Dilma precisa reagir a CBF e ao COB

     Está mais do que claro que Dilma Rousseff não gosta do ministro  Orlando Silva, que tornou-se conhecido,  não por sua atuação na pasta do Esporte, mas sim porque que descobriram que ele havia utilizado o cartão corporativo para comprar uma tapioca, na lanchonete ‘Pamonhão Kalu’, em Brasília.
A tapioca foi a ponta do iceberg.
Silva gastou, na verdade, quase R$ 30 mil em despesas ilegais.
Devolveu tudo aos cofres da União e continuou ministro.
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Se ele é capaz de usar o dinheiro publico para comprar uma tapioca, imagina-se o que fará com as enormes verbas que terá a sua disposição para a organização da Copa do Mundo e das Olimpíadas do Rio.
O prefeito Eduardo Paes pressentiu o perigo que corria, e a idéia de fazer de Orlando Silva a Autoridade Olímpica do país não passará na Câmara do Rio, nem por decreto.
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O ministro da Tapioca, ao que tudo indica, continuou no cargo por pressão do PCdoB, o que é, até certo ponto, admissível.
Mas hoje, no ‘Estadão’, uma reportagem assinada por Silvio Barsetti, informa que Silva continua no cargo, por “pressão das principais entidades esportivas do país”.
Tomara que isso seja apenas uma intriga.
Não é possível que Dilma Rousseff , que enfrentou o PMDB e outros partidos de sua coligação, não tenha força suficiente para enfrentar os  Teixeiras e os Nuzmans da vida.