexidade.

MINAS GERAIS
Os candidatos ao governo de Minas apostaram em propostas genéricas para convencer o eleitorado.
Hélio Costa (PMDB) falou em criar uma força-tarefa para combater o crack, mas disse que sua equipe ainda está discutindo o problema.
Antonio Anastasia (PSDB) centrou o discurso na continuidade. Candidato do ex-governador Aécio Neves (PSDB), prometeu ampliar programas do antecessor.

RIO GRANDE DO SUL
Os candidatos que encabeçam a disputa no Estado dizem que, se eleitos, vão garantir a destinação de 12% da receita para a saúde.
Tanto Tarso Genro (PT) quanto José Fogaça (PMDB) afirmam que cumprirão o percentual, previsto em lei.
O Conselho Estadual de Saúde afirma que o governo do Estado nunca cumpriu a norma, e que o investimento em saúde fica restrito a, em média, 5% ao ano.

   Com as campanhas nas ruas, as promessas estão a mil.
Os repórteres Daniela Lima e Fernando Galloa, da ‘Folha’, publicaram um breve resumo das promessas dos candidatos em cinco importantes estados.

BAHIA
Jaques Wagner
, que disputa a reeleição pelo PT, apresenta como proposta um pacote de obras de infraestrutura, mas não detalha de onde virão os recursos. As promessas do governador vão desde a recuperação de rodovias e hidrovias até a ampliação de aeroportos.
Paulo Souto (DEM) diz que vai construir seis hospitais gerais e um instituto de oncologia sem detalhar onde ou com que dinheiro.

SÃO PAULO
O candidato que lidera a corrida, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que “São Paulo não terá um preso em cadeia. Todos [ficarão] em Centros de Detenção Provisória”.
Já o candidato do PT, Aloizio Mercadante, prega a implantação de três linhas de trens de alta velocidade (até 200 km/h): uma de Ribeirão Preto a Campinas, e outras duas ligando Bauru e Sorocaba a São Paulo.

RIO DE JANEIRO
No programa de governo, o governador Sérgio Cabral (PMDB), promete ampliar o alcance das UPPs (Unidades de Policiamento Pacificadoras) de 1,2 milhão para 2,1 milhões de habitantes, com base em cálculo questionado por especialistas.
Já o deputado Fernando Gabeira (PV) propõe universalizar o atendimento de saúde e parceria com a rede privada para tratamentos de alta e de média complexidade.

MINAS GERAIS
Os candidatos ao governo de Minas apostaram em propostas genéricas para convencer o eleitorado.
Hélio Costa (PMDB) falou em criar uma força-tarefa para combater o crack, mas disse que sua equipe ainda está discutindo o problema.
Antonio Anastasia (PSDB) centrou o discurso na continuidade. Candidato do ex-governador Aécio Neves (PSDB), prometeu ampliar programas do antecessor.

RIO GRANDE DO SUL
Os candidatos que encabeçam a disputa no Estado dizem que, se eleitos, vão garantir a destinação de 12% da receita para a saúde.
Tanto Tarso Genro (PT) quanto José Fogaça (PMDB) afirmam que cumprirão o percentual, previsto em lei.
O Conselho Estadual de Saúde afirma que o governo do Estado nunca cumpriu a norma, e que o investimento em saúde fica restrito a, em média, 5% ao ano.

  • Segunda-feira, 02 Agosto 2010 / 19:59

Sonhar… não custa nada

     Com as campanhas nas ruas, as promessas estão a mil.
Os repórteres Daniela Lima e Fernando Galloa, da ‘Folha’, publicaram um breve resumo das promessas dos candidatos em cinco importantes estados.

BAHIA
Jaques Wagner
, que disputa a reeleição pelo PT, apresenta como proposta um pacote de obras de infraestrutura, mas não detalha de onde virão os recursos. As promessas do governador vão desde a recuperação de rodovias e hidrovias até a ampliação de aeroportos.
Paulo Souto (DEM) diz que vai construir seis hospitais gerais e um instituto de oncologia sem detalhar onde ou com que dinheiro.

