• Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:13

Minc, tudo por uma polêmica

De Ancelmo Gois, em ‘O Globo’:
“Lula, reconheça-se, às vezes, é bem-humorado. Foi impagável sua despedida de Carlos Minc:
? Companheiro Minc… o menos polêmico de todos os companheiros, o que menos gosta de falar com a imprensa, o que se veste mais discretamente…”
  * * *
Minc, que se intitula ‘ecocarioca’ diz que voltará a Lapa, e ainda criticou a senadora Marina Silva.
E olha que Marina é mais do que sua antecessora.
Ela é do PV – o partido de Minc.

Correção:

Essa foi uma bobeada braba. Minc é do PT. O que liga ele a Marina é o meio ambiente. Ela que era do PT e hoje está no PV.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:09

O futuro do PT

O PT do Rio tem uma bancada federal de apenas 5 deputados.
Luiz Sergio, Carlos Santana, Cida Diogo, Chico D’Angelo e Antonio Carlos Biscaia, sendo que esses dois últimos são suplentes e , na  próxima semana, devolverão suas cadeiras aos titulares Edson Santos e Jorge Bittar.
Nada leva a crer a bancada aumente, nas próximas eleições.
Wladimir Palmeira e Alessandro Molon serão candidatos a deputado federal, com eleição praticamente garantida.
Sobrarão então três cadeiras, para sete candidatos.
Se Carlos Minc fosse concorrer à Câmara, sobrariam duas e, se o chanceler Celso Amorim viesse para o Rio, restaria somente uma para ser disputada pelos demais.
Mas se todos fossem candidatos, seria possível até sonhar com um aumento da bancada federal e, quem sabe, ela chegasse a seis, sete ou mesmo oito deputados.
Mas o partido, no Rio, é a unica seção do país que não vingou, por motivos os mais diversos, sendo o que principal deles é a intervenção constante dos dirigentes nacionais nas coisas internas do Rio.
Assim foi com Vladimir, assim foi com Bené, assim foi com Molon, assim foi com Lindberg, e assim será na próxima eleição.
Seja quem fôr o candidato.

CORREÇÃO:

Fui alertado e corrigo: o deputado Biscaia  é o suplente do ministro Edson Santos, mas o suplente do secretário Bittar é Glauber Braga, do PSB, e não o deputado Chico D’Angelo.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:53

