• Quarta-feira, 11 Agosto 2010 / 10:33

Biscaia volta a elite do PT

    O ex-deputado Antonio Carlos Biscaia voltou, com muita justiça, a integrar a elite do PT no Rio. Nos filmetes de propaganda para deputado federal, o tempo será utilizado pelos atuais parlamentares e mais Alessandro Molon, Vladimir Palmeira, Benedita da Silva e, agora, Biscaia.

  • Quarta-feira, 04 Agosto 2010 / 17:29

PT do Rio não terá estrela

    O PT do Rio fez o que tinha de ser feito.
Decidiu que nem Benedita, nem ninguém, será puxador de legenda.
É cada um por si e o partido por todos.
Os spots de 15 segundos, no rádio e na TV, serão divididos com a elite do partido: os deputados federais Jorge Bittar, Luiz Sergio, Edson Santos, Carlos Santa e Chico D’Angelo;  o estadual Alessandro Molon;  o ex-deputado Wladimir Palmeira e a ex-governadora Benedita da Silva.
Se o PT repetir o feito de 2006 – o que é dificil – já que ele não está coligado e nenhum outro partido, dois desses nomes irão sobrar.

  • Quarta-feira, 21 Julho 2010 / 20:43

PT do Rio no caminho certo

  Está no ‘Informe do Dia’:
“O PT-RJ adiou a definição sobre a distribuição da propaganda de TV. A cereja do bolo são as inserções ao longo da programação normal. Alguns defendem que o tempo vá apenas para quem é ou foi deputado. Os ameaçados de ficar de fora prometem fazer barulho”.
Faz todo o sentido.
O tempo de TV é pouco e não pode ser utilizados por cacarecos, sem a menor chance de vitória.
Ele deve ficar mesmo com os seis deputados federais, e mais Antonio Carlos Biscaia, Alessandro Molon, Benedita da Silva e Vladimir Palmeira.
Essa é a elite do partido.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:34

Bené vai correr para o abraço

Benedita da Silva decidiu o seu futuro: vai disputar uma cadeira para a Câmara dos Deputados.
Se repetir as performances anteriores, Bené será a campeã de votos do PT e, talvez, de todo o Estado.
Para isso, está reunindo velhos cabos eleitorais, além de tirar de outros candidatos.
Esse ano, caso o PT continue com apenas apenas cinco deputados federais, a renovação da bancada será das maiores.
Sabe aquele samba que diz “quem está fora não entra, quem está dentro não sai”?
Pois será exatamente o contrário.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:12

Cabral quer distância de Bené

Mais uma de Ilimar Franco:
“O governador Sérgio Cabral quer que a secretária Benedita da Silva concorra a deputada federal. Mas ela quer ficar  na Secretaria de Assistência Social”.
                  * * *
Mas o que Sergio Cabral tem a ver com a chapa do PT?
Se ele não quiser mais Bené no seu governo, basta demiti-la.
Sonho que ele alimenta há pelo menos dois anos.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:10

Alguma coisa está fora da ordem

  Do repórter Cássio Bruno, de ‘O Globo’:
“Um dia depois de vencer as prévias do PT no Rio e conquistar o direito de ser indicado pelo partido para disputar o Senado, o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, disse ontem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedirá votos nas ruas e em programas eleitorais na televisão para ele e para o senador Marcelo Crivella (PRB), pré-candidato à reeleição. Segundo Lindberg, o anúncio foi feito por Lula em encontro reservado logo após o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), em Brasília.
Até então, Lula só tinha tentado um espaço na coligação para Crivella, nos bastidores, em conversas com o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), que tentará a reeleição. Agora, o impasse ganha ainda mais força.
Lindberg faz parte da chapa do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), outro postulante ao Senado. Na aliança de Cabral, Picciani e o petista seriam os dois indicados.
O Lula vai pedir votos para mim e para o Crivella, inclusive nos programas eleitorais de TV. Vai dizer aos eleitores que, se ele votasse no Rio de Janeiro, votaria em nós dois afirmou Lindberg.
O prefeito ainda acusou Picciani de tentar minar sua indicação para o Senado, atuando em favor da secretária estadual de Assistência Social, Benedita da Silva, derrotada nas prévias. Assim, o presidente da Alerj, teoricamente, aumentaria as chances de conquistar uma cadeira no Senado, caso concorresse com ela. Com a polêmica, Lindberg avalia que, agora, ficará nas mãos do PMDB e de Picciani a decisão de haver uma campanha pacífica ou com atritos.
Podemos ter uma dobradinha ou não para o Senado.
Não tem nada definido. Vai depender do PMDB e dele se isso tudo será pacífico ou com atritos.
Se não houver acordo, cada um segue o seu caminho.
Essa aliança ainda está aberta revelou Lindberg.
Picciani, por meio de sua assessoria, disse que não comentaria as afirmações do petista.
Benedita nega ser précandidata a deputada No encontro, além de Lula, estavam a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à Presidência; o chefe de Gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho; e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Segundo Lindberg, Lula também pediu a ele e ao presidente do diretório regional do PT no Rio, deputado Luiz Sérgio, que tentem convencer Benedita a disputar as eleições de outubro para deputada federal.
Ontem, Benedita lamentou a derrota e disse que não disputará uma vaga para a Câmara.
- O resultado foi horroroso.Mas é a vida. Agora, faremos campanha para o Lindberg.Nunca discuti isso (précandidatura a deputada). Sempre quis o Senado, e o Lula sabia muito bem disso.
A apuração das prévias realizadas domingo foi finalizada ontem à tarde. Ao todo 28.011 filiados votaram no estado.
Lindberg ficou com 18.639 votos (67,4%) e Benedita, com 9.014 (32,6%). Brancos chegaram a 193 e, nulos, 165″.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:09

