• Sábado, 31 Julho 2010 / 18:42

O primeiro contato

 

   Fernando Collor de Mello chega ao topo do parlatório do Palácio do Planalto no dia de sua posse. Era o primeiro contato com o povo após ser eleito chefe-da-nação. 15 de março de 1990.

Como foi – A Veja destacou-me para cobrir a campanha de Fernando Collor. De junho a dezembro daquele ano, cobri os principais lances de sua corrida para a Presidência. Conseguimos um lugar praticamente cativo no jatinho de Collor para que eu pudesse
registrar de perto a evolução de sua campanha. Foi no Challenger que viajamos o país inteiro.
Na primeira viagem que fiz, ele tinha somente um por cento da preferência do eleitorado, segundo as pesquisas dos institutos estatísticos da época. Impressionante sua interação com o público, onde quer que fosse. Foi eleito. No dia de sua posse, escolhi um ângulo novo para fotografar a cerimônia, da janela do Palácio. Isto me possibilitou fazer essa foto aí: Fernando Collor em seu primeiro contato com a multidão vestindo a faixa presidencial.

  • Sábado, 31 Julho 2010 / 18:38

3 perguntas para Fernando Peregrino

          Na quarta-feira, à noite, esse blog enviou três perguntas aos principais candidatos ao governo do Rio:  Sergio Cabral, Fernando Gabeira e Fernando Peregrino.
Na quinta pela manhã, chegaram as respostas de Peregrino, do PR.
A idéia era publicar todas as respostas no mesmo dia. Mas, até o momento, passadas mais de 72 horas, Cabral e Gabeira não acusaram nem mesmo o recebimento das perguntas.
Assim, segue a entrevista com Peregrino.

       
                                                            * * *

- O senhor acha possível que o ex-governador Garotinho consiga transferir, para a sua candidatura, os mais de dois milhões de votos que ele já havia conquistado em sua pré-campanha?
- Sim, afinal foi ele quem transferiu praticamente 100% de seus votos para Lula no segundo turno de 2002. Transferiu seus votos e aprovação para Rosinha, também em 2002, elegendo-a no primeiro turno. Porém – no meu caso – isso vai acontecer em massa quando o horário eleitoral começar, assim como os debates pela TV. Afinal o padrão “global” de comportamento da maior parte da mídia, tem impedido a simples menção de meu nome, o que represento e minhas propostas.

- Em que o senhor se diferencia de Cabral e Gabeira?
- Cabral interrompeu uma trajetória de desenvolvimento economico e social que o nosso estado vinha tendo com os governos Garotinho e Rosinha. Vou portanto puxar o fio da meada dessa trajetória, recuperado suas políticas de sucesso, que levou o Rio a ser a segunda renda per capita do país, e mantido os seus royalties – agora perdidos por Cabral e seu PMDB. Cabral é um exemplo de político da Velha República: coronelista,  cooptador de instituições e eliminador de adversários. Não cumpriu compromissos que firmou com funcionários públicos e com o povo. Gabeira é outra coisa, porém é inexperiente como administrador público, comunga com políticas liberais de privatização, e não representa a oposição ao atual governo, além de não ter propostas sociais e econômicas para o nosso Estado. Eu as tenho, vou retomar o programa dos Cieps de horário integral nas escolas, para tirar o Rio de Janeiro da 26ª posiçao no IDEB ( 2007 a 2009), vou construir 100 mil unidades de casas populares, vou dar incentivos fiscais para a geraçao do primeiro emprego para os jovens, vou transformas as UPPs em Centro de Defesa da Cidadania, com servicos sociais, jurídicos e policiamento comunitário, vou acabar com a promiscuidade entre o público e o privado, como no caso do Metrô, Supervia, etc.