Dilma defende o Rio de Janeiro

Da repórter Monica Tavares, de ‘O Globo’:
“A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu ontem que é um direito constitucional do Rio e dos demais estados produtores receber compensação diferenciada pela exploração do petróleo. Para ela, ao contrário do que propõe a emenda Ibsen, deve ser observado o respeito aos contratos que estão em vigor caso das participações governamentais sobre a extração nos campos já em atividade, majoritariamente destinadas ao Estado do Rio e aos municípios fluminenses, que respondem por 80% da produção nacional de petróleo. Dois dias antes, o governador de São Paulo, José Serra, também defendera os estados do Rio e do Espírito Santo.
Segundo Dilma,é preciso um acordo: Esperamos que no Congresso, no Senado, isso (a emenda Ibsen) seja revertido e se busque um consenso, que é muito melhor que uma disputa fratricida entre estados.
Dilma lembrou que a Constituição prevê que os estados produtores de petróleo ou que tenham instalações para exploração sejam contemplados diferenciadamente.
É o caso dos estados que produzem: Rio, Espírito Santo, São Paulo e Rio Grande do Norte. Isso é da Constituição.
A ministra destacou que em direito adquirido não se mexe, e por isso o governo jamais pensou em aplicar uma nova regra de divisão dos royalties de forma retroativa, como foi feito na emenda Ibsen. Esta redivide a renda do petróleo, inclusive a da produção atual, entre as 27 unidades da Federação, o que resulta em perda de R$ 7 bilhões anuais para a economia fluminense.
Isso nós nunca cogitamos. Não é possívelser feito. Mantivemos o que estava concedido, dentro do princípio de respeito a contratos intactos afirmou Dilma, em referência ao projeto apresentado pelo líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN),que cria nova regra de divisão apenas para os campos a serem licitados,sob o regime de partilha.
Dilma disse que essa proposta foi discutida com estados além dos produtores representados pelos governadores Eduardo Campos (PE) e Cid Gomes (CE) e foi consensual.
Ao ser perguntada se o presidente Lula vetaria a emenda, caso ela passe no Congresso, a ministra recorreu à estratégia do governo de não se comprometer publicamente com o veto, para forçar a negociação no Senado.
Não trabalhamos com essa hipótese, e seria um desrespeito ao Senado e aos senadores, e ao Congresso, discutir uma questão dessas a essa altura disse, um dia após o presidente ter afirmado que a questão era um problema para o Congresso.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse ontem estar otimista quanto à derrubada da emenda por Lula: Uma coisa seria eu ou Sérgio Cabral falar. Outra coisa é ele(Lula) chegar e dizer o seguinte: não interessa o que vocês vão fazer,se fizer a, b ou c, eu pego e caneto. Aí, seria, digamos assim,um desrespeito do presidente com o Poder Legislativo.
Agora, que ele disse que não vai deixar o Rio injustiçado, isso ele disse.
Minc lembrou que o projeto enviado pelo presidente não previa tamanha perda de recursos para o Rio: O projeto que o Lula mandou não tinha essa tunga para o Rio, isso foi criado pelo Ibsen. A emenda é corsária.
Na calada da noite, cada um vinha com sua adaga tirar um butim. O risco ambiental ficava no Rio, mas o butim, o tesouro dos corsários, ia se espalhar para quem levantasse a mão”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:49

Orlando Silva brinca com fogo

Dois ministros de Lula estiveram na passeata dos royaltes: Carlos Lupi e Carlos Minc. Mas ambos são cariocas.
Já Orlando Silva, do Esporte, embora anunciado pelos assessores do governador, não apareceu.
Se continuar faltando as festas promovidas por Sergio Cabral, Orlando acabará perdendo a boquinha das Olimpíadas.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:07

Marchinhas imortais para a 3ª feira Gorda de Carnaval

De Sergio Cabral para Dilma Rousseff:
Não se perca de mim
Não se esqueça de mim
Não desapareça
Que a chuva tá caindo
E quando a chuva começa
Eu acabo perdendo a cabeça
Não saia do meu lado
Segure o meu pierrot molhado
E vamos embolar ladeira abaixo
Acho que a chuva ajuda a gente a se ver
Venha veja deixa beija seja
O que Deus quiser
A gente se embala se embola se embola
Só pára na porta da igreja
A gente se olha se beija se molha
De chuva suor e cerveja

Ainda para Sergio Cabral cantar, em breve,  para Dilma Rousseff:
Covarde eu sei que me podem chamar,
Porque não calo no peito esta dor,
Atire a primeira pedra , ai, ai, ai,
Aquele que não sofreu por amor.(Covarde não sou)
Eu sei que vão censurar, o meu proceder,
Eu sei mulher, que você mesma vai dizer,
Que eu voltei pra me humilhar,
Mas não faz mal,
Você pode até sorrir,
Perdão, foi feito pra gente pedir.

Do vice do Rio, Luiz Fernando Pezão, o único do governo Cabral fiel a Dilma Rousseff:
Não quero broto, não quero,
Não quero não,
Não sou garoto
Pra viver mais de ilusão,
Sete dias da semana,
Eu preciso ver,
Minha balzaqueana.

Do deputado Fernando Gabeira ao se decidir pela candidatura ao governo do Rio:
Lá em casa tem um bigorrilho,
Bigorrilho fazia mingau,
Bigorrilho foi quem me ensinou,
A tirar o cavaco do pau,
Trepa Antonio, siri tá pau,Par
Eu também sei tirar,
O cavaco do pau.

