• Quarta-feira, 21 Julho 2010 / 19:25

Dilmaboy vem aí de novo

 Quem informa é Adriana Vasconcelos, de ‘O Globo’:
“O vídeo que ele gravou em apoio a Dilma Rousseff virou um sucesso no YouTube. Com o gosto do sucesso na boca, o estudante de publicidade Paulo Reis quer mais. O Dilmaboy anunciou ontem pelo Twitter que fará nova gravação em favor da candidata do PT à Presidência.
@dilmaboyoficial Vou nessa mas não percam o próximo vídeo no ar até dia 01/08 especial para @dilmabr”.

  • Terça-feira, 20 Julho 2010 / 12:03

Bombeiros contra Sergio Cabral

   Da repórter Adriana Vasconcelos, na coluna ‘Caiu na rede’, em ‘O Globo’:
“Paulo Ricardo Paul, que se apresenta no Twitter como coronel da Polícia do Rio, não resistiu a fazer um desabafo ao passar pelo Centro da cidade na sexta-feira à noite, onde ocorreu o primeiro comício conjunto da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e o candidato à reeleição, o governador Sérgio Cabral, do PMDB. E escreveu em seu microblog:
@celprpaul Meninas que distribuíam bandeiras do PMDB ganham R$40,00 por dia, mais do que Cabral paga para os Policiais e Bombeiros”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:29

Costa: “Brincam com o meu pescoço”

Da repórter Adriana Vasconcellos, de ‘O Globo’:
“O PT está enfrentando dificuldades com o principal aliado, o PMDB, em pelo menos dez estados ? entre eles Minas Gerais, Rio, Pará, Bahia, Santa Catarina, Maranhão e Paraíba ?, criando mais dificuldades para a aliança nacional em favor da pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Em Minas, o clima voltou a ficar ruim. Após se irritar com a fala de Dilma em que ela não descartou uma associação informal com o candidato do PSDB ao governo mineiro, Antonio Anastasia, o senador Hélio Costa (PMDBMG) expôs ontem sua surpresa e insatisfação com a decisão do PT mineiro de realizar prévias para a escolha de seu candidato na disputa estadual. Estão na briga pela vaga o ex-prefeito Fernando Pimentel e o ex-ministro Patrus Ananias.
? Estávamos trabalhando pelo entendimento em Minas. Mas, a cinco meses da eleição, quando achávamos que estávamos caminhando para esse entendimento, o PT anuncia que vai realizar prévias.
Se elas acontecerem, vai ser difícil haver um acordo. Com o racha da base governista, será mais difícil derrotar o candidato do exgovernador Aécio Neves, além de colocar em risco a campanha de Dilma no estado ? advertiu Hélio Costa, ex-ministro das Comunicações, que deixou o cargo para disputar o governo mineiro.
Hélio Costa demonstrou que está se sentindo traído, mas não quis adiantar como isso poderá refletir na decisão do diretório estadual na convenção nacional para oficializar a aliança com o PT.
? Minas não tem mar, mas assistimos a uma tsunami. Acho que estão tentando brincar de Tiradentes com o meu pescoço ? desabafou Costa.
Inconformado, o ex-ministro anunciou que já começou a conversar com os demais partidos da base governista no estado, para tentar viabilizar sua candidatura.
Entre eles estariam PR, PDT, PMN e PCdoB: ? O PMDB não pode ficar refém de uma disputa interna (no PT). Estou procurando todos os partidos governistas. Só não conversei com o PSDB, onde tenho uma excelente relação com o ex-governador Aécio Neves, e o DEM.
?O PT quer nos estraçalhar nos estados?, diz peemedebista As queixas de Hélio Costa são repetidas por outros peemedebistas nos bastidores. Um deles perguntou ontem: ? Qual a vantagem de ficarmos com a Dilma, se o PT está querendo nos estraçalhar nos estados? Daqui a pouco vamos propor Hélio Costa para vice do Serra.
Já no campo governista, o presidente em exercício, José Alencar, está otimista e ainda acredita em um acordo entre aliados em Minas.
Alencar disse ontem que, se for chamado, vai ajudar na formação de um palanque governista em Minas, unindo PMDB, PT, PCdoB e PRB.
Para José Alencar ? que ontem se encontrou com Hélio Costa ?, mesmo com a prévia no PT entre Fernando Pimentel e Patrus Ananias, ainda é possível construir uma aliança e um palanque único para Dilma Rousseff.
? Se me chamarem para ajudar, vou ajudar (nas negociações), mas até agora não me chamaram. (Com a decisão dele de não concorrer) Facilitaramse as coisas, hoje as coisas estão menos difíceis. (A prévia) É briga em casa, no próprio PT ? afirmou Alencar”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:16