- O senhor tem a certeza de que Garotinho não o substituirá, mais à frente, como candidato ao governo do Rio?
- Tenho sim. Nosso projeto é esse que está ai: ele deputado federal e eu Governador como uma terceria via, trabalhista e popular. Aliás, temos certeza que  penetraremos mais em camadas da sociedade que tem preconceito contra ele e que comigo não tem. Sou oriundo da comunidade científica, com serviços prestados ao meu Estado. Foi em minha gestão de presidente da FAPERJ, no Governo Brizola, que a internet foi implantada. Participei diretamente da coordenação e implantação de vários projetos vencedores, no Governo Garotinho e Rosinha, como o da Delegacia Legal, o Restaurante Popular, as primeiras experiencias com o Biodiesel, etc. Isso para não falar no papel que exerci como Secretário Chefe de Gabinete da Governadora. Tenho 42 anos de política. E não me prestaria a um papel de esquentar a cadeira.

  • Sexta-feira, 30 Julho 2010 / 21:42

Situação de Serra se complica

   José Serra está mesmo sem sorte.
O sonho do tucano era chegar ao dia 17 agosto empatado com a petista. Essa é a data em que começa o horário eleitoral gratuito.
Faltam 18 dias para isso, e Dilma Rousseff já tem uma dianteira de cinco pontos – segundo informa o Ibope: 39% a 34%.
Até lá, ainda tem o debate na Band – na próxima quinta-feira – e depois 46% de comerciais a mais que o adversário, com Lula do lado pedindo voto.
Não há quem aguente.
Nem pedindo placas ou ajuda aos universitários.

  • Sexta-feira, 30 Julho 2010 / 14:04

Parabéns pra você!!!

  • Sexta-feira, 30 Julho 2010 / 10:00

Preguiçoso tem lapso de memória

     O ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia é, antes de mais nada, um preguiçoso.
Tanto que abandonou o governo Fernando Henrique Cardoso na metade de seu segundo mandato.
O blog que mantém no Globo Online é outra prova de sua preguiça: a última postagem data de 10 de maio. Há 80 dias ele não escreve uma única linha.
Na quarta-feira, Lampréia deu uma declaração curta – de apenas linha – ao repórter Fernando Mello, da Veja. Segundo ele, o professor Marco Aurélio Garcia, atual chefe da Assessoria Especial da Presidencia, o procurou no Itamaraty para atuar como “ponte” entre o governo brasileiro e as Farc. Sobre o episódio, Garcia divulgou a seguinte nota:
 “Em 1999, enquanto atendia a solicitação do Instituto Rio Branco para proferir palestra aos alunos do curso de formação de diplomatas, fui convidado pelo então Ministro das Relações Exteriores, Luiz Felipe Lampreia, para uma reunião privada em seu Gabinete, cujo tema principal era a posição de apoio do Brasil à ditadura Fujimori. Naquela ocasião expressei minha crítica à posição do Governo brasileiro, em especial à postura adotada naqueles dias pelo Itamaraty, em relação às eleições fraudulentas no Peru. O Ministro Lampreia tomou a iniciativa de consultar-me, ainda, sobre outros temas da realidade da América do Sul. Em resposta a meu interlocutor, expressei o ponto de vista de que o Brasil deveria desempenhar um papel mais ativo na região e citei, como exemplo, a atuação do Grupo de Contadora, que fora de grande utilidade para pacificar situações de conflito como as de El Salvador, Nicarágua e Guatemala.
Em nenhum momento ofereci préstimos pessoais ou do Partido dos Trabalhadores para negociações com as FARC, até porque, naquela conjuntura, não existiam, como não existem até hoje, quaisquer relações com aquela organização. O que efetivamente sugeri ao Ministro Lampreia – e ressalto uma vez mais que o fiz a pedido dele – é que o governo brasileiro deixasse de ser omisso e procurasse contribuir para equacionar os conflitos na região.
A conversa que mantive com Lampreia foi extremamente cordial, a despeito de diferenças de apreciação normais que tínhamos sobre a situação no continente. Acredito que o ex-ministro tenha tido um lapso de memória, pois estávamos a sós, sem tomador de notas na sala. A única explicação razoável que tenho para as afirmações do ex-ministro é que tenha tido um lapso de memória”.

