• Terça-feira, 17 Agosto 2010 / 11:50

TV não mudará resultado

    É dura a vida do candidato José Serra.
Veja o que diz a reportagem da ‘Folha’, assinada por Ranier Bragon e Fernanda Odilla:
“A campanha na TV tem histórico de relevantes movimentações na intenção de voto dos candidatos à Presidência, mas até hoje não teve impacto suficiente para tirar a vitória daquele que iniciou o período na dianteira.
Nas cinco eleições presidenciais após a redemocratização -de 1989 a 2006-, saiu vitorioso o candidato que liderava as pesquisas imediatamente antes da entrada da campanha na TV.
A análise das planilhas do Datafolha mostra que se encontravam nessa situação Fernando Collor (PRN) em 1989, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1994 e 1998, e Lula (PT) em 2002 e 2006 -em 94, FHC dividia a ponta com Lula, em empate técnico, mas em ascensão.
Apesar disso, a propaganda televisiva coincidiu com períodos de movimentações que em dois casos levaram um cenário de vitória em primeiro turno para o segundo.
Em 1989, Collor abriu o período da propaganda com sete pontos de vantagem sobre todos os principais oponentes somados. No final, havia caído de 40% para 26% na pesquisa. Embolado na terceira posição, Lula praticamente dobrou seu índice e, por margem estreitíssima, derrotou Leonel Brizola (PDT) e foi ao segundo turno.
Nas vitórias de 1994 e 1998, ambas no primeiro turno, FHC tinha mais minutos na programação eleitoral e assistiu no período televisivo a uma ampliação da vantagem em relação a Lula. Já em 2002, Lula iniciou a TV com Ciro Gomes (PPS) como seu principal oponente. Entretanto, Ciro derreteu de 27% para 11% das intenções de voto, desempenho em parte atribuído à exploração na TV de frases polêmicas e da discussão com um eleitor.
José Serra (PSDB), dono da maior fatia eletrônica, acabou indo ao segundo turno.
“O horário eleitoral sepultou as chances de Ciro por conta das bobagens que ele falou”, disse o cientista político Marcus Figueiredo, professor da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Autor de estudos sobre o tema, ele diz que a propaganda na TV constrói a imagem dos candidatos e pauta debates, mas que está longe de ser a única variável para que o eleitor defina seu voto.
Na disputa de Lula pela reeleição, em 2006, o petista vencia o conjunto dos principais oponentes por dez pontos no início da propaganda.
Em meio à repercussão do episódio em que petistas foram presos tentando comprar um dossiê antitucano e após faltar ao último debate, na TV Globo, teve que disputar o segundo turno com Geraldo Alckmin (PSDB).
As planilhas do Datafolha mostram não haver padrão sobre o momento da campanha na TV em que as intenções de voto se estabilizam. Houve mudanças, no entanto, no resultado final de outras eleições. Um dos exemplos mais claros é o da eleição de Gilberto Kassab (DEM) à Prefeitura de São Paulo, em 2008. Em 22 de agosto, na semana de início da propaganda na TV, ele tinha 14%, contra 41% de Marta Suplicy (PT) e 24% de Geraldo Alckmin (PSDB)”.

  • Terça-feira, 27 Julho 2010 / 10:24

Ciro, espertalhão, esconde sobrenome

      Da ‘Folha’:
“Quando viu publicado na Folha de ontem os 19% de intenção de votos para o Senado, percentual apurado na pesquisa Datafolha, Ciro Moura, candidato ao Senado pelo PTC, ficou surpreso. O sentimento foi compartilhado por aliados e adversários.
Há quase 20 anos disputa cargos. Nunca se elegeu: “Pela minha trajetória achei que teria um bom número, mas não nesse patamar”.
A explicação para o percentual alcançado na pesquisa pode estar na estratégia adotada pelo candidato. Em registro na Justiça Eleitoral, Ciro Moura excluiu o sobrenome do cadastro de seu nome de campanha.
Assim, Ciro Moura tornou-se apenas Ciro para o eleitor.
Datafolha tem como critério apresentar na pesquisa o nome de campanha registrado pelo candidato. E, na avaliação de Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, ao se deparar com o nome Ciro na cédula, o eleitor pode ter feito uma associação com o deputado federal Ciro Gomes (PSB). “E essa é uma confusão que pode acontecer na hora do voto”, ressaltou.
Ciro Moura discorda. “Isso é puro achismo. Só vamos saber na hora”, afirmou”.

