• Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:44

Senado unânime derrota Nuzman

 Do repórter Afonso Morais, para o site ‘Congresso em Foco’:
“A decisão foi unânime. Nove senadores rejeitaram a proposta do presidente dos Comitês Olímpico Brasileiro (COB) e do Rio 2016 (CORio 2016), Carlos Arthur Nuzman, para alterar duas leis federais que regulamentam a proteção aos símbolos olímpicos. Como o Congresso em Foco publicou (dia 19), a intenção de Nuzman era aumentar de forma exagerada a lista de restrições, proibindo a utilização, mesmo que claramente não comercial, de termos como Olimpíadas e Jogos Olímpicos, a não ser com autorização expressa do COB e pagamento de royalties. Levada ao pé da letra, a restrição proposta do Nuzman poderia proibir mesmo a realização de Jogos Olímpicos escolares ou a já tradicional Olimpíada de Matemática. Além disso, o presidente do COB estendia a lista de palavras restritas, incluindo termos como “Rio”, “Rio de Janeiro”, “2016″ e até “medalhas” e “patrocinador”.
Durante audiência pública realizada na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, alguns parlamentares ironizaram a sugestão polêmica do COB para restringir o uso de palavras usadas no cotidiano. Ao final, a presidente da sessão, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), comunicou que a Comissão de Educação enviará ofício ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), informando que a reunião foi realizada e que as alterações propostas nas Leis 12.035 (Ato Olímpico) e 9.615 (Lei Pelé) não foram aprovadas.(…)
O problema foi a forma utilizada por Nuzman – uma carta a Sarney – e a extensão exagerada das restrições que ele propunha. Durante a reunião, alguns senadores criticaram a maneira escolhida por Carlos Nuzman de encaminhar o documento. ?Foi atípica e inusitada a forma que o COB conduziu sua proposta para criar um projeto de lei?, reclamou Álvaro Dias (PSDB-PR).
E questionou a ausência do dirigente esportivo, que mandou um representante, o diretor de Marketing do COB, Leonardo Gryner, à audiência. ?É uma demonstração de desinteresse. Nuzman nem veio defender pessoalmente sua proposta. A carta que enviou ao presidente Sarney reiterava pedido de urgência, mas ele preferiu comparecer a outra comissão e hoje não apareceu na CE. A proposta deveria ser ignorada como ele ignorou a audiência?, atacou Álvaro Dias.  O ministro do Esporte, Orlando Silva, como Nuzman convidado para a audiência, também declinou do convite e nem mandou representante”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:43

Tapioca não tem tradução

Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é espero o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Orlando Silva e Sergio Cabral não têm a mínima idéia porque estão rindo. Nuzman é esperto o suficiente para não traduzir tudo o que ouve.

Da colunista Monica Bergamo, da ‘Folha’:
“O ministro Orlando Silva, do Esporte, está fazendo curso de inglês para se preparar para a Copa 2014.
Ele se matriculou há alguns dias na escola Wizard.
                    * * *
Assim está explicada a presença do ministro da Tapioca no encontro promovido, em Londres, por Sergio Cabral, com o ex-Premier Tony Blair, que foi convidado a assessorar as Olimpíadas de 2016.
Ou seja: Orlando Silva não entendeu patavinas do que foi discutido, portanto está absolvido.
Cabral, que mal fala português, também não fala inglês.
Tanta um quanto o outro são incapazes de fazer um relato plausível sobre o que conversaram.
Esse é um segredo que ficará com Carlos Alberto Nuzman, presidente do COB, que acompanhou os dois patetas na reunião com Blair, e serviu de intérprete.
Ele é o único que conhece, com exatidão, a proposta feita ao inglês e a sua resposta.
                    * * *
O resto é como diz Monica Bergamo:
“My name is Orlando”.

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