  • Sexta-feira, 30 Julho 2010 / 9:47

Gabeira com o pé na lama

 

     Do repórter Henrique Gomes Batista, de ‘O Globo’:
“O deputado Fernando Gabeira, candidato do PV a governador do Rio, decidiu visitar ontem a estrada estadual RJ-113 que liga os bairros de Jaceruba e Vila de Cava, no município de Nova Iguaçu para apurar reclamações do péssimo estado da via. Constatou os problemas na prática: o jipe que utilizava para fazer o percurso de 22 quilômetros quebrou no meio do caminho, após se chocar com uma pedra entre os inúmeros buracos da estrada.
Antes do início do trajeto, Gabeira tinha afirmado que havia alugado um jipe para suportar a estrada.
Integrantes do PV na Baixada Fluminense indicaram a RJ-113 como uma das piores da região:  “ O jipe quebrou, tivemos que retirar o carro da estrada para um ônibus passar. Eu fui vítima dela também. Realmente a situação é muito grave” –  disse Gabeira.
No caminho, o candidato encontrou moradores que tentavam arrumar a RJ-113.
- Eles disseram que esta estrada foi dada como asfaltada duas vezes, e já foram destinados milhões em emendas parlamentares. Vou pedir um levantamento de todas as estradas estaduais na Baixada para tentar tocar nessa questão disse.
Segundo moradores, os problemas são recorrentes e, muitas vezes, provocados por vazamentos de tubulações da Cedae, que faz captação de água na região:  “As crianças chegaram a ficar dois meses sem ir à escola porque simplesmente o ônibus não passava. O pior é que já cansamos de reclamar com o governo, a prefeitura, a Cedae, e ninguém resolve” –  contou Ionice Brasil, de 48 anos.
- Se a gente não fizer, ninguém faz nada. No máximo, deixam umas pedras grandes para a gente, que nem resolve muito, pois precisaríamos de um trator para tirar toda a lama e usar corretamente as pedras – disse Elias Serra, também morador.
Gabeira visitou a Reserva Federal Biológica do Tinguá, também em Nova Iguaçu. Segundo ecologistas, a área sofre com a falta de pessoal, o que facilita a ação de caçadores e a retirada de palmito.
- Há uma captação de água da Cedae para o Rio aqui e não há compensação nem para Nova Iguaçu, nem para a reserva. Vamos estudar uma compensação para a reserva biológica disse Gabeira, que defendeu a compra de câmeras de vigilância para a reserva por parte de grandes empresas da região, como Petrobras, Cedae e Furnas, atenuando a falta de fiscalização.
Ainda em Nova Iguaçu, o verde disse, sem citar nomes, ter o apoio de lideranças petistas e de militantes.
A declaração se referia à fragilidade da aliança do PMDB com o PT no estado. Cresce o grupo de petistas insatisfeitos com os peemedebistas.
Eles reclamam da falta de apoio à candidatura de Lindberg Farias para o Senado e já defendem, como segundo voto, Marcelo Crivella (PRB), aliado do presidente Lula.
- Há pessoas do PT, cujos nomes não posso revelar para evitar qualquer tipo de retaliação, que estão fazendo minha campanha. Há muitos que simpatizam com as minhas propostas e preferem votar em mim  – disse Gabeira.
Alijado por parte do PMDB, Lindberg Farias disse que o PT respeita Gabeira: – O PT não vai, nunca, hostilizar o Gabeira, por sua história e caráter. Mas o partido está bem fechado com o PMDB e as candidaturas de Dilma Rousseff e Sérgio Cabral.
Ao saber da afirmação do verde, o presidente estadual do PT, Luiz Sérgio, reagiu:  “As afirmações são mais delírio que realidade. Gabeira tentou criar um fato político” –  disse.
Membro do Diretório Nacional do PT, o vereador do Rio Adilson Pires disse que todas as lideranças do partido respeitam a aliança com o PMDB”.