SÃO PAULO
O candidato que lidera a corrida, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que “São Paulo não terá um preso em cadeia. Todos [ficarão] em Centros de Detenção Provisória”.
Já o candidato do PT, Aloizio Mercadante, prega a implantação de três linhas de trens de alta velocidade (até 200 km/h): uma de Ribeirão Preto a Campinas, e outras duas ligando Bauru e Sorocaba a São Paulo.

RIO DE JANEIRO
No programa de governo, o governador Sérgio Cabral (PMDB), promete ampliar o alcance das UPPs (Unidades de Policiamento Pacificadoras) de 1,2 milhão para 2,1 milhões de habitantes, com base em cálculo questionado por especialistas.
Já o deputado Fernando Gabeira (PV) propõe universalizar o atendimento de saúde e parceria com a rede privada para tratamentos de alta e de média complexidade.

MINAS GERAIS
Os candidatos ao governo de Minas apostaram em propostas genéricas para convencer o eleitorado.
Hélio Costa (PMDB) falou em criar uma força-tarefa para combater o crack, mas disse que sua equipe ainda está discutindo o problema.
Antonio Anastasia (PSDB) centrou o discurso na continuidade. Candidato do ex-governador Aécio Neves (PSDB), prometeu ampliar programas do antecessor.

RIO GRANDE DO SUL
Os candidatos que encabeçam a disputa no Estado dizem que, se eleitos, vão garantir a destinação de 12% da receita para a saúde.
Tanto Tarso Genro (PT) quanto José Fogaça (PMDB) afirmam que cumprirão o percentual, previsto em lei.
O Conselho Estadual de Saúde afirma que o governo do Estado nunca cumpriu a norma, e que o investimento em saúde fica restrito a, em média, 5% ao ano.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 8:42

Hélio tem 26 de vantagem em Minas

  Da repórter Luciana Coelho, da ‘Folha’:
“O ex-ministro Hélio Costa (PMDB) lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais com 26 pontos de vantagem sobre o atual titular do cargo, Antonio Anastasia (PSDB), mostra a primeira pesquisa do Datafolha no Estado desde o lançamento das campanhas.
Segundo o instituto, mais eleitores em Minas se dizem indecisos -23%- do que optam pelo atual governador.
Ex-senador pelo Estado e ex-ministro das Comunicações, Costa tem 44%.
Anastasia, que assumiu o governo após a renúncia de Aécio Neves para disputar o Senado, em 31 de março, tem 18% das preferências.
Em um distante terceiro lugar, empatam com 2% os candidatos Professor Luis Carlos (PSOL) e Vanessa Portugal (PSTU), enquanto Edilson Nascimento (PTdoB), Fabinho (PCB), Pepê (PCO) e Zé Fernando Aparecido (PV) surgem com 1%.
Afirmam que anularão o voto 7% dos entrevistados.
Costa supera Anastasia em todos os segmentos da população examinados, exceto no dos eleitores de renda familiar acima de dez salários mínimos, quando o tucano tem 47% das preferências contra 31% do adversário.
A vantagem do peemedebista é menor entre aqueles com curso superior completo (38% contra 32% das preferências) e chega à sua maior amplitude entre os eleitores de 35 a 49 anos (49% a 14%).
Já a performance de Anastasia é ligeiramente melhor do que sua média entre quem tem até 34 anos.
Apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Hélio Costa se sai melhor entre o eleitorado do PMDB (63%) e do PT (54%). Anastasia tem o apoio de 43% dos simpatizantes do PSDB e de 22% dos que se dizem peemedebistas.
Todos esses dados se referem a respostas estimuladas. Quando levadas em conta apenas as respostas espontâneas, no entanto, Costa é preferido por 10% dos entrevistados, e Anastasia, por 7%.
Aécio, que concorre ao Senado, ainda é citado por 4% dos eleitores nesse cenário -eram 9% em pesquisa realizada em dezembro do ano passado.
Os índices de rejeição em Minas são relativamente uniformes, na margem de erro.
O atual governador tem rejeição maior do que a do ex-ministro -14% contra 10%. O maior índice é do candidato do PCO, Pepê, citado por 19% dos ouvidos. O menor é do candidato do PT do B, Edilson Nascimento, 8%.
A pesquisa ouviu 1.269 eleitores em 52 municípios entre a última terça e ontem. A margem de erro é de três pontos percentuais para cima ou para baixo”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:56