  • Domingo, 25 Julho 2010 / 9:40

Datafolha: a maioria acredita em Dilma

    O Datafolha divulgou uma pesquisa onde Dilma Rousseff e José Serra estão empatados.
Agora vamos a duas curiosidades da mesma pesquisa:
1 – Para 41% dos eleitores, a vencedora da disputa será Dilma, contra 30% que acreditam em uma vitória de Serra. 
2 – O Datafolha quis saber também o grau de convicção dos entrevistados com relação ao voto. No caso de Dilma, 78% dos que a apoiam dizem estar “totalmente decididos”. Os eleitores de Serra são menos convictos: 67% dizem estar “totalmente decididos”.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 9:00

Datafolha: Cabral 53 x Gabeira 18

   De Bernardo Mello Franco, da Folha:
“Se a eleição fosse hoje, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), seria reeleito ainda no primeiro turno. Ele tem 53% das intenções de voto, contra 18% de Fernando Gabeira (PV), aponta o Datafolha.
A diferença de 35 pontos entre os principais candidatos ao Palácio Guanabara indica que a disputa no terceiro maior colégio eleitoral do país pode ser encerrada no dia 3 de outubro.
De acordo com o levantamento, os demais concorrentes somam apenas 8% das intenções de voto. Cyro Garcia (PSTU) e Eduardo Serra (PCB) têm 3% cada um. Mais atrás estão Fernando Peregrino (PR) e Jefferson Moura (PSOL), com 1% cada um.
Não sabem quem escolher 12%, e outros 9% pretendem votar nulo ou em branco.
Cabral lidera com mais folga no interior, onde bateria Gabeira por 56% a 14%. Na região metropolitana, eles aparecem com 52% e 20%, respectivamente.
O melhor desempenho do candidato do PV é na capital, onde ele chegou ao segundo turno da eleição para a prefeitura em 2008. Lá, Gabeira alcança 25%, e Cabral, 48%.
Os números mostram que o peemedebista foi beneficiado pela desistência do ex-governador Anthony Garotinho (PR), que concorrerá a deputado federal e ainda não conseguiu transferir suas intenções de voto para Peregrino.
A rejeição a Gabeira é o maior obstáculo à realização de segundo turno no Estado. Dos eleitores ouvidos, 31% disseram que não votam de forma alguma no verde. Cabral tem 18% de rejeição.
Além de contar com a máquina do Estado, o governador diz ter o apoio de 91 dos 92 prefeitos fluminenses -incluindo o da capital, Eduardo Paes (PMDB). Ele também está aliado ao presidente Lula e à presidenciável Dilma Rousseff (PT)”.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 8:48

SP: Alckmin tem 49%

De Uirá Machado, da ‘Folha’:
“Se as eleições para governador de São Paulo fossem hoje, Geraldo Alckmin (PSDB) venceria já no primeiro turno e seria reconduzido ao cargo que ocupou entre 2001 e 2006.
Segundo pesquisa Datafolha realizada entre os dias 20 e 23, o tucano tem 49% das intenções de voto. Seus adversários no Estado, somados, chegam a 33%.
Aloizio Mercadante (PT) aparece em segundo lugar na pesquisa, com 16% das intenções de voto.
Em terceiro está Celso Russomano (PP), com 11%, e em quarto aparece Paulo Skaf (PSB), com 2%. Depois vêm Fabio Feldmann (PV), Mancha (PSTU), Paulo Búfalo (PSOL) e Anaí Caproni (PCO), todos com 1% das intenções de voto. O candidato Igor Grabois (PCB) tem 0%.
Os que dizem querer votar em branco ou nulo somam 6%, e 13% afirmam ainda não saber em quem votar.
O Datafolha realizou 2.083 entrevistas em 58 municípios do Estado de São Paulo. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
De acordo com o levantamento, o candidato que tem a maior rejeição é Mancha: 21% dos eleitores dizem que “não votariam nele de jeito nenhum”. Logo atrás aparece Mercadante, rejeitado por 20% do eleitorado paulista.
Líder na pesquisa, Alckmin aparece com rejeição de 14% dos eleitores do Estado.
Ex-governador de São Paulo, Alckmin leva maior vantagem no interior do Estado, onde tem 53% das intenções de voto, contra 14% de Mercadante. Na capital, o tucano aparece com 48%, e o petista, com 19%.
A maior vantagem de Alckmin é entre os mais jovens: 61% dos eleitores que têm entre 16 e 24 anos declaram intenção de votar no tucano, contra 8% que dizem querer votar em Mercadante.
Entre os que têm ensino superior, Alckmin tem 55% das intenções de voto, e Mercadante, 18%. O tucano também tem melhor desempenho entre os mais ricos (acima de dez salários mínimos): 58% contra 19% do petista.
Se Alckmin tem votação parecida entre homens e mulheres (50% e 49%, respectivamente), Mercadante vai melhor no eleitorado masculino (20%) do que no feminino (12%)”.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 8:46