CABRAL TENTA DESQUALIFICAR ADVERSÁRIO

      Do repórter Walmor Freitas, de ‘O Globo’:
“Com quase uma hora de atraso, o governador Sérgio Cabral (PMDB) desembarcou ontem à noite no Largo Santo Antônio, centro comercial popular de Cabo Frio, onde caminhou por cerca de 200 metros até um palanque na Praça Porto Rocha, a principal da cidade. E logo aproveitou para reagir às declarações do candidato Fernando Gabeira (PV), que durante o dia teve problemas com o jipe em Nova Iguaçu. Cabral disse que o candidato do PV precisa conhecer melhor o estado ao qual se candidata a governar:  “O DER tem o maior orçamento da história do estado e o interessante é que o adversário está conhecendo o estado que ele não conhece. É bom ele conhecer o estado, quem sabe ele escreve um livro depois, quando acabar a campanha”.
No discurso, Cabral também lembrou que Cesar Maia (DEM), candidato ao senado, foi prefeito do Rio e consumiu verba pública maior do que o orçamento anual de Cabo Frio, em torno de R$ 400 milhões:  “ O candidato, que já foi prefeito gastou R$ 400 milhões e agora o prefeito Eduardo Paes ainda terá que desembolsar mais R$ 100 milhões para terminar a Cidade da Música. É mais do que orçamento de Cabo Frio. O Rio não precisa de um senador como este” .
Durante 20 minutos, Cabral falou sobre os investimentos em obras no estado e a instalação das UPAS na Região dos Lagos, e lembrou dos 91 prefeitos que o apoiam.
- Fazemos aliança com a população, independente de partido político, por isso temos essa força no estado e os prefeito estão de parabéns – disse Cabral.
Ele disse ainda que o interior do estado será beneficiado com as Olimpíadas, já que um projeto esportivo será desenvolvido em todas as unidades escolares:  “Onde houver quadra nos vamos reforçar”.
E continuou:  “Teremos atividades olímpicas em 1.300 colégios estaduais com 1 milhão e 400 mil alunos. Onde não houver quadras esportivas, nós faremos quadras esportivas” – prometeu.
O candidato ao senado Jorge Picciani (PMDB), que acompanhava Cabral, também alfinetou Gabeira. Sem citar nomes, Picciani lembrou que nas Farra das Passagens o outro candidato mandou a filha surfar com o dinheiro público.
Segundo a PM, cerca de 1.500 pessoas assistiram ao comício. A maioria das pessoas segurava bandeiras e cartazes dos candidatos regionais”.

  • Sexta-feira, 30 Julho 2010 / 9:28

Tucanos mineiros escondem Serra

     A campanha de José Serra reclama dos tucanos mineiros por não exibirem a foto do candidato na propaganda de Aécio e Anastasia, ao contrário de Helio Costa, do PMDB, que dá grande destaque a Dilma Rousseff.
Sobre o episódio, parodiando Rubem Ricupero, diz um aécista de carteirinha:
- O que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde.

  • Sexta-feira, 30 Julho 2010 / 9:17

Campanhas tem 10% do que precisam

      Do repórter Ranier Bragon, no Painel da ‘Folha’:
“O valor recolhido pelas candidaturas de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) no primeiro mês oficial de campanha deverá ficar próximo de 10% do que as duas legendas estabeleceram como previsão de gasto em toda a eleição. Dirigentes da campanha petista afirmaram ontem que havia entrado R$ 12 milhões em seus cofres, com promessa de mais R$ 2 milhões para hoje, data em que fecham a contabilidade a ser apresentada à Justiça Eleitoral.
Já responsáveis pela arrecadação tucana dizem ter obtido cerca de R$ 15 milhões em doações, embora a meta seja de R$ 20 milhões. A divulgação oficial na internet é obrigatória e ocorrerá na próxima sexta-feira.
Dilma estabeleceu previsão de gastos de R$ 157 milhões para toda a campanha. Serra indicou R$ 180 milhões.
Apesar de parecer proporcionalmente pouco, o desempenho arrecadatório de PT e PSDB neste mês de julho significa uma melhora em relação a 2006, a se confirmar os números informados pelos dirigentes das duas legendas. Quatro anos atrás, a campanha de Lula arrecadou em igual período apenas 5% do que havia previsto para toda a eleição. A de Geraldo Alckmin, menos ainda -1,4%”.