O futuro do PT

O PT do Rio tem uma bancada federal de apenas 5 deputados.
Luiz Sergio, Carlos Santana, Cida Diogo, Chico D’Angelo e Antonio Carlos Biscaia, sendo que esses dois últimos são suplentes e , na  próxima semana, devolverão suas cadeiras aos titulares Edson Santos e Jorge Bittar.
Nada leva a crer a bancada aumente, nas próximas eleições.
Wladimir Palmeira e Alessandro Molon serão candidatos a deputado federal, com eleição praticamente garantida.
Sobrarão então três cadeiras, para sete candidatos.
Se Carlos Minc fosse concorrer à Câmara, sobrariam duas e, se o chanceler Celso Amorim viesse para o Rio, restaria somente uma para ser disputada pelos demais.
Mas se todos fossem candidatos, seria possível até sonhar com um aumento da bancada federal e, quem sabe, ela chegasse a seis, sete ou mesmo oito deputados.
Mas o partido, no Rio, é a unica seção do país que não vingou, por motivos os mais diversos, sendo o que principal deles é a intervenção constante dos dirigentes nacionais nas coisas internas do Rio.
Assim foi com Vladimir, assim foi com Bené, assim foi com Molon, assim foi com Lindberg, e assim será na próxima eleição.
Seja quem fôr o candidato.

CORREÇÃO:

Fui alertado e corrigo: o deputado Biscaia  é o suplente do ministro Edson Santos, mas o suplente do secretário Bittar é Glauber Braga, do PSB, e não o deputado Chico D’Angelo.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:09

O voto dos evangélicos

O Pastor Manoel Ferreira foi um dos que ganharam com a  derrota de Benedita.
Serão dois votos para o Senado.
O primeiro deles, sem dúvida, irá para o bispo Marcelo Crivella.
A evangélica Bené poderia dividir as preferências com Ferreira.
Agora, mesmo informalmente, a dobradinha está feita: eles votarão no bispo e no pastor.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:09

Lindberg e Cabral, dois avacalhados

A eleição de outubro tem todos os ingredientes para avacalhar Sergio Cabral e Lindberg Farias.
Cabral tem horror a Benedita, mas seria compreensível que ele pedisse votos para ela.
Afinal, mesmo não gostando de Bené, ela é sua secretária de Estado.
Um discurso de Cabral a seu favor,  poderia até soar como algo verdadeiro.
Já com Lindberg, ficará claro, para o eleitor, que política e dinheiro estão sempre juntos.
O prefeito falou o diabo do governador. E vice-versa.
Dizem que ambos tinham razão.
Mas o eleitor, que não é bobo, sabe que, entre eles, a falsidade impera.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:09

O salto alto

Benedita da Silva fêz tudo errado.
Confiou demais nas lideranças de seu partido e, por isso, teve uma derrota humilhante, boa parte dela patrocinada pelo seu chefe, o governador Sergio Cabral.
No início da campanha, Bené internou-se num spa, no Norte fluminense – onde venceu as prévias. No final,  teve um final de semana prolongado na Argentina, onde foi acompanhar a viagem de um grupo de passistas de uma escola de samba a Rosário.
Como diz Paulinho da Viola: “Coisas do mundo, minha nega…”

Copyright © 2010. Todos os direitos reservados.