Melô do ministro Carlos Minc:
Olha a cabeleira do Zezé
Será que ele é
Será que ele é
Será que ele é bossa nova
Será que ele é Maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é
Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!

Melô de Paris Hilton no camarote da Cerveja Devassa:
Chiquita bacana lá da Martinica
Se veste com uma casca de banana nanica
Não usa vestido, não usa calção
Inverno pra ela é pleno verãoPaulo
Existencialista com toda razão
Só faz o que manda o seu coração.

Do  governador de Brasília, em exercício, Paulo Octavio, para a Polícia Federal:
Bandeira branca amor
Não posso mais
Pela saudade que me invade
Eu peço paz
Saudade mal de amor de amor
Saudade dor que dói demais
Vem meu amor
Bandeira branca eu peço paz
 
Ó Abre-Alas, por José Serra
Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar
Ó Abre-Alas por Dilma Rousseff
Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

Brasileiros nesse verão:
Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara

Para Cabral cantar na última semana de dezembro:
Ai, ai, ai ai, ai ai ai,está chegando a hora
O dia já vem raiando, meu bem, eu tenho que ir embora

Da candidata Marina Silva:
Ê ê ê ê ê índio quer apito
Se não der pau vai comer
Lá no Bananal mulher de branco
Levou pra índio colar esquisito
Índio viu presente mais bonito
Eu não quer colar
Índio quer apito

Sergio Cabral e Eduardo Paes, de mãos dadas.
SC – Joujoux, joujoux?
EP – Que é meu balagandã?
SC – Aqui estou eu
EP – Aí estás tu
SC – Minha joujoux
EP – Meu balagandã
SC – Nós dois, depois
EP – O sol do amor que manhãs
SC – De braços dados
EP – Dois namorados
SC – Já sei Joujoux
EP – Balagandãs
SC – Seja em Paris
EP – Ou nos Brasis
SC – Mesmo distantesA
EP – Somos constantes
SC – Tudo nos une
EP – Que coisa rara
SC e EP – No amor nada nos separa

Do presidente da Cedae, Wagner Victer:
Lata d’água na cabeça
Lá vai Maria
Lá vai Maria
Sobe o morro e não se cansa
Pela mão leva a criança
Lá vai Maria
De Ancelmo Góes e Wagner Victer:
Branca é branca preta é preta
Mas a mulata é a tal, é a tal!
Branca é branca, preta é preta
Mas a mulata é a tal, é a tal!
Quando ela passa todo mundo grita:
“Eu tô aí nessa marmita!”
Quando ela bole com os seus quadris
Eu bato palmas e peço bis
Ai mulata, cor de canela!
Salve salve salve salve salve ela!

A melô do Chávez:
Daqui não saio
Daqui ninguém me tira
Onde é que eu vou morar
O senhor tem paciência de esperar
Inda mais com quatro filhos
Onde é que vou parar

De deputado Michel Temer para a ministra Dilma Rousseff:
Eu perguntei a um mal-me-quer
Se meu bem ainda me quer
Ela então me respondeu que não
Chorei,
Mas depois eu me lembrei
Que a flor também é uma mulher
Que nunca teve coração…
A flor mulher, iludiu meu coração
Mas, meu amor
É uma flor ainda em botão
O seu olhar
Diz que ela me quer bem
O seu amor
É só meu de mais ninguém,

Do trio ?Os Espertalhões?:  Wilson Carlos, Julio Lopes e Sergio Côrtes:
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta, dá a chupeta, ai, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar!

Da subsecretária do Cerimonial do Palácio Guanabara, Adriana Novis, campeã de diárias no exterior:

Maria Candelária
É alta funcionária
Saltou de páraquedas
Caiu na letra “O”, oh, oh, oh, oh
Começa ao meio-dia
Coitada da Maria
Trabalha, trabalha, trabalha de fazer dó oh, oh, oh, oh
A uma vai ao dentista
As duas vai ao café
Às três vai à modista
Às quatro assina o ponto e dá no pé
Que grande vigarista que ela é.