Eduardo em PE: 30% de vantagem

   Da ‘Folha’:
“O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) seria reeleito no primeiro turno se a eleição fosse hoje. Ele aparece com 59% na primeira pesquisa Datafolha feita desde o início oficial da campanha.
O segundo colocado é o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), com 28%.
O Datafolha ouviu 967 eleitores no Estado entre os dias 20 e 23. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Na capital a diferença reduz bastante: 54% a 34%.
A disputa no Estado está completamente polarizada. Dos outros cinco candidatos ao governo, apenas Sérgio Xavier (PV) tem 1%. Pretendem votar em branco ou nulo 4%, e 7% estão indecisos.
A vantagem de Campos é ainda maior no interior: 60% votariam no governador e 26% no peemedebista.
Campos lidera no eleitorado feminino, segmento em que tem 61%, contra 56% entre os homens. Ele também obtém a maior votação (69%) entre os mais escolarizados.
E, apesar da aliança nacional entre PT e PMDB, o candidato do PSB tem seu melhor desempenho entre os simpatizantes petistas (67%) e os eleitores de Dilma (70%).
Jarbas tem a maior rejeição (34%), e Campos, a menor (15%) entre os candidatos”.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 8:45

Wagner vence na Bahia

     Da ‘Folha’:
“Com 44% das intenções de voto, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), seria reeleito no primeiro turno, se a eleição fosse hoje. Somados, os seus adversários alcançam 37%.
De acordo com o Datafolha, o petista lidera a disputa com 21 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Paulo Souto (DEM), que tem 23%. Em terceiro lugar aparece Geddel Vieira Lima (PMDB), com 12%.
Os candidatos Luiz Bassuma (PV) e Professor Carlos (PSTU) têm 1% cada um. Marcos Mendes (PSOL) e Sandro Santa Bárbara (PCB) não pontuaram. Não opinaram 13% dos eleitores, e outros 6% disseram que votarão nulo ou em branco.
Esta é a primeira eleição para o governo da Bahia após a morte do ex-senador Antonio Carlos Magalhães (1997-2007). Herdeiro do carlismo, Souto lidera o ranking de rejeição: 30% dos eleitores dizem não votar nele de jeito nenhum. Outros 20% rejeitam Geddel, e 16% não admitem votar em Wagner.
Na pesquisa espontânea, em que o eleitor não vê a lista de candidatos, o governador tem vantagem ainda maior sobre os oponentes. Wagner é citado por 26% dos entrevistados. Souto tem 7%, e Geddel, 4% das menções.
O petista amplia a liderança entre os mais ricos. Dos entrevistados com renda familiar acima de cinco salários mínimos, 58% dizem que votarão nele. Na mesma faixa, Souto aparece com 16%, e Geddel, com 7%.
Na faixa abaixo dos dois salários mínimos, Wagner recua para 42%. Souto tem 24%, e Geddel, 12%.
O governador também apresenta vantagem maior entre os baianos mais jovens. Ele alcança 53% no eleitorado de 16 a 24 anos de idade. Entre os jovens, Souto cai para 19%, e Geddel, para 12%”.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 8:44

Roriz venceria em Brasília

 Da ‘Folha’:
“Mesmo ameaçado pela Lei da Ficha Limpa, Joaquim Roriz (PSC) lidera com folga a disputa pelo governo do Distrito Federal.
O ex-governador aparece com 40% das intenções de voto, segundo o Datafolha realizado com 706 eleitores do DF entre os dias 20 e 23.
O ex-ministro do Esporte Agnelo Queiroz (PT) é o segundo colocado, com 27%.
Nesse cenário, em que os demais candidatos somam 5%, Roriz estaria eleito no primeiro turno, caso a eleição fosse hoje.
A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.
Roriz tem a maior fatia de seu eleitorado entre os entre os eleitores de José Serra, faixa em que chega a 63%, nos simpatizantes do PSDB (76%) e junto aos menos escolarizados (53%).
O ex-governador lidera entre todos os seguimentos, exceto entre os eleitores com nível superior completo (quando perde por 22% a 40%) e entre aqueles com renda familiar acima de cinco salários mínimos.
Roriz, que renunciou ao Senado em 2007 para evitar um processo de cassação por acusações de corrupção, lidera o ranking de rejeição no DF: 34% dizem que não votariam nele de jeito nenhum.
Agnelo é rejeitado por 19% e Toninho do PSOL, por 15%.
O ex-governador busca o quinto mandato em Brasília. Esta será a primeira eleição após a Operação Caixa de Pandora, realizada pela Polícia Federal, que desvendou um esquema de corrupção e compra de apoio político no Distrito Federal.
O escândalo levou à prisão do então governador José Roberto Arruda (ex-DEM).
O índice dos que não apontam candidato na pesquisa espontânea é de 59%. Nesse cenário, sem lista de candidatos, a vantagem de Roriz mingua: tem 18%, contra 15% de Agnelo”.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 8:42