Dirceu envenena o PT de Minas

O ministro José Dirceu está colocando lenha na fogueira no PT de Minas: contra Lula e Dilma, e a favor do partido – o que fortalece a sua posição.
Veja o que ele diz:
1. Enquanto o PMDB diz que tem pressa e ameaça adiar o encontro que indicaria Michel Temer,  Zé Dirceu diz que temos “no máximo 45 dias, até as convenções, para fechar as alianças e a chapa”. Ou seja, temos todo o tempo do mundo. 
2.  “O PMDB e seu candidato querem nosso apoio e nós queremos o apoio deles. Mas, somente as pesquisas dirão, nos próximos 30 dias, quem é o melhor candidato a governador entre Hélio (Costa) e (Fernando) Pimentel”. Essa é para o senador Helio Costa corta os pulsos.
3. O ex-ministro Patrus Ananias pode, se assim decidir, ser candidato a vice-governador ou a deputado federal, já que Pimentel, caso não seja o candidato a governador, como vencedor das prévias, pode ser candidato ao Senado. Vale o mesmo para Hélio Costa”. O único peemedebista que torce por isso é o ex-senador Wellington Salgado, o cabeludo do Senado, suplente de Hélio e que exerceu mais o mandato, do que o próprio titular.
4. Na nota seguinte, Dirceu fala da importância de Dilma vencer em Minas, lembra a performance de Lula no Estado e, por isso, “a decisão do PT não será fácil”. E faz uma advertencia ao dizer que “mesmo que o PT venha a apoiar Helio Costa, o PMDB não pode fazer de Minas o centro da aliaça do PT com a nossa candidata Dilma Rousseff. Inclusive, porque indicará o candidato a vice-presidente encabeçada por ela”.
5. José Dirceu que sempre foi enstusiasta da aliança com o PMDB, desde o primeiro governo Lula, dá um chega lá no partido:
- O PMDB já tem o nosso apoio em Estados como o Rio de Janeiro, ao mesmo tempo em que não nos apoia na eleição deste ano em Estados decisivos como São Paulo, por exemplo. Fora o fato de que disputa conosco no Acre, Bahia e, espero que não aconteça, no Pará onde não chegamos a um acordo ainda.
Em Sergipe e no Piauí, a tendência é de composição conosco, mas o processo ainda não terminou. Um detalhe: todos esses Estados são governados pelo PT. Temos ainda o dado de que não chegamos a um acordo com o PMDB nos Estados do Amazonas, Tocantins e Ceará, onde ainda não resolvemos a questão das candidaturas ao Senado. E, mais um ponto a ser considerado: em Pernambuco o PMDB é mais serrista que o próprio PSDB.
E concluiu que “são todos Estados decisivos para a vitória de Dilma e a partir dos quais podemos obter uma grande maioria na frente de Serra. Assim, o cenário para o acordo em Minas não pode se reduzir a si próprio, apenas as Geraes. Tem que levar em consideração o quadro nacional, para além da aliança mineira, mais do que necessária, e da vice-presidência já definida para o PMDB”.
                       * * *
Uma coisa é certa: ninguém acreditou que o PT mineiro iria promover uma prévia para escolher seu candidato ao Senado.
Seria mobilização demais para cargo de menos.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:55

