• Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:19

PO renuncia: já vai tarde!!!

E o bobalhão se foi.
Disse que ficaria no DEM e, ameaçado de expulsão, anunciou que sairia do partido amanhã, quarta-feira.
Desfiliou-se hoje.
Disse que ficaria a frente do governo do Distrito Federal até 31 de dezembro.
Já anunciou que entregará, ainda hoje, a sua carta renunciando ao cargo.
Se não for preso nos próximo dias, deverá dar graças a Deus.
Agora é a intervenção, e depois fechar o cerco contra Joaquim Roriz.
E o Congresso que cumpra o seu papel, e faça a revisão da autonomia política do Distrito Federal. Está mais do que provado que a cidade não produziu quadros a altura do país. Aquilo é um bando de aventureiros e bandalheiros que não merecerem um mandato popular.
Não deveria ter governador, mas sim um prefeito nomeado pelo Poder Central, que é quem paga todas as contas do Distrito Federal.
E uma Câmara de Vereadores para controlar o Executivo.
E só.
Nada de representação federal na Câmara e no Senado.
Quem quiser ajudar a cidade, vá ser vereador.
Quem não estiver contente com isso, dispute um mandato eletivo em seu Estado de origem.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:16

Só pode ser notícia falsa

O  ex-governador Garotinho publica hoje, em seu blog, uma notícia que, em jornalismo,  é chamada de ?barriga? -  isso é, uma falsa notícia.
Garotinho não costuma fazer isso, mas não é possível que a notaícia seja verdadeira.
A Câmara dos Vereadores decidiu, por maioria simples, autorizar o prefeito a vender todos os 75 terrenos, que lhe pertencem, e que nos anos 70 foram desapropriados para a construção do metrô.
Com isso, será demolido o primeiro CIEP do Rio, no Catete, que recebeu o nome de Tancredo Neves.
Só pode ser um engano.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 22:11

Viva o IED! Abaixo a Câmara!

Deveria ter falado sobre esse assunto na semana passada,
Mas antes tarde do que nunca.
A Câmara de Vereadores do Rio aprovou, por 30 votos a zero, o tombamento do prédio do antigo Cassino na Urca ? impedindo assim a sua ocupação pelo Instituto Europeu de Design, que já havia assinado contrato com a prefeitura, e iniciado as obras estimadas em R$ 17 milhões.
Como já nos ensinou Nelson Rodrigues  toda a unanimidade é burra.
E a unanimidade da Câmara do Rio não é diferente.
O vereador Eliomar Coleho, autor do projeto, diz em seu blog:
?No plenário, os representantes da Associação de Moradores da Urca (AMOUR) vibraram com a conquista. Eles sabem que o tombamento ajuda a inviabilizar a instalação do Instituto Europeu de Design no prédio onde funcionava o Cassino da Urca e a extinta TV Tupi. Os moradores da Urca não querem o IED. O bairro não comporta uma escola para 500 alunos.”
Pasmem os leitores: ?O bairro não comporta uma escola para 500 alunos?.
A Urca é um dos poucos bairros do Rio, que conserva a arquitetura da primeira metade do século passado. Poucos, mas pouquíssimos, foram os prédios ali construídos.
Como então ela não comporta um movimento de 500 alunos?
Será que o Cassino da Urca reunia menos de 500 pessoas por dia?
E a TV-Tupi, era frequentada diariamente por menos de 500 técnicos e artistas?
O argumento de Coelho é primário, é ridículo, é insustentável.
Mas diz ainda o vereador:
?O projeto aprovado determina que o prédio seja destinado a fins culturais. Por que não usar o antigo Cassino para abrigar o Museu do Rádio ou o Museu da Cidade como desejam os moradores??
O Rio é o paraíso dos museus. É possível até que tenhamos aqui mais museu do que Paris, mais do que Nova York. Pena que se juntarmos todos, não teremos um único decente.
Então pra que gastar dinheiro com um museu do Radio ou da Cidade – que deverá ser ruim o suficiente para ser visitado por menos de  500 pessoas.
A Urca tem três excelentes botequins que, por isso mesmo, atraem mais de 500 pessoas de outros bairros:  o Bar Urca, o Flor da Urca e a Garota da Urca.
Eliomar sabe disso.
E, com todo o respeito que merecem os biriteiros de todos os recantos do Rio, o Instituto Europeu de Design faria um bem melhor a cidade, do que todos os botequins da Urca reunidos. Por que não fechá-los?
Melhor que isso, só mesmo se tivessemos uma Câmara Municipal com menos 30 vereadores.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 18:28

O Dia do Jornalista

Como se sabe, um crachá de jornalista, em grande parte dos eventos, não é distribuído com o intuito de facilitar a vida do repórter. Ao contrário. Ele ajuda, sim, a segurança, a identificar quais pessoas devem ser mais ou menos viajadas ou barradas.
Foi o que aconteceu hoje, na hora do almoço, na Câmara dos Vereadores do Rio.
Um repórter do jornal ?Extra?, tinha uma conversa marcada com a vereadora Andréa Gouvêa Vieira que, como seus colegas, tem gabinete no prédio anexo a Câmara. Mas bastou o repórter se identificar na portaria para ser barrado.
Antes, foi preciso ir até a Assessoria de Imprensa da Casa, no terceiro andar do Palácio Pedro Ernesto, para lá se identificar e receber um crachá que permitira sua entrada no anexo.
Qualquer cidadão que chegue a Câmara, com uma carteira de identidade, tem acesso imediato ao prédio. Só jornalista é que não entra.
Andréa, que é jornalista de profissão, prometeu fazer uma reclamação formal a Mesa Diretora da Casa.
É pouco. É preciso mudar a regra. Jornalista só pede uma coisa: ele quer se tratado como cidadão comum.
Se conseguir isso, será uma vitória extraordinária.

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