Hélio tem 26 de vantagem em Minas

  Da repórter Luciana Coelho, da ‘Folha’:
“O ex-ministro Hélio Costa (PMDB) lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais com 26 pontos de vantagem sobre o atual titular do cargo, Antonio Anastasia (PSDB), mostra a primeira pesquisa do Datafolha no Estado desde o lançamento das campanhas.
Segundo o instituto, mais eleitores em Minas se dizem indecisos -23%- do que optam pelo atual governador.
Ex-senador pelo Estado e ex-ministro das Comunicações, Costa tem 44%.
Anastasia, que assumiu o governo após a renúncia de Aécio Neves para disputar o Senado, em 31 de março, tem 18% das preferências.
Em um distante terceiro lugar, empatam com 2% os candidatos Professor Luis Carlos (PSOL) e Vanessa Portugal (PSTU), enquanto Edilson Nascimento (PTdoB), Fabinho (PCB), Pepê (PCO) e Zé Fernando Aparecido (PV) surgem com 1%.
Afirmam que anularão o voto 7% dos entrevistados.
Costa supera Anastasia em todos os segmentos da população examinados, exceto no dos eleitores de renda familiar acima de dez salários mínimos, quando o tucano tem 47% das preferências contra 31% do adversário.
A vantagem do peemedebista é menor entre aqueles com curso superior completo (38% contra 32% das preferências) e chega à sua maior amplitude entre os eleitores de 35 a 49 anos (49% a 14%).
Já a performance de Anastasia é ligeiramente melhor do que sua média entre quem tem até 34 anos.
Apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Hélio Costa se sai melhor entre o eleitorado do PMDB (63%) e do PT (54%). Anastasia tem o apoio de 43% dos simpatizantes do PSDB e de 22% dos que se dizem peemedebistas.
Todos esses dados se referem a respostas estimuladas. Quando levadas em conta apenas as respostas espontâneas, no entanto, Costa é preferido por 10% dos entrevistados, e Anastasia, por 7%.
Aécio, que concorre ao Senado, ainda é citado por 4% dos eleitores nesse cenário -eram 9% em pesquisa realizada em dezembro do ano passado.
Os índices de rejeição em Minas são relativamente uniformes, na margem de erro.
O atual governador tem rejeição maior do que a do ex-ministro -14% contra 10%. O maior índice é do candidato do PCO, Pepê, citado por 19% dos ouvidos. O menor é do candidato do PT do B, Edilson Nascimento, 8%.
A pesquisa ouviu 1.269 eleitores em 52 municípios entre a última terça e ontem. A margem de erro é de três pontos percentuais para cima ou para baixo”.

  • Sábado, 24 Julho 2010 / 8:39

PR: Richa tem leve vantagem

    Da ‘Folha’:
“A disputa pelo governo do Paraná começa com empate técnico na liderança entre os candidatos Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT). Segundo o Datafolha, o tucano tem 43% das intenções de voto, e o pedetista, 38%.
Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, não é possível afirmar que um dos concorrentes esteja isolado na frente.
O candidato do PV, Paulo Salamuni, aparece com 1%, e os demais não pontuaram. Não sabem quem escolher 14% dos eleitores, e outros 3% dizem que pretendem votar nulo ou em branco.
O levantamento mostra que o Paraná está dividido geograficamente entre os principais candidatos ao governo. Em Curitiba e na região metropolitana, Richa lidera a disputa por 65% a 22%. A situação se inverte no interior, onde Osmar venceria por 45% a 35%.
O tucano tem melhor desempenho entre os eleitores com maiores índices de renda e escolaridade. Nas famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos, por exemplo, ele lidera por 61% a 32%. A disputa está equilibrada entre os mais pobres e os que estudaram menos.
Os dois principais concorrentes apresentam índices baixos de rejeição. Dos eleitores ouvidos pelo Datafolha, 15% dizem que não votariam de jeito nenhum em Osmar, e 12%, em Richa”.

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