PMDB mineiro perde a paciência

De Renata Lo Prete, no Painel da ‘Folha’:
“Depois de ter esperado pacientemente pela prévia do PT em Minas, que o Planalto prometeu ser “de mentirinha”, o PMDB dá sinais de que não está disposto a aguentar por mais tempo a procrastinação do aliado, que em público ainda mantém o discurso da candidatura própria ao governo. Para pressionar o PT a anunciar de vez o apoio a Hélio Costa, a cúpula peemedebista discute até mesmo a possibilidade de adiar o encontro do partido, marcado para o próximo dia 15, que consagraria Michel Temer como vice de Dilma Rousseff, à espera do desfecho da novela mineira.
Embora os pleitos do PMDB sejam muitos, só dois são pré-condição para a aliança nacional: Temer na vice e Costa como único candidato lulista em Minas.
Enquanto o casamento mineiro não sai, nos bastidores a discussão da chapa está acelerada. O deputado petista Virgílio Guimarães larga na frente entre os cotados para vice de Costa.
No Planalto, no entanto, há quem veja com simpatia a idéia de convencer Patrus Ananias, o derrotado nas prévias do PT, a aceitar a vaga. Existe ainda uma terceira ala no PT a sugerir que a vice fique com outro partido, como o PR, já que o petista Fernando Pimentel já estaria na chapa majoritária como candidato ao Senado.
Seja qual for o desenho da chapa em Minas, Guimarães não tentará renovar o mandato na Câmara. Em seu lugar lançará candidato o filho Gabriel, 26.
Desabafo do presidente do PT, José Eduardo Dutra, ouvido por correligionários às vésperas da prévia mineira: “É preferível um fim horroroso do que um horror sem fim”.
                                    * * *
Os dois pleitos do PMDB, considerados pré-condição para a aliança nacional – Temer na vice e Costa em Minas – tem um mesmo coordenador: o deputado Eduardo Cunha.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:53

Aécio e a missão impossível

De Ilimar Franco, no Panorama Político, de ‘O Globo’:
“O comando da campanha de José Serra fez as contas e concluiu que, para ganhar as eleições de outubro, precisa ter 5 milhões de votos a mais que Dilma Rousseff em São Paulo e 3 milhões em Minas Gerais. Em 2006, Geraldo Alckmin ganhou com uma diferença de 3,8 milhões de votos em São Paulo, mas perdeu por 1 milhão em Minas Gerais. Esta é a missão de Aécio Neves. A estratégia tucana pressupõe uma vitória no Sul, que, em 2006, foi por 3 milhões de votos, e que o presidente Lula fracasse em sua tarefa de transferir votos para sua candidata. Sobretudo no Nordeste, onde em 2006 o PSDB perdeu por 10 milhões de votos”.
                         * * *
Se Serra tiver, em Minas, a metade mais um voto do eleitorado, será motivo mais do que suficiente para uma comemoração dos tucanos.
Agora 3 milhões de votos a mais do que Dilma, é sonho de uma noite de verão.
No caso outono.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:53

Anastasia já aceita Dilma

Do ‘Valor Econômico’:
“O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), disse ontem que não haverá retaliação aos prefeitos aliados de seu governo que preferirem apoiar a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, em vez de José Serra (PSDB).
“A política em Minas Gerais é feita sempre com base no entendimento, do convencimento com as ideias”, afirmou Anastasia. “É claro então que é difícil falar em retaliação”, disse o governador, questionado sobre os prefeitos que optarem pelo “Dilmasia”.
A expressão “Dilmasia” – ou “Anastadilma” – foi criada com a união dos nomes de Anastasia com o de Dilma, em uma referência aos que apoiarem, ao mesmo tempo, o tucano para o governo e a petista para a Presidência. Em 2002 e 2006, houve o voto “Lulécio”, com vitória de Lula e do tucano Aécio Neves em Minas.
Anastasia afirmou que quando a campanha começar oficialmente, em julho, haverá um “esforço” em favor de Serra. “As lideranças políticas, bem como a população, vão ter condição de escolher.”
O governador reafirmou seu apoio a Serra na disputa pelo Palácio do Planalto. “O nosso grupo político, liderado pelo governador Aécio Neves, tem, no governador José Serra, o seu nome como candidato à Presidência da República.”

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