Jarbas: “Serra está certo”

O Senador Jarbas Vasconcellos, do PMDB de Pernambuco, diz em entrevista ao ‘Globo’ que José Serra está certo em anunciar agora que será candidato, pois não poderá ficar discutindo com Lula. O ideal é o debate com Dilma Rousseff.
Eis a entrevista concedida aos repórteres Adriana Vasconcelos e Gerson Camarotti:
- A oposição parece perdida diante da alta popularidade do presidente Lula…
- Concordo.Esta constatação não é de agora. Estou completando três anos de mandato e o que encontrei no Senado foi perplexidade, desorganização, ausência total de articulação. Na única vez que partidos de oposição e dissidentes da base governista se uniram, conseguimos derrubar a CPMF.
- Como superar esta desarticulação?
- O país está passando por um período de profunda mediocridade. O presidente é muito responsável por isso, na proporção que tece loas ao fato de ser quase analfabeto, não ter instrução e ter vindo de baixo. O nível de debate, não só no Congresso como no Brasil e na intelectualidade, é de uma pobreza franciscana. As pessoas alcançam formação pelo berço ou pela escola. Evidentemente, Lula não teve no berço e não teve na escola. O berço independeu dele. A escola foi porque não quis.Formação é importante para qualquer coisa, não só para ser presidente da República. Ele governa de forma autoritária.
- É este o problema?
- Ele resolve as coisas no Congresso pelo fisiologismo ou jogando o prestígio dele. O grande mérito do Lula foi, ao assumir, há sete anos, não ter feito loucuras, aventuras com o país.Manteve a política econômica de Fernando Henrique Cardoso.Foi importante porque o país tinha medo de Lula, do PT. Lula imprimiu, a partir daí, a frase ?nunca antes na história do Brasil? e grande parte da população acha que foi ele quem acabou com a inflação, controlou contas públicas e colocou o Brasil no rol do primeiro mundo. O PT e Lula votaram contra o Plano Real, o Proer e a Lei de Responsabilidade Fiscal.
- Ele se apropriou das conquistas do governo passado?
- Quando diz nunca antes no Brasil, a sensação para o pobre é que foi ele quem criou o real, acabou com a inflação, estabilizou a moeda. Mas não custaria nada, e não peço nem que faça penitência admitindo que ficou contra tudo isso, admitir que o país estava ajustado.
- Apesar dos tropeços do governo, nada parece colar nele…
- Só não cola se deixarmos de dizer. Se uma parcela, mesmo minoritária ou insignificante, diz, esta parcela tende a crescer, aumentar. O pior é se omitir. Como na campanha presidencial passada, quando as forças de oposição e o próprio candidato se omitiram de enfrentar e debater o processo de privatização do governo Fernando Henrique.
- Na sua opinião, qual a melhor opção para a oposição?
- O político brasileiro mais qualificado para presidir o país chama-se José Serra.
- Mas ele resiste em assumir a candidatura antes de março.
- Concordo com a estratégia de Serra. Sei que tem levado a uma ansiedade muito grande. Mas, oficializando a candidatura, vai bater boca com Lula. Vão querer transferir para Serra uma coisa que a oposição não está fazendo: combater Lula. Serra não tem que bater boca com Lula. Tem que bater boca com Dilma , que não está preparada e esconde por trás da arrogância sua falta de conhecimento e de experiência política.
- A queda de Serra nas últimas pesquisas não preocupa?

