• Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 13:07

Crivella é o novo ministro da Pesca

      O agora ex-ministro Luiz Sergio não serve mesmo para nada.
No início do governo, quando o chefe da Casa Civil era o poderoso Antonio Palocci, escolheram ele para ser o ministro da articulação política.
Era fraquíssimo, e por isso mesmo foi o escolhido.
Na pasta ficou conhecido como o ministro-garçom: “Só anoto os pedidos”, dizia ele.
Com a queda de Palocci, Luiz Sergio caiu junto, mas ficou com o ministério da Pesca.
Hoje, finalmente, foi defenestrado.
Não fará nenhuma falta.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 12:28

Para a Dra. Eliana Calmon investigar

     Do colunista do iG, Jorge Felix:
     “O serviço de informática da Justiça Federal do Rio de Janeiro, até o fim da noite de ontem, havia sumido com as petições do processo judicial de embargo do Porto do Açu, obra de Eike Batista, no sistema de tramitação eletrônica da corte.
O apagão dificulta que as partes acompanhem o caso no tribunal e deixam os advogados sob risco de perderem prazos de contestação. Os advogados dos moradores que sofreram com as desapropriações em São João da Barra aguardam para hoje a normalização do sistema.
O fato já havia ocorrido antes. O tribunal demorou seis dias para cadastrar o processo e as petições, na semana passada, apareciam e sumiam de uma hora para outra. Os funcionários informaram aos advogados que desconheciam a causa do problema”.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 10:00

Rio perde dimensão política

                                                                    Cesar Maia*
          

          O Estado do Rio tem sido, nos últimos anos, a capital da política de clientela do PMDB no Brasil. Não é de hoje, e a Assembleia Legislativa tem sido -nesse sentido- um paradigma. Mas esse nanismo político não havia chegado à capital até 2008. Chegou! Rio, que foi capital do país por 200 anos, onde a disputa política tinha a atenção nacional, agora se condominiza, e o PMDB quer transformar o prefeito da cidade em um síndico.
Quer, mas nem isso consegue, do ponto de vista administrativo. Passou a ser o coordenador de uma grande comissão de licitação. Mas conseguiu que fosse um síndico -e ausente- do ponto de vista político. A ausência do prefeito do PMDB  da capital dos comerciais e do programa nacional do PMDB é retrato disso. Total ausência dos temas de interesse nacional com repercussão regional.
Nestes 3 anos e quase três meses, nunca se viu o prefeito -no Rio, em Brasília, ou em qualquer Estado- tratando de nada. A gratidão ao governador por tê-lo transferido do PSDB e o ter elegido na capital pelo PMDB é bem traduzida num beija mão registrado nos jornais. Não tem nada a dizer sobre reforma política, reforma tributaria, código florestal, nem sobre Rio + 20, onde se imagina um mero mordomo da festa. Nem artigo escreve para jornais ou blogs.
Essa vocação do PMDB, do poder como clientela, afastou o partido do poder nos Estados e Captais do sul e do sudeste. O Estado do Rio e o Rio são exceções à regra. E pelas razões. Os prefeitos do Rio e de SP, que historicamente frequentavam o andar de cima da política nacional, agora apenas o da cidade de SP frequenta.
O Rio-Capital perde, a cada dia mais, centralidade política e centralidade cultural. Os grandes eventos de que se jacta foram conquistados antes do marasmo político atual. A decisão do COI, de 2009, com projeto entregue em 2008, foi simples arrastre do ano anterior. Por sorte antes, pois a perda de dimensão política atual os inviabilizaria.
Esse tema -a dimensão política- está sempre presente no imaginário do carioca, e a frustração presente o colocará no proscênio do debate em 2012, para que o Rio supere essa letargia e mediocridade políticas, e saia do beija mão e volte à altivez de quem representa a cidade brasileira que foi a razão da independência, da identidade e da unidade nacionais.
*Cesar Maia, ex-prefeito do Rio, em seu blog.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 8:41

Clarissa oficializa candidatura dia 8

      Do colunista Ilimar Franco, do ‘Globo’:
      “O PR vai oficializar o nome de Clarissa Garotinho como vice de Rodrigo Maia (DEM), na disputa pela prefeitura do Rio, no dia 8 de março, usando como mote o Dia da Mulher”.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 8:38