Melô de Sergio Cabral sempre que encontra alguém da área federal:
Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!
Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair
Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!

Do governador José Serra. No Carnaval passado, esse marchinha foi cantada pelo ex-governador Arruda:
Nós, nós os carecas
Com as mulheres somos maiorais
Pois na hora do aperto
É dos carecas que elas gostam mais.

Também da dupla Ancelmo Gois e Wagner Victer:
Mulata bossa nova
Caiu no hully gully
E só dá ela
Ê ê ê ê ê ê ê ê
Na passarela
A boneca está
Cheia de fiufiu
Esnobando as louras
E as morenas do Brasil.

Esse samba mais parece um samba-enredo, devido a infinidade de compositores associados a ele.  Mas à frente vai o ministro do Esporte, Orlando Silva:
Lá vem o cordão dos puxa-saco
Dando viva aos seus maiorais
Quem está na frente é passado para trás
E o cordão dos puxa-saco
Cada vez aumenta mais

De boa parte dos moradores do Rio de Janeiro para o presidente da Cedae:
Tomara que chova,
Três dias sem parar,
Tomara que chova,
Três dias sem parar.
A minha grande mágoa,
É lá em casa
Não ter água,
E eu preciso me lavar.

Sergio Cabral, Eduardo Paes e José Gomes Temporão – os três de mãozinhas dadas:
UPA, UPA, UPA,
Cavalinho alazão
ê ê ê
Não faça assim comigo não
Lá vai o meu trolinho
Vai rodando de mansinho
Pela estrada além
Vai levando pro seu ninho
Meu amor, o meu carinho
Que eu não troco por ninguém
UPA, UPA, UPA
Cavalinho alazão…

Marchinha que FHC adorava cantar no exterior:
Yes, nós temos bananas
Bananas pra dar e vender
Banana menina tem vitamina
Banana engorda e faz crescer
Vai para a França o café, pois é
Para o Japão o algodão, pois não
Pro mundo inteiro, homem ou mulher
Bananas para quem quiser.

De Cabral para Madonna:
Garota você é uma gostosura
Foi proibida
Pela censura
Sai de perto de mim
Olhar pra você eu não posso
Me segura que eu vou ter um troço
Me segura que eu vou ter um troço
Me segura que eu vou ter um troço
Me segura que eu vou ter um troço.

Do candidato José Serra para o deputado Fernando Gabeira:
Meu periquitinho verde
Tire a sorte por favor
Eu quero resolver
Este caso de amor
Pois se eu não caso
Neste caso eu vou morrer

Do milionário Eike Batista:
Lá vem o seu China
Na ponta do pé
Lig lig lig lig lig lig lé!
Dez tões, vinte pratos
Banana e café
Lig lig lig lig lig lig lé!
Chinês
Come somente uma vez por mês
Não vai
Mais à Xangai
Buscar a Butterfly
Aqui, com a morena
Fez a sua fé
Lig lig lig lé!

Do ex-governador Garotinho para a secretária Benedita da Silva:
Esta mulher
Há muito tempo me provoca
Dá nela! Dá nela!
É perigosa
Fala mais que pata choca
Dá nela! Dá nela!
Fala, língua de trapo
Pois da tua boca
Eu não escapo
Agora deu para falar abertamente
Dá nela! Dá nela!
É intrigante
Tem veneno e mata a gente
Dá nela! Dá nela!

