• Sábado, 14 Janeiro 2012 / 12:08

Vamos aguardar…

     Do colunista Jorge Bastos Moreno, no Nhenhenhém, do ‘Globo’:
     “Dilma estará no Rio no dia 27 agora para inaugurar obra. E comer aquele bolo gostoso que Magaly manda fazer em todos os aniversários do filho Serginho.
Lula nunca deixou de vir quando era presidente da República”.
                      * * *
Lula esteve no aniversário de Sergio Cabral uma única vez.
E aproveitava também uma visita de trabalho ao Rio.
A primeira vez que ele foi não conta, pois foi um arranjo de ultima hora da doutora Adriana Ancelmo que improvisou um bolo, mais de duas semanas depois do aniversário do marido, que já havia comemorado a data em Paris.
                      * * *
Assim como improvisou também o casamento fajuto, com batismo de alianças, para aproveitar a presença de Lula e Dilma no Rio.
O “casamento” foi tão apressado, que o padre foi avisado três horas antes da cerimônia.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 4:01

Adriana Ancelmo e o Rei Arthur

Do jornalista Claudio Humberto, no ‘Jornal do Commercio’:
“Coincidência. O escritório da mulher do governador do Rio, a advogada Adriana Ancelmo, defende “há tempos” a Service Clean, empresa do grupo do empresário Arhur Cesar de Menezes Soares Filho, o “rei da terceirização”, ganhador de licitações, e amigão de Sérgio Cabral”.
                     * * *
Isso não pode acabar bem.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 3:17

Dra. Adriana advoga para a Supervia

Do repórter Alfredo Junqueira, do ‘Estadão’:
“Ao ordenar a prorrogação do contrato de concessão da empresa que explora os serviços ferroviários do Rio, o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) vai beneficiar mais um cliente do escritório de advocacia de sua mulher, Adriana Ancelmo Cabral.
Levantamento feito pelo Estado no Tribunal Regional do Trabalho identificou pelo menos 83 processos em que integrantes do Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados defendem a Supervia Concessionária de Transportes Ferroviários S.A. em litígios trabalhistas.
Previsto para ser oficializado esta semana, o acordo com o governo do Rio ampliará até 2048 o direito de a empresa operar o serviço. A Supervia é citada por repetidos problemas de superlotação, atrasos, sucateamento de maquinário e até agressões a usuários.
Além da Supervia, o governador também determinou a prorrogação do contrato da Metrô Rio até 2038. A medida foi tomada em 2007, primeiro ano de seu mandato. Na época, a empresa contratou os serviços do Coelho, Ancelmo e Dourado Advogados ? conforme o Estado revelou em janeiro. A Procuradoria-Geral de Justiça já abriu investigação, a pedido de deputados do PT e do PSOL, para apurar o caso.
No Rio, os serviços de metrô e trens foram privatizados na década de 90. Com isso, os clientes do escritório da primeira-dama têm de ser fiscalizados pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp), cujos conselheiros são indicados por Cabral.
Foi a Agetransp que autorizou o governador a prorrogar o contrato da Supervia, na semana passada. A mesma autarquia havia imposto, há duas semanas, multa de R$ 1 milhão à empresa pelo episódio conhecido como “trem da chibata”. Em 15 de abril do ano passado, passageiros que embarcavam na estação de Madureira foram agredidos com socos, pontapés e até chicotadas por seguranças contratados pela concessionária que agora terá seu contrato prorrogado.
A prorrogação autorizada pela Agetransp ocorre 13 anos antes do fim do atual contrato. O governo do Rio divulgou que o acordo prevê o investimento de R$ 2,3 bilhões na modernização do sistema, que ficará a cargo da concessionária, e na compra de novos trens ? nesse caso, bancada pelo Tesouro estadual.
Sem restrição. O escritório da primeira-dama disse que não há nenhuma norma legal que o impeça de atuar em qualquer tipo de causa. O sócio e ex-marido de Adriana, Sérgio Coelho e Silva Pereira, disse que não daria mais declarações. É ele quem atua diretamente na maior parte dos processos localizados.
Procurado, o governador Sérgio Cabral não quis se manifestar. Sua assessoria divulgou nota em que também afirma não haver impedimento legal para a atuação de Adriana. “Mesmo não tendo impedimento para atuar em causas contra o Estado, a primeira-dama não participa de ações dessa natureza”, conclui a nota do Palácio Guanabara.
A Supervia não quis se pronunciar sobre a prorrogação do prazo de concessão. “Esse tipo de assunto não se comenta”, disse o assessor de comunicação da empresa, Thiago Nehrer.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:24