Globo ganha Copas de 2018 e 2022

       Dos repórteres Eduardo Ohata e Rodrigo Mattos, da ‘Folha’:
       “Sem concorrência, a Globo arrebatou ontem os direitos de TV sobre os Mundiais de 2018 e 2022. Houve concorrência para essas competições em países como Alemanha, Itália e EUA, o que demonstraria um benefício à emissora. Mas, de fato, há países em que a entidade realiza negociações diretas.
“A Fifa aborda cada mercado de forma diferente de acordo com as circunstâncias. Depois da Copa de 2010, a Fifa discutiu com participantes do mercado do Brasil, incluindo a Globo”, explicou a entidade à Folha. “A Fifa atingiu o seu objetivo com o acordo com a Globo.”
Ao justificar a preferência, a Fifa deixou claro que a Copa de 2014 teve influência na decisão. Ressaltou que a Globo se comprometeu a fazer cobertura “sem precedentes” do segundo Mundial no país.
Com o contrato, a Fifa agrada o principal veículo de comunicação do país num momento de delicadas discussões no Congresso relacionadas à organização da Copa.
“A força de distribuição da Globo pelo vasto território do Brasil assegura que o torneio possa ser seguido pelo máximo de pessoas possível e foi um fator determinante na nossa decisão de estender o contrato”, afirmou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, no site da entidade.
Segundo a Folha apurou, a reação na Record foi de inconformismo, já que pretendia disputar os direitos de 2018 e 2022. Houve questionamentos na emissora em relação à falta de concorrência.
Na disputa pelos Mundiais de 2010 e 2014, a Fifa também deu preferência à Globo, mas antes ouviu outras emissoras.
A Record chegou a oferecer US$ 360 milhões (R$ 615 milhões) pelas duas competições. A proposta global foi um pouco inferior à da rival.
Mesmo assim, a Fifa alegou que levaria em conta o alcance da emissora em território nacional. A parceria entre a Globo e a entidade se estenderá por 52 anos, já que se iniciou na Copa de 1970.
Em comunicado, a Globo informou que poderá revender os direitos dos Mundiais a outras emissoras. E já fez isso com o torneio de 2014, em que terá parceria com a Band”.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 8:36

Os poderosos

    De Renata Lo Prete, no Painel da ‘Folha’:
    “O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, almoçava com um amigo em um shopping de São Paulo no fim de semana passado quando foi abordado na mesa por um frequentador do restaurante:
-Eu estou enganado ou o sr. é o Aécio Neves?
O ministro negou de forma polida que fosse o senador tucano -com quem já foi confundido antes -, mas não se apresentou. O interlocutor, então, o aconselhou:
-Pois o sr. deveria se passar pelo Aécio Neves. Mulheres adoram homens com poder”.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 8:34

Chávez passa por terceira cirurgia

    Deu na ‘Folha’:
    “O Palácio de Miraflores confirmou em um comunicado ontem que a “lesão” na pélvis do presidente Hugo Chávez, 57, foi retirada durante uma cirurgia em Cuba. Ele está em Havana desde a última sexta.
De acordo com o texto, lido pelo vice-presidente, Elías Jaua, na Assembleia Nacional, o resultado foi “satisfatório” e Chávez se recupera bem.
Segundo o comunicado, o presidente está em contato permanente com o vice, o que, diz o texto, assegura a divulgação com “transparência” de informações sobre sua saúde.
Não foi divulgado, no entanto, se a “lesão” é um tumor. Na semana passada, Chávez admitiu esta possibilidade. Ele mencionou que a “lesão” teria cerca de 2 cm e estaria situada na pélvis.
O comunicado diz que foi retirada uma parte de tecido próxima à “lesão”, sem complicações nos outros órgãos. Não se sabe quanto tempo vai durar o tratamento na ilha.
É a terceira cirurgia a que Chávez se submete em Cuba. Em junho, após a retirada de um abscesso, ele anunciou a detecção de um tumor, também extraído, numa segunda cirurgia. Depois, passou por sessões de quimioterapia.
Pelas poucas informações divulgadas, médicos ouvidos pela Folha acreditam que o diagnóstico é compatível com câncer no intestino.
O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, Ademar Lopes, diz que é “alta” a possibilidade de a lesão retirada ter sido novamente um tumor maligno.
“Sendo maligno e tendo voltado, as chances são mais complicadas”, disse Lopes. Para outro especialista, a necessidade de nova cirurgia tão rápido é “mau prenúncio”.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 8:31