Da presidente do PSOL, Heloisa Helena, para o deputado Chico Alencar:

Encontrei o meu pedaço na Avenida
De camisa amarela
Cantando a Florisbela, oi, a Florisbela
Convidei-o a voltar pra casa
Em minha companhia
Exibiu-me um sorriso de ironia
Desapareceu no turbilhão da Galeria
Não estava nada bom
O meu pedaço na verdade
Estava bem mamado
Bem chumbado, atravessado
Foi por aí cambaleando
Se acabando num cordão
Com um reco-reco na mão
Mais tarde o encontrei
Num café zurrapa
Do Largo da Lapa
Folião de raça
Bebendo o quinto copo de cachaça
Isto não é chalaça

De Ciro Gomes para Lula:
Eu não sou água,
Pra me tratares assim,
Só na hora da sede,
É que procuras por mim,
A fonte secou,
Quero dizer que entre nós,
Tudo acabou.
Seu egoísmo me libertou,
Não deves mais me procurar,
A fonte do nosso amor secou,
Mas os seus olhos,
Nunca mais hão de secar.

Do senador Tião Viana para José Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho, etc, etc, etc
A coroa do Rei,
Não é de ouro nem de prata,
Eu também já usei,
E sei que ela é de lata.
Não é ouro nem nunca foi,
A coroa que o Rei usou,
É de lata barata,
E olhe lá… borocochô
Na cabeça do Rei andou,
E na minha andou também,
É por isso que eu digo,
Que não vale um vintém.

Para Sergio Cabral cantar em breve para Jorge Picciani. Ou vice-versa:
Você partiu,
Saudades me deixou,
Eu chorei,
O nosso amor, foi uma chama,
O sopro do passado desfaz,
Agora é cinza,
Tudo acabado e nada mais!
Você,
Partiu de madrugada,
E não me disse nada,
Isso não se faz,
Me deixou cheio de saudade,
E paixão,
Não me conformo,
Com a sua ingratidão.

Criação coletiva começando com o ex-ministro José Dirceu:
Agora vou mudar minha conduta
Eu vou pra luta
Pois eu quero me aprumar
Vou tratar você com força bruta
Pra poder me reabilitar
Pois esta vida não está sopa
E eu pergunto com que roupa?
Com que roupa que eu vou?
Pro samba que você me convidou
Com que roupa eu vou?
Pro samba que você me convidou

Prossegue com o ex-governador José Roberto Arruda:
Agora eu não ando mais fagueiro
Pois o dinheiro
Não é fácil de ganhar
Mesmo eu sendo um cabra trapaceiro
Não consigo ter nem pra gastar
Eu já corri de vento em popa
Mas agora com que roupa?
Com que roupa que eu vou?
Pro samba que você me convidou
Com que roupa eu vou?
Pro samba que você me convidou

Finaliza com o prefeito Lindberg Farias, o Lindinho:
Eu hoje estou pulando como sapo
Pra ver se escapo
Desta praga de urubu
Já estou coberto de farrapo
Eu vou acabar ficando nu
Meu paletó virou estopa
Eu nem sei mais com que roupa?
Com que roupa que eu vou?
Pro samba que você me convidou
Com que roupa eu vou?
Pro samba que você me convidou

De Sergio Cabral para Madonna:
Lourinha, lourinha
Dos olhos claros de cristal
Desta vez em vez da moreninha
Serás a rainha do meu carnaval
Loura boneca
Que vens de outra terra
Que vens da Inglaterra
Ou que vens de Paris
Quero te dar
O meu amor mais quente
Do que o sol ardente
Deste meu país

Melô do xerife Rodrigo Betlhem, do Choque de Ordem:
Vém cá “seu” guarda
Bota pra fora esse moço
Que está no salão brincando
Com pó-de-mico no bolso.
Foi ele, foi ele sim,
Foi ele que jogo o pó em mim.