  • Sexta-feira, 30 Julho 2010 / 9:14

O segredo do sono

                                                        José Sarney*

   O professor Sidarta Ribeiro, da UFRN, deixou a cabeça de todo mundo confusa. É que, por experiência pessoal, descobriu que estudar demais dá um sono danado. Resolveu fazer um curso de imersão total de inglês e, à proporção que estudava, o corpo reagia e dormia mais. Chegou ao marco de 16 horas.
Eu, que tenho insônia desde os 30 anos, fiquei grilado. É que o professor concluiu que dormindo é que se aprende, sonhando é que se fixa na memória o que se aprendeu.
Fiquei sem saber por que tinha aprendido tanta coisa ao longo da vida, se minha experiência era estar sempre acordado e me envaidecendo da memória de elefante que eu julgava ter e a que o tempo tem se encarregado de arrancar as grandes orelhas e a tromba.
Aí me deu de também fazer teorias. Para dormir sempre fui ajudado pelas minhas diazepinas; será que essas, que dizem prejudicar a memória, podem, ao contrário, ajudá-la e ao sono?
A Bíblia está cheia de sonhos desvendados e muitas vezes Deus falou com o profetas no sono e aos santos, em sonhos acordados, deu visões do paraíso.
Não só os homens mas os bichos dormem e sonham sem precisar aprender inglês. Meu avô tinha um cachorro, Seu Beti. Na hora da sesta, deitava-se e ficava latindo baixinho, intermitente e todos diziam: “Está sonhando”. Meu tio Ferdinand respondia: “E é com carne e osso”. No Nordeste há um ditado que diz, quando uma pessoa é dorminhoca, que “dorme mais do que gato de pensão”. É que nestas hospedagens caseiras sempre existe um gato dormindo debaixo da mesa ou na cozinha.
A verdade é que eu que não durmo e tenho uma inveja danada desses dormidores, inclusive do gato.
Mas, folclore à parte, os neurocirurgiões cerebrais descobriram agora uma neuronavegação que permite entrar em qualquer zona da cabeça, mesmo em áreas de difícil acesso, e “fazer maravilhas”, como dizia Cervantes da catedral de Sevilha. É claro que isso vem dos novos equipamentos de precisão que permitem uma pontaria exata para realizar os milagres.
E, com essas novas descobertas sobre o sono, o sonho, dormir, acordar, ir às áreas de ódio, de amor, de sexo, de guerra, de bolivarianos, de bem, de mal, de ficha suja e limpa, não haveria um novo campo para a política?
Os tribunais condenariam os diversos tipos de transgressões a uma cirurgia de precisão indo aos pontos responsáveis por condutas indesejáveis. Ou então, mandar que sejam gatos de pensão ou fazer boi dormir.
Talvez não tivéssemos essa guerra de fronteira Venezuela-Colômbia ou a impugnação do nome do Muricy Ramalho para técnico da seleção.
* José Sarney, presidente do Senado, escreve para a ‘Folha’.

  • Quinta-feira, 29 Julho 2010 / 23:54

Frase do dia 30/07/2010

“Nós pensamos muito parecido e convivemos, durante dois anos, de forma muito intensa, vivendo situações difíceis. E eu percebi uma coisa: tanto nas horas difíceis como nas horas boas, o Ciro é uma pessoa que eu gostaria de ter perto de mim”.

Da candidata Dilma Rousseff sobre o deputado Ciro Gomes.

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