Cabral terá de explicar prorrogação para Metrô

  
 Enfim uma boa notícia. Ela esta no blog do ex-governador Garotinho:
“O advogado Jamilton Damasceno impetrou Mandado de Segurança contra o governador Sérgio Cabral, para obter os documentos que amparam o Decreto 41.104 / 2007, que prorroga a concessão do metrô. Em seu despacho, o desembargador Bernardo Moreira Garcez Neto, da 10ª Câmara Cível diz o seguinte: ?Venham as informações em 10 dias. Oficie-se a autoridade coatora (governador Sérgio Cabral). Após decidirei sobre a liminar?. Ou seja: em 10 dias, Cabral terá que dizer, porque prorrogou sem nenhuma justificativa até 2038, a concessão que terminaria em 2018, dando mais 20 anos de presente a uma empresa concessionária que presta péssimos serviços à população.
O advogado também já tem em mãos, o contrato social do escritório de advocacia que defende o Metrô Rio, onde figura como sócia-proprietária, Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral. Ele obteve a cópia do contrato social, mediante requerimento feito à OAB ? RJ. Vai se fechando portanto o cerco contra um dos maiores escândalos da política do Rio de Janeiro.
O advogado Jamilton Damasceno informou, que assim que tiver acesso a todas as informações pretende mover uma ação, porque para ele está claro, que foi formada uma quadrilha envolvendo autoridades estaduais, escritório de advocacia da mulher de Cabral e a empresa concessionária do metrô, que lesou a população, a grande vítima de toda essa história”.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:09

Adriana vai trair sua madrinha?

No dia 25 de janeiro, Adriana Ancelmo e Sergio Cabral improvisaram uma benção das alianças, no Palácio das Laranjeiras, apenas para aproveitar a visita de Lula no Rio de Janeiro. Eles já estão casados a quase 10 anos.
O Presidente, convidado para ser o padrinho de uma cerimônia de araque, ficou uma hora e meia na festa ? o que lhe valeu mais tarde a crise de hipertensão.
A madrinha do casamento fajuto foi Dilma Rousseff.
Agora, o governador diz que, se Dilma subir no palanque de Garotinho, ?nem minha mulher vota nela?.
Seria Adriana Ancelmo capaz de trair a própria madrinha?

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 2:08

Voto em Serra é ideológico

A vereadora Clarissa Garotinho foi procurada, pelo ?Globo?, para comentar a declaração do governador Sergio Cabral, quando ele ameaçou a ministra da Casa Civil, dizendo que nem sua mulher, Adriana Ancelmo, votará em Dilma Rousseff caso ela participe da campanha de Garotinho.
Segundo  Clarissa,  ?o voto da mulher dele (Cabral) não deve ser muito ideológico?.
Engano dela.
É ideológico sim.
Não só o voto da mulher de Cabral, como também são ideológicos os votos dos irmãos do governador, dos cunhados, dos pais e afins.
Todos são tucanos. Todos são eleitores de José Serra.
Não há quem não saiba disso.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:55

Lula agora já teme por Cabral

  O governador Sergio Cabral não está sendo justo com o jornalista Ancelmo Góis.
O colunista trata-o de maneira cordial, e Cabral assim mesmo prefere privilegiar ‘O Dia’, que há uma semana publicou meia página com a principal notícia de hoje da coluna do Ancelmo:
“A festa de aniversário de 47 anos de Sérgio Cabral, dia 25, no Palácio Laranjeiras, não teve só sopro de velas.
Uma discreta cerimônia religiosa, com a bênção do padre Marcelino, da Igreja de São Jorge, celebrou a união do governador com a advogada Adriana Ancelmo.
Houve troca de alianças”.
Algumas observações:
1 – A cerimônia não foi discreta. Aliás nenhuma cerimônia com a presença do Presidente da República consegue ser discreta. Nem mesmo um velório. Quanto mais uma festa que tem DJ e termina depois das 3 horas da madrugada.
2 – A união de Andriana Ancelmo e Sergio Cabral foi celebrada no dia 3 de abril de 2004, durante uma festa para mil convidados, no Copacabana Palace, decorado com quatro mil dúzias de rosas vermelhas. E isso depois deles estarem morando juntos há tres anos. O casamento no Laranjeiras foi uma brincaderinha improvisada, onde o padre foi chamado, às pressas,  para participar da chama benção das alianças, na tarde do mesmo dia.
3 – Não houve troca de alianças. O que houve foi o capricho da doutora Adriana Ancelmo, na semana em que ela esteja sendo bombardeada por um noticiário negativo devido ao lucro extraordinário de 2.000% que obteve em seu escritório, aliado ao desejo de tirar uma casquinha da presença no Rio do Presidente e de sua provável sucessora, em busca de uma maior intimidade.
4 – Aliás, essa noite mal dormida foi, segundo o próprio Lula, um dos fatores que provocou a hipertensão no Recife, e a suspensão da viagem para Davos.
Diz Ancelmo na nota seguinte:
“Lula foi o padrinho, e Dilma, a madrinha. Aliás, chamou a atenção dos convidados o discurso do padrinho: ? Adriana, você precisa ter muita paciência com o Sérgio.
O Rio vai ter a eleição mais disputada do Brasil”.
1 – O casal trocou os 16 padrinhos da cerimônia civil, por Lula e Dilma.
3 – Se o próprio Presidente da República admite que o “Rio terá a eleição mais disputada do Brasil”, é porque Sergio Cabral corre, realmente, muito perigo. E o maior perigo do governador é não chegar ao segundo turno.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:54