Do ex-prefeito Cesar Maia:
Tristeza
Por favor vai embora
A minha alma que chora
Está vendo o meu fim
Fez do meu coração
A sua moradia
Já é demais o meu penar
Quero voltar aquela
Vida de alegria
Quero de novo cantar
la ra rara, la ra rara
la ra rara, rara
Quero de novo cantar

Marchinha que Michel Temer adoraria cantar para Henrique Meirelles:
Oh jardineira
Porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu?
Foi a camélia
Que caiu do galho
Deu dois suspiros
E depois morreu
Vem jardineira
Vem meu amor
Não fique triste
Que este mundo é todo teu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu.

Da ex… deixa pra lá:
Maria Sapatão
Sapatão, Sapatão
De dia é Maria
De noite é João

A melô do blog:
Quem é você que não sabe o que diz
Meu Deus do céu, que palpite infeliz…

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:37

A favor de Minc e de Marilene

A favor da secretária de Meio Ambiente do Rio, Marilene Ramos – o que explicaria também o silêncio do ministro Carlos Minc sobre a tragédia de Angra.
O decreto assinado, por Sergio Cabral, que abriu as encostas da cidade para a especulação imobiliária, chegou à Secretaria já pronto e acabado.
Ele foi redigido na Casa Civil do Palácio Guanabara.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:32

A tragédia e os políticos

 O ex-prefeito Cesar Maia diz hoje em seu blog que a “tragédia de Angra oculta responsáveis políticos”:           
“1. Pelo menos três importantes dirigentes públicos ficaram ocultos a partir da tragédia de Angra. O governador Sérgio Cabral apareceu depois de 24 horas dos fatos. No entanto, o ministro do meio ambiente Carlos Minc, que por tantas vezes apareceu falando aos quatro ventos sobre a defesa ambiental de Angra dos Reis e em especial da Ilha Grande, continua desaparecido. Hoje, na Folha de SP, a senadora Marina Silva lembra que a questão ambiental está no centro desta tragédia.
2. A outra desaparecida é a secretária de assistência social, Benedita da Silva. Com milhares de desabrigados na Baixada e em Angra dos Reis, não se viu até aqui, nem por um momento, a secretária de ASSISTÊNCIA SOCIAL aparecer para coordenar os trabalhos. Continua desaparecida.             
3. E sobre o decreto 41.921 de Cabral, que flexibilizou as regras de ocupação da Ilha Grande (APA-Tamoios), nem Cabral, autor do mesmo, nem o ministro de meio ambiente, nem a secretária estadual de meio ambiente tem nada a dizer?”

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:12

Minc e as audiência

  Carlos Minc já compareceu a 48 audiências públicas no Congresso, desde que assumiu o ministério de Meio Ambiente.
É audiência demais e fiscalização de menos.
Se Minc continuar aceitando todos os convites para audiências públicas, ele não fará outra coisa a não ser ficar reunido.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:51

Lula leva Cabral ao ridículo

Sergio Cabral foi ridicularizado pelo Presidente e seus ministros na reunião ministerial de segunda-feira.
Segundo informa Jorge Bastos Moreno, no seu ? Nhenhenhém?,  Lula percebeu que havia um mal estar entre os ministros Carlos Minc e Alfredo Nascimento.
Por isso, ?tentou tornar a reunião a mais descontraída possível, desde a abertura:
- Assim não dá! Vejam como é grande a influência do governador Sergio Cabral neste governo.
E começou a ler a justificativa dos ausentes:
- Ministro Fernando Haddad? Paris! Ministro Nelson Jobim? Paris! Ministro Celso Amorim?
E aí, deu a vez a platéia, que gritou em coro:
- Paaaaariiiiiissss!
E o Presidente satisfeito com o resultado da pegadinha:
- Lisbooooooooaaaaa!?

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 19:46

Minc de paletó e gravata

Carlos Minc quando foi ao encontro, ontem, do Presidente Lula, já sabia que seria enquadrado.
Para parecer mais comportado, colocou uma gravata.
Nos próximos dias, aparecerá em certos eventos de paletó.
Não porque ficou mais fraco.
Será mesmo conseqüência do frio.

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