- Uma pesquisa não pode incomodar uma pessoa que é a mais qualificada para governar o país. Por que Serra tinha patamares altos? Não havia outros candidatos. Na proporção que apareceram Marina Silva, Ciro Gomes e Dilma se consolidaram, é natural que Serra saia de 40% para pouco acima de 30%.
- Mas a candidata do PT está crescendo e tem como cabo eleitoral alguém com 80% de popularidade.
- A questão é saber se Lula transfere votos e em que proporção. A primeira, não contesto , transfere. Mas transferência está cada vez difícil. O grosso do eleitorado de Lula está no Nordeste, mas Dilma perde para Serra em Pernambuco. Há um ano, ( Lula) não transferiu o suficiente para que Marta Suplicy ganhasse a prefeitura de São Paulo. O outro candidato não era nenhum fenômeno, o Kassab (Gilberto, do DEM). Foi com uma candidata experiente, ex-prefeita e ex-ministra. Experiência que Dilma nunca teve. Lula foi para São Paulo, botou a cara, foi para o vídeo, fez carreata, comício e Marta foi derrotada.
- Enquanto Serra resiste em assumir a candidatura, o governador Aécio Neves (MG) tenta a vaga de candidato do PSDB.
- A notícia que tenho é que não existe problema entre Serra e Aécio.
- O senhor acredita numa chapa purosangue do PSDB?
- Não adianta falar disso agora.Pode ter chapa puro-sangue , mas lá para frente.
- Seria a forma de conquistar o eleitorado mineiro?
- Aécio fazendo força é uma coisa. Aécio dizendo apenas que Serra é candidato, é outra.É preciso analisar que Aécio está deixando o governo e que o vice dele (Antonio Anastasia) não terá eleição fácil pela frente. E como será? Ele sendo candidato só ao Senado vai ser suficiente para eleger o Anastasia?
- Vê a hipótese de Serra recuar e a oposição ficar sem candidato? Aécio disse que fica à disposição até o fim do ano.
- Não. Ele é candidatíssimo.Segundo ele, está acertado com Aécio. Existem atritos de periferia dos dois entornos, mas não entre eles. Jantei com ele esta semana (segunda-feira).
Está muito tranquilo, seguro.
- Quando assumirá isso publicamente?
- O que Serra puder protelar, empurrar para frente, ele vai. Não sei se até o final de janeiro ou fevereiro.
- Como enfrentar uma campanha na qual a oposição identificou uso da máquina e que promete ser das mais caras?
- Dá para enfrentar e ganhar. Não estou dizendo que temos superestrutura. Ao contrário. A gente tem o principal, o candidato. O governo tem candidato fraco. Lula levou o país a um falso ufanismo, fazendo as pessoas acreditarem que ele resolveu tudo. Na proporção em que o país toma conhecimento de que não foi bem assim, de que Lula não é candidato, não fica tão difícil. Lula bateu um patamar de 80% e acha que pode tudo. Mas tudo termina. A ditadura acabou. A questão não é só paciência, mas enfrentamento.Saber como enfrentar.
- Não ter candidato definido não dificulta alianças regionais?
- Serra está atento a isso. Pediu para eu ser candidato em Pernambuco, estado estratégico para a oposição.Disse que não estava no projeto, mas não descarto, porque vejo em primeiro lugar o projeto nacional.
- Existe alguma chance de o PMDB não ir com Dilma?
- São remotas, mas vejo chance de isso acontecer. O PMDB tem três blocos: um com Lula, outro, minoritário, com o PSDB, e agora um terceiro defendendo candidatura própria. Se a coisa pegar fogo em alguns estados, complica a coisa da aliança nas convenções em junho.

  • Segunda-feira, 12 Julho 2010 / 20:28

Agaciel quer ser incluido fora dessa

Do ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, à repórter Adriana Vasconcellos, sobre as quase – ou mais de – 500 nomeações secretas na Casa:
“Querem atribuir a mim esses ditos atos secretos. O fato é que as decisões foram referendadas por um colegiado. Não fui eu quem assinou nenhuma delas. Não fui eu quem publicou, e eu sou responsável? Não vou aceitar! Estou sendo bode expiatório! Não tenho escudo e nem espada, pois não tenho foro privilegiado e nem tribuna”.

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