Líder dos bombeiros pode ser expulso

     Do repórter Marco Antônio Martins, da ‘Folha’:
    “O Corpo de Bombeiros do Rio decide na segunda-feira se o cabo Benevenuto Daciolo, 35, apontado como líder das manifestações por melhores salários ocorridas de 9 a 14 deste mês, será expulso.
Daciolo esteve ontem no quartel central dos Bombeiros, no centro da cidade, para a última audiência do conselho disciplinar que vai decidir se ele será punido. Ele será o primeiro manifestante no Corpo de Bombeiros e na PM a ter o futuro definido.
Ele passou 16 dias preso, nove no presídio de Bangu 1. “Estou sofrendo uma grande injustiça. O que busco é dignidade e melhoria salarial para toda a categoria”, disse à Folha.
Três oficiais bombeiros analisam o caso contra o cabo. Ontem, a defesa pediu mais prazos para apresentar provas e que fosse anexado ao processo a íntegra das interceptações telefônicas em que Daciolo conversa sobre a paralisação na Bahia e a greve no Rio de Janeiro.
Do processo constam apenas dois minutos de conversas mostradas no “Jornal Nacional”, da TV Globo, no dia 8. Os dois pedidos foram negados.
“Gostaríamos de saber quem fez as escutas e ter acesso à íntegra destas conversas”, disse a advogada Grace Santos, que o defende.
Na segunda, um relatório sobre o caso será apresentado ao comandante dos bombeiros, coronel Sérgio Simões, que decidirá se Daciolo será expulso ou não.
A Polícia Militar levou ao conselho disciplinar mais 22 PMs que usaram redes sociais para fazer comentários sobre a greve da categoria. Os policiais poderão ser expulsos.
Logo após a greve, 71 PMs foram encaminhados ao conselho pelo mesmo motivo. Com isso 93 policiais poderão ser afastados da corporação. Os processos devem ser concluídos em 15 dias”.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 8:28

De volta ao passado

                 Marcos Coimbra*

      Depois de um longo percurso, do qual parecia que sairia mudado, o PSDB de São Paulo acabou no mesmo lugar. Com o anúncio de que José Serra disputará a eleição de prefeito da capital este ano, o partido voltou à estaca zero.
Nada de prévias, nada de renovação, nada de formar quadros para o futuro. Se o ex-governador mantiver a disposição de hoje — o que, com ele, nunca é certo —, fica tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Para Serra, é a quarta tentativa de chegar à prefeitura da cidade e a oitava eleição majoritária desde 1988. Dessas, venceu três — o que não chega a configurar uma carreira de vitórias.
Pela enésima vez, o PSDB torna as pesquisas de intenção de voto seu critério fundamental de decisão. É como se a coisa mais importante do mundo fosse a posição dos candidatos na “corrida”.
Não deixa de ser curioso que um partido tão cheio de sociólogos e cientistas políticos — que deveriam saber avaliá-las — se comporte dessa maneira. Mais do que ninguém, têm a obrigação de conhecer os alcances e limitações de pesquisas desse tipo e a esta distância da eleição.
Pelo que estávamos vendo nas últimas semanas, uma parte do tucanato sofreu um ataque de pânico pré-eleitoral. Imaginaram que seriam derrotados, no primeiro turno, por Fernando Haddad.
Outra coisa engraçada: com toda razão, não se preocuparam com a posição de Haddad nas pesquisas de agora. O que os interessava era onde poderia chegar.
Se tinha 4% ou 5%, não importava. Por ser bom candidato, porque deverá fazer boa campanha e, especialmente, por contar com o apoio de Lula e Dilma, apostaram no seu crescimento.
Mas não raciocinaram assim em relação a seus pré-candidatos. Talvez por não acreditar no potencial de nenhum e não levar fé na influência de seus líderes, enxergaram somente que os quatro estavam “mal” nas pesquisas — embora empatados com o candidato do PT.
Não foi difícil obter de Serra que se desdissesse. Sua jura de que não seria candidato tinha o valor de outras coisas com as quais havia se comprometido no passado.
É lógico que aceda ao “apelo dos correligionários”. Depois do que dele andou falando, FHC e em meio a denúncias cada vez mais fortes de seus adversários, participar da eleição, mesmo que para perder, é positivo.
Contando com a simpatia quase unânime das grandes corporações da mídia, ele será mais bem tratado que o petista. De agora a outubro, terá oito meses de visibilidade, com a imensa exposição que apenas as eleições de prefeito oferecem aos candidatos, dadas as peculiaridades de nossa legislação eleitoral.
Melhor que a penumbra a que estava condenado a partir do momento em que Aécio foi sagrado “candidato óbvio” das oposições em 2014.
As pesquisas foram, outra vez, soberanas no ninho tucano, mas devem ser olhadas com atenção, antes de fazer planos para os próximos anos levando em conta que Serra ganhará.
Sem Marta, ele, de fato, lidera. Mas alcança uma vantagem diminuta para alguém com seu currículo: com 20%, conhecido por quase 100% dos eleitores e sendo o mais rejeitado, quanto conseguirá crescer – considerando que, com o que obtém hoje, não vai a lugar nenhum?
Seus amigos comemoraram que Kassab resolveu apoiá-lo. O problema é que isso faz com que ele se torne o “candidato óbvio” da continuidade de uma administração que vai (muito) mal.
É evidente que pode vencer. Haddad e Chalita são políticos jovens, menos conhecidos, e ele talvez receba o voto do eleitor despolitizado e desinteressado, para quem é mais cômodo votar em nomes familiares.
Não é isso, no entanto, que indicam as pesquisas. O petista e o peemedebista possuem larga perspectiva de crescimento, mesmo no eleitorado conservador, o atual bastião do serrismo.
Para ele — que não tem, a esta altura, nada a perder —, o resultado disso tudo pode não ser ruim. Para o PSDB, no entanto, é pouco provável que seja bom. Vencendo, nem Aécio, nem Alckmin terão um aliado sincero na prefeitura de São Paulo. Perdendo, o partido permanecerá sem opções para os próximos anos”.
*Marcos Coimbra, sociólogo, preside o Instituto Vox Populi e escreve para o ‘Correio Braziliense’.

  • Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 / 8:24

Serra acha que futuro do país depende de sua vitória

     Da repórter Daniela Lima, da ‘Folha’:
     ”O ex-governador José Serra (PSDB) afirmou ontem que entrou na corrida à Prefeitura de São Paulo para deter o avanço do PT como força hegemônica na política nacional e disse que o futuro do país depende do resultado da eleição deste ano na capital.
Numa carta em que formalizou para o PSDB seu desejo de concorrer à prefeitura, Serra disse que decidiu se candidatar depois de refletir sobre o “avanço da hegemonia de uma força política” e definiu a eleição em São Paulo como um embate entre “duas visões distintas de Brasil”.
“Duas visões distintas de administração dos bens coletivos, duas visões distintas de democracia, duas visões distintas de respeito aos valores republicanos”, escreveu.
Serra e os tucanos estão preocupados com a possibilidade de isolamento do PSDB se o PT vencer a eleição municipal em São Paulo.
Por indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT lançou o ex-ministro da Educação Fernando Haddad como candidato a prefeito. De perfil moderado, Haddad é a aposta dos petistas para conquistar o eleitorado paulistano e tirar a prefeitura da órbita do PSDB.
A vitória na capital, onde eleitores mais conservadores sempre rejeitaram candidatos petistas, seria um passo importante para o PT, que há 18 anos tenta tirar os tucanos do governo do Estado.
Para fortalecer a campanha de Haddad, Lula tentou replicar a estratégia que levou à eleição de sua sucessora, a presidente Dilma Rousseff, em 2010, construindo um amplo arco de alianças em torno de seu candidato, e procurando o prefeito Gilberto Kassab para negociar a adesão de seu partido, o PSD.
O namoro de Kassab com o PT contribuiu para a decisão de Serra de entrar na disputa municipal. O ex-governador avaliou a aproximação entre o prefeito -seu afilhado político- e Lula como “um desastre” para o futuro da oposição em São Paulo.
A aproximação de Lula e Kassab poderia resultar numa aliança entre o PT e o PSD no plano nacional, o que liquidaria as chance de manter o prefeito no alcance da oposição e do próprio Serra.
A partir daí, o tucano passou a reconsiderar sua candidatura a prefeito. Kassab abandonou as negociações com o PT e declarou apoio à candidatura de Serra.
Em visita a obras em Pernambuco, a presidente Dilma Rousseff indicou que prefere se manter distante da disputa eleitoral. “Sou presidente da República, não sou prefeita de São Paulo nem tenho nenhum pronunciamento a fazer a esse respeito”, afirmou, questionada sobre o cenário em São Paulo. “Essa é uma questão que tem que ser tratada a nível municipal”.
Com a carta entregue ontem, Serra oficializou sua inscrição nas prévias convocadas pelo PSDB para definir seu candidato. Ele disputará a preferência dos militantes do partido com o secretário José Aníbal (Energia) e o deputado Ricardo Trípoli.
Após receber a carta de Serra, a executiva municipal do PSDB se reuniu para adiar as prévias para o dia 25 de março. Elas estavam marcadas para o dia 4, mas, com suporte do governador Geraldo Alckmin, o grupo serrista conseguiu mudar a data para que Serra tenha tempo de se incorporar ao processo.
A reunião foi tensa e dirigentes do PSDB ligados Aníbal e Trípoli acusaram Serra de “rachar” o partido. Após o embate, o presidente da executiva, Júlio Semeghini, admitiu que será preciso “reconstruir a unidade” da sigla”.

Copyright © 2010. Todos os direitos reservados.