A pressão de Lula e o casal das alianças

Esse blog disse, na semana passada,  que o casal Cabral tinha parte de culpa no estresse do Presidente na crise de hipertensão, que o obrigou a suspender a viagem a Davos.
Teve gente que pensou ser isso pura implicância do blog.
O fato é que, na segunda-feira, o Presidente deveria ter chegado a Brasília por volta das 11 da noite. E ele desembarcou às 2 da madrugada, para viajar no dia seguinte a Porto Alegre e, na quarta, ao Recife.
E por que esse atraso na viagem ao Rio?
Porque na última hora, o Presidente foi convidado para ir ao Laranjeiras, assistir a benção das alianças do casal Adriana e Sergio Cabral, casados a quase 10 anos, numa cerimônia fajuta onde o padre foi chamado na tarde do mesmo dia.
Quem reclamou da noite (de segunda-feira) mal dormida foi o Presidente Lula, ao deixar ontem o Incor, onde se submeteu a um check-up.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:52

Huck caiu no caldeirão

 O apresentador Luciano Huck é super amigo de Sergio Cabral.
É amizade recente. Eles se conheceram, através de Aécio Neves, depois que Cabral virou governador.
Tanto que no jantar que Eike Batista ofereceu a Madonna, Cabral levou Huck e Angélica a tiracolo.
Agora, Huck diz que não sabia que a doutora Adriana Ancelmo era sócia do escritório contratado por ele, para defendê-lo das obras irregulares que o apresentador fez em Angra dos Reis.
O que será que eles conversam?
Talvez troquem experiencias sobre o ‘Lar Doce Lar’ – um quadro de seu programa, onde se ensina como melhorar os ambientes de uma casa gastando pouco ou quase nada.
Huck fala de sua experiencia, em Angra, com o amigo que tem casa em Mangaratiba.
É o mesmo que ensinar macaco a comer banana.

  • Terça-feira, 13 Julho 2010 / 1:51

Um casamento inesquecível

Ainda sobre a benção das alianças promovida pelo casal Adriana Ancelmo e Sergio Cabal, no Palácio Laranjeiras, na segunda-feira, dia 25,  aproveitando a visita do Presidente da República no Rio de Janeiro.
No dia 3 de abril, eles completarão seis anos de casamento.
Nessa data, no ano de 2004, o casal promoveu uma super festa, para mil convidados, nos salões do Copacabana Palace. Eles já viviam juntos há tres anos, tanto que o filho Tiago, na época o caçula, vestiu paletó e gravata para a festa de casamento dos pais. Para se ter idéia da suntuosidade do momento, o Copacabana Palace foi decorado com quatro mil dúzias de rosas vermelhas.
Mas fora uns quatro senadores, os deputados Francisco Dornelles e Michel Temer, e mais o casal Garotinho, os convidados eram, o que o cartunista Jaguar costuma chamar de “um monte de ninguém”.
O casal teve 16 padrinhos, agora trocados pelo Presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff.
Uma reportagem da revista ‘Casamento’ publicou, na época, fotos espetaculares de Azmann, mostrando a decoração do Copacabana Palace, e um texto de Kathia Pompeu que termina assim:
“Depois de descansar em uma suite do Copacabana, o casal seguiu para a lua-de-mel em Paris. Um roteiro lindo e romântico que faz parte da vida de Adriana e Sérgio. Afinal, foi a primeira cidade que eles conheceram juntos, ainda namorados”.
Não poderia ser diferente.
Para quem quiser se deliciar com o texto e as fotos deslumbrantes da decoração dos salões, do bolo, do vestido da doutora Adriana, e a elegância do então senador Cabral e família, basta clicar aqui.
Deve ter sido mesmo uma noite inesquecível, não só para o casal, mas para